Tag poesia

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⁠Que a sua semana contenha:

Uma segunda chance de fazer diferente;
Uma terça nota que componha um belo dia;

Uma quarta palavra de carinho e atenção;
Uma quinta parte de amizades e descontração;

Uma sexta de alegrias e momentos especiais;
Um sábado de descanso e contemplação;

Um domingo de aleluia e celebração!

Inserida por julianlm25

⁠Coração respira aliviado
Tantos sorrindo apertado
Enfim, sorrir feliz

Felicidade rara que transborda
Felicidade que chora
Dessa vez longe de dor
Longe da distância
Longe de fervor
Longe de terror
Longe de ardor

Felicidade rara que transborda
Pelo feito que indica
O caminho correto
Que valida o certo
Que indica o vencedor

Ruínas de sentimentos
Que não doem mais
A cura da flor
Que morria sem querer

A flor do amor 
Que só tem alegria
E o brilho de viver
Para amar

Inserida por CaioCesarDoc

⁠Vale a pena,
Respirar suavemente,
Sem ofegantes pensamentos,
Sem antecipar os ventos,
Ao velejar no tempo.

Vale a pena,
Se traduzir pela brisa,
Ser parte da vida,
Sem espelho, sem desespero,
Apenas sorrisos, se deixar brilhar.

Ah, vale a pena!
De Deus ser amigo,
Ser chamado filho,
E pela fé surgindo
Pegadas no mar.

Sim, vale a pena!
Mais levado, mais menino,
Mar leve, vela sacudindo,
Se desprender e sonhar.

Inserida por julianlm25

⁠Amor Arterial

Pulsa coração
amor arterial,
lágrimas e sorrisos
ritmando.

Dissolve em pureza
meu peito aberto,
a flecha ardente,
meu rubro manto.

Na cruz amor derramado,
meu corpo inunda por ser amado.

Em versos vestidos de ternura
recito o amor que eternamente ventura.

Inserida por julianlm25

⁠Paixão-
É como um fogo que consome a carne.
Amor-
É como brasa que aquece a alma.

Inserida por prmiqueias_asevedo

⁠Mesquinhez

Vejo em nos uma felicidade,
os sorrisos cintilantes,
vossas risadas estridentes
e todas as lindas roupas,
também comentários bem-intencionados.

Porém, vejo o vosso abandono indiferente,
e as tristezas alarmantes
a falta frígida que nos toca,
que nos paralisa diante
de todos os sorrisos intrépidos
comentários falsos,
e risadas provocantes.

e nossas roupas pomposas e ridículas,
e até hoje a única coisa que não consegui perceber
é por que nos queremos tanto ser como “eles”.

Inserida por AgathaCobra

⁠das pequenas miudezas
que carregam o poder das sutilezas
deságua a beleza do ser,
do existir.

Inserida por agathaoliveir

⁠Existe uma necessidade conjunta de dar pequenas pausas no meio da jornada, silenciar as vozes que gritam desesperadas e ouvir o que grita o peito. Nesse espaço, onde a solitude é reconfortante é um passo importante para se tornar um pouco melhor do que se foi ontem. Se retirar, se espremer, se corrigir. Tem sempre uma folha mucha, um galho seco, um pedaço morrendo. E está ali, para nada funcionar além de retirar da gente energia, vida. Cortemos as folhas muchas e os galhos secos. A energia corre solta para outros espaços que estavam necessitando dela. Podemos até ficar menores, mas nos tornaremos mais bonitos. Quando cortamos o que já não tem mais vida, damos espaço para o novo, para novos ramos surgirem. Essa é uma visita constante, para vida toda. Ter a dor de cortar, mas com a certeza de ter também a alegria de ver surgir, crescer, florir, frutificar.
Quais podas você precisa fazer em sua vida?

Inserida por agathaoliveir

⁠Esse tempo que voa, volta trazendo consigo algumas respostas que ficaram emergidas com grandes interrogações em perguntas que pensei nunca haver uma justificativa. Algumas delas vem dançando na rua, tirando o peso da alma de um dia estar perdida com perguntas por vezes incompreendidas. A alma se expande, e às vezes a vida responde. Mas tem respostas que podem permanecer perdidas. Uma vida inteira. O que resta é a espera. Buscar a espera, sem deixar pesar os ombros. Sem deixar a vida passar como vento sobre seus olhos. Que a vida seja bondosa ao ouvir minhas palavras que se atravessam entre si, cambaleando, tentando encontrar respostas até mesmo para o que nem mesmo vivi. Com o tempo que vem a de conter algumas respostas que um dia aguardei. 

Inserida por agathaoliveir

⁠Como uma borboleta, a minha metamorfose ainda não está completa. Sigo caindo em tropeços, arrancando curativos e enganando o meu corpo dos processos que ainda irei passar. Árduos processos, mas tão importantes para cada instante de minha transformação. O passado calejado de dor, acrescenta em minhas futuras histórias uma coroa de vitória. Despejando o que é mau, controlando o caos e criando algo bonito em tudo isso. Acho que é dessa forma que quero ser lembrada. São pequenos fragmentos de minha transformação.

Inserida por agathaoliveir

⁠Meramente ilustrativo reconhecer as mudanças que são partidárias de dentro pra fora. As lacunas que sobrevivem a grandes marés de emoções carregadas consigo de solidão e cores perfurantes de um coração pequeno, mais grandemente enganoso, envenenado de ilusões. Tem dias que são carregados de um cinza frio, com chuvas em formas de lágrimas e o corpo pronto para aconchegar-se em uma poltrona quente. O aconchego do vazio transborda pela coberta que afaga a pele avermelhada, pronta e aberta para a esperança de que dias com céus azuis virão. Muito em breve.

Inserida por agathaoliveir

⁠A flor miúda de cor amarelo mostarda com pequenas seis pétalas sobre minhas mãos gira enquanto meus dedos se movimentam. No chão, sobre a grama alta abandonada, pétalas esvoaçam despedaçadas com sinais próprios de que alguém talvez descuidado já passara por ali. Observo em silêncio seus pedaços. E na tentativa infundada, tento encontrar alguma ainda inteira, que nem a que estava sobre minhas mãos que também não estava mais. Em pedaços como ontem eu estava.
É injusto, mas sei que mesmo nesse terreno abandonado elas voltarão a florescer, de novo e de novo. Não importa quantos passem por ela e as despedacem. Quando as olho, me lembro de mim. Quando as olho relembro de cada passagem e de cada momento que precisei me despedaçar para manter quem passava completo. E quanto mais você deixa levar pedaços de você mais incompleta e insatisfeita fica. E é por isso que hoje não arranco mais pedaços de mim para manter o outro inteiro. Não me rasgo para cobrir as feridas à mostra de quem não busca curá-las. Nessa vida, de um jeito ou de outro, só tenho como me responsabilizar por mim. Porque no fim, de um jeito ou de outro somos tudo que temos. E quanto mais você se dá onde não se é recíproco mas despedaçada fica. Mais sozinha caminha. 

Inserida por agathaoliveir

⁠Desilusão

Deixe de ser bobo, guri! 
Foi só um poema do velho Buk cheirando a álcool e "não tô nem aí".
O que eu poderia querer com um cara com pele de peroba, nariz de matar barata e olhos de minhoca?
Ainda que eu me referisse a versos de Drummond, não seriam para ti.
Era só o que me faltava! 
Um leguelé de jaqueta de couro e sapatos de verniz! ...
Tenho mais o que fazer, e, gente prosa, comigo não tem vez.
Ah! Eu morro e não vejo tudo.
Vai um Rimbaud aí?
Não?
E um Woolf?

Inserida por TerezaDuzaiBrasil

O olhar poético 
é quando a alma aprende a comandar o corpo.⁠

Inserida por PalavraMotriz

⁠Minha noite tem sonos picados,
e sonhos sem fio na faca cega que segue afiada.

Um cachorro late na alvorada amarga,
nos travesseiros do peito
com palavras encravadas.

Inserida por HudsonHenrique

⁠Alegorias

A poesia grudou no céu da minha boca, na minha língua solta,
nos meus lábios secos.
Ai de ti!
Não me olhes!
Não me beijes!
Ou te tornarás um verso avesso,
o espelho de minh’alma inversa,
nas estrofes tortas de teu corpo travesso, que se atravessa,
que se arremessa sem pressa,
refletido em mim.
Em mim.

Inserida por TerezaDuzaiBrasil

⁠Era uma tarde de domingo
O dia em que ela se despiu 
Das emoções
   
Era uma tarde de domingo
O dia em que ficou implícita
As intenções

Era uma tarde de domingo
Apenas uma tarde de domingo.

Inserida por FAFA1234567

⁠Saudade
A saudade ecoa no silêncio
Do não dito
Do desejo em estar ao seu lado,querido!
  
A saudade implora 
De forma dolorosa
Nos momentos que vivemos juntos
 
A saudade surge numa tarde fria
Numa fúria louca pela sua boca
No seu cheiro lisonjeiro
Que impetra minhas entranhas

Enquanto não a posso matá- la
Ela me devasta
Como uma forma nefasta
E de tanto amar você não me mata

  
  

Inserida por FAFA1234567

⁠Minha poesia não é fria
Tampouco submissa as suas vontades
E assim vou vivendo
Enquanto o instante se reencontra.

Inserida por FAFA1234567

⁠Tríade Particípe
  
Encare a tríade particípe
Com resiliência, paciência
Na vivência para uns
Tão fugaz
Tão voraz! 

Morte, tempo, amor
Não necessita de rimas
Independe do seu querer

O tempo oscila
E você que lê esses versos
Transfigure-o numa perspectiva de processos

Para quê?
O porquê?
Para compreender
Que o amor se abstrai na memória
Na sua própria história
De fracassos e vitórias
Tristezas e alegrias
 

No tempo que lhe resta
Inverta a ordem
Amor
Tempo
Morte
Repleto de amor
Até que a morte chegue e a seu tempo
A faça morrer de amor.

Inserida por FAFA1234567

⁠Amor com amor
 
Amor com amor, Roma
Quem dera tivéssemos
Nos descoberto em Roma
 
Europa?
Flutuando nos versos
Recordando o nosso amor
Reconheço que amor com amor dá amor
 
E Roma?
Fica- nos o doce sonho
Com amor em Roma
Num dia qualquer.

Inserida por FAFA1234567

⁠Quem sabe
 
Quem sabe as praças terão
A paz que transborda
O anseio de um coração
 
Quem sabe a vida renasça
Nas quatro estações
E um dia o que surge 
Como guerra, cinzas
Tormenta
 Será a mais infinda paz
Quem sabe!

Inserida por FAFA1234567

⁠Inquietude
  
  Inquietude
  Vicissitude
 Que turbilhão
 Corre nas veias 
  De encontro ao coração
  
 Coração que teima em 
  Bater ao te vê, ao te olhar
  Olhar que me faz sonhar
   
 Reviver a cada amanhecer
 Amanhecer
Milagre de Deus que me refaz e é capaz de tamanha inquietude com amiúde
 Para declarar em versos irradiantes de amor
Que é assim que o amo!

Inserida por FAFA1234567

⁠Meu País
  
Brasil
 De gente fina e traquina
  Que ecoa nas vozes 
  Ecoadas dos becos, ruelas
   E favelas
  
   E em meio a tantas trevas
    Que desvela a cela para
     A massa
      Nas arruaças e 
      Devassas trapaças dos 
      Autárquicos
      Com estilhaços 
     Extravasa a mórbida ilusão dum povo sonhador
 De vê um dia o meu País na diretriz da democracia
Assim é o meu País.

Inserida por FAFA1234567

⁠Vidas Extraviadas
 
Vidas extraviadas
Nas correntezas das muitas águas
Homens, mulheres,
Meninos,meninas,
Crianças,vão-se aos milhares

Ofuscando ao mundo as trevas imbuídas
E negados, partem em oculto
  
E o mundo? Esse, já muito dantes
É o palco aberto dos imigrantes
 Vidas extraviadas.

Inserida por FAFA1234567