Tag redes
A liberdade que chega com as redes sociais traz com ela a confusão entre verdades e mentiras. Se por um lado a verdade aflora naturalmente, por outro a mentira tenta de todas as formas se sobressair... é um desafio para os pensantes encontrar fatos, descartar boatos e entender contextos.
Redes Sociais, um Teatro onde todos são atores e criam seus personagens para impressionaro próximo!
O Ser Humano sempre viveu em eterno conflito desde os tempos de Jesus, não respeitando a individualidade do próximo, as grande potências destroem com Mísseis e armas poderosas seus opositores, já os Seres Humanos se Autodestroem com as pontas dos dedos nas Redes Sociais!!!!
Não só de Likes viverá o perfil, mas também de toda postagem que procede da criatividade do influenciador.
Tiro os óculos e fica tudo meio embaçado, mas a alma continua distinguindo os detalhes, mesmo no erro da máquina. Arte é política, arte é procurar novas descobertas e sensações nos erros ou no caos. Arte salva.
Vivemos em uma sociedade em que a mídia, que nós mesmos alimentamos, demostra o quanto não somos sociais. Retrocessos.
A seguir
O teu mundo à minha vista é distinto e eu gosto de navegar nele, pois nao és assim tao comum quanto te pareces por isso sigo-te, nao nas redes sócias virtuais (facebook, intsgram, etc..), mas pessoalmente. Pq nao quero o teu mundo virtual, sim o real.
Saíde Cássimo Jailane
Muitas vezes se valoriza mais a conexão virtual com quem está longe do que a atenção e carinho de quem está por perto.
No espaço real e no virtual as regras são as mesmas. Lembre-se que ninguém é bem visto ou bem recebido se não sabe o que é respeito.
Vivemos na era das vidas filtradas, onde o que importa não é ser feliz, mas parecer feliz. A ilusão digital nos conecta ao mundo e, ironicamente, nos desconecta de nós mesmos.
As redes sociais não ampliam nossa visão, apenas reforçam o que já acreditamos. No fim, não estamos buscando verdade, apenas um reflexo mais bonito das nossas certezas.
Nunca estivemos tão conectados e tão solitários. Presos a telas, perdemos o que acontece fora delas. O problema nunca foi a tecnologia, mas o que escolhemos fazer com ela.
Nem só de vídeo postado no YouTube viverá o cristão, mas de outras atividades produtivas ou momentos únicos!
(Aos presos na bolha ou na teia tecnológica)
Nem só de redes socias viverá o homem, mas de toda e qualquer futilidade que existir ou for criada!
(Aos viciados)
"O homem pós-moderno,
é um homem que entende
das telas e das redes,
mas desconhece a imagem da vida".
Troque as curtidas no insta por ser curtido(a) por seu(a) filho(a). Troque os elogios das redes por ser elogiado(a) por sua família. Lembre-se que sempre que você quiser desistir da realidade o diabo sempre aproveitará cada brecha para lhe levar a viver uma ilusão. E as vezes até mesmo concretizá-la. Cuidado! Não construa sua vida em mentiras. Se necessário, pare de seguir alguém. O importante é seguir a Cristo. Às vezes bloquear no WhatsApp é um simples passo para desbloquear sua vida. Seja honesto(a) com você e com os que você ama. Seja coerente. Não tenha segredos com quem você exige transparência. Não apenas concorde com o que leu, viva! Viva de verdade.
O Bem e o Mal: duas redes paralelas
É um ciclo vicioso e inconsciente. Somos parte de um sistema de rede humana — uma realidade relacional. Uma rede do bem. Mas isso também se aplica ao mal.
A busca incessante por prazeres imediatos tem o poder de anular nossa capacidade de reflexão, de questionamento crítico e de engajamento com propósitos que transcendem o individualismo. Nesse cenário, a humanidade parece avançar de forma automática e inconsciente, como se estivesse em um estado de letargia, rumo a um futuro incerto e potencialmente desastroso. Como observou T.S. Eliot, "É assim que o mundo termina, não com uma explosão, mas com um suspiro" – uma alusão à possibilidade de que nossa queda não será marcada por eventos dramáticos, mas por uma gradual e silenciosa erosão de valores e sentidos.
Esse fenômeno pode ser associado à cultura do consumo e ao imediatismo da era digital, onde a satisfação rápida e superficial se sobrepõe à profundidade do pensamento e à construção de conexões significativas. As redes sociais, por exemplo, oferecem uma sensação constante de recompensa instantânea, mas muitas vezes à custa da nossa atenção plena e da nossa capacidade de nos comprometermos com causas maiores. Essa dinâmica nos transforma em meros espectadores de nossas próprias vidas, distraídos por estímulos efêmeros e desconectados de um propósito coletivo.
Para reverter essa tendência, é essencial resgatar a importância da pausa, da introspecção e do diálogo crítico. Precisamos reconhecer que o verdadeiro progresso humano não está na acumulação de prazeres momentâneos, mas na construção de uma sociedade mais consciente, solidária e comprometida com o bem comum. Somente assim poderemos evitar o "suspiro" de Eliot e, em vez disso, criar um futuro que valha a pena ser vivido.
