Tag poesia
Memórias e mais memória, para que te quero tanto?
Lá se foi mais um lindo dia
Com o meu som preferido
Elevando a poesia
E você ao meu lado
Querendo colar a sua boca na minha
Lá se foi o meu pior dia
Quando tudo parecia neblina
Com o som desligado
E você já não estava ao meu lado
Nem bocas coladas, nem abraços apertados
E talvez a memória esteja compadecendo comigo
Estou lembrando dos lindos dias
Que tudo fora tão estrelado
Dos beijos infinitos, dos abraços simétricos,
Do meu olhar ao teu, e o seu ao meu
Essas memórias sim
Que devem ser intermináveis.
A realidade é a tua interpretação da tua realidade.
Portanto, como contar a tua história de forma isenta e factual?
Vivendo-a, sem mente interpretativa.
Todos têm teorias sobre a vida, muitos sabem coisas sobre a vida, mas poucos são os que vivem a Vida.
A Vida nada te exige, apenas te convida a senti-la na sua plenitude – até que tu e ela sejam uma-só.
É a resistência à vida que nos traz a sensação de nunca caber, nunca pertencer, nunca serenar nem satisfazer.
A vida é uma jornada em cujo trajeto empreendido incluímos e excluímos tantas e tantas possibilidades.
Já não me forço a esgaravatar os porquês de tudo. Antes, fico serena e disponível para ser adentrada pela vida.
