Tag poesia
Te olhei
Você me olhou
Tentei puxar assunto
Você ignorou
Tentei ser gentil
Você não gostou
Tentei ser engraçado
Você não sorriu
Tentei ir embora
E você me impediu.
BOCA-BOCA
Criador: Edson Cerqueira Felix
Época/Ocasião: 20-12-2018 | 15:30
Região: Paraíba do Sul - RJ, Brasil
Abalroamento: O beijo da vida
Proporcionamento: À todos(as) os(as) leitores(as)
Sugestão: Para todas as idades
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Eu fui nadar e pegar umas ondas, é claro, no litoral
Praia movimentada, fim de semana, vários surfistas
E a sensação de adrenalina é mais pelo fato de surfar perto dos recifes
Isso mesmo, eu disse recifes (de coral)
Peguei a primeira onda, segunda, terceira e quarta, e assim por diante
Tudo bem, sem problema. Tudo okay
Até o momento que eu distraído pensando na última onda...
Tomei um caixote, indo contra o recife onde bati a cabeça
A água ficou vermelha, era o sangue da minha cabeça ferida
Perdi os sentidos, lembro de beber um pouco da água [...]
Tive a sensação de ver tudo escurecer
Na areia da praia, começo a ver uma luz clareando minha mente
Era o sol, e devagar meus olhos se abriram
Uma salva vidas que parecia uma deusa me fazia, boca-boca
Poesia, canção, reflexão uma análise de si mesmo com a pureza do coração. Em meio as torturas dessa vida vem a criação.😉
ATRÁS DE PIPAS
Criador: Edson Cerqueira Felix
Época/Ocasião: 21-12-2018 | 17:00
Região: Paraíba do Sul - RJ, Brasil
Abalroamento: À procura de algo, a mais
Proporcionamento: À todos(as) os(as) leitores(as)
Sugestão: Para todas as idades
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Uma menina mocinha, jovenzinha franzina, menina meio moleque
Corre atrás de pipas na localidade
É boa de pipa, no cruzamento, sempre leva a maior
Quando está sem pipa, corre atrás de pipas, 'avoadas'
Olhar no alto, mira o cruzamento, mas de repente, vem é de longe
Um pipão e cheio de linha, avoado
Numa tarde deserta de verão na rua, só vai dar ela
Disparada ela foi atrás daquele pipão, que ia ao longe
Pelo menos não muito longe daquela área ali, do miolo local
A pipa ia descendo, perdendo altitude, e a menina no encalso da pipa
Até que ela agarra numa árvore grande de maçãs
A menina corre pra subir, pegar aquela pipa, e invade o quintal do vizinho
E na árvore havia uma serpente, que disse pra menina comer do fruto
E aquela donzela viu que o fruto era bom, e o tomou, e comeu dele
APAGUE A LUA
Apague a lua
Não importa se ela está bela
e prenhe.
É preciso beber da tua boca
as cores das palavras
na penumbra sinuosa.
Todos, por menos que se importem,
acabam por porta-se as reflexões.
Sobre os dias que passaram,
os que não chegaram, e os que virão.
É assim então que vem a maresia. Sensações de amor, dor, esperança e alforria. Num desabafo da alma que se esvazia, na breve reflexão desta poesia.
Na gruta fiz um pedido
Para que possas realizar
Sonhe bem alto amigo
Não faça economia
Volte a sonhar
Das loucuras bem vividas
Te guardo escondida
No peito,
Um segredo
de amor
A loucura mais linda
Digo
Não minto
Tu fostes
Aquela que marcou
Na loucura inebriante
Podes ter certeza
Que tu és
Meu verdadeiro amor
Por ventura sou amada
Por ventura sou fiel
Por ventura sou estrela
Que brilha no teu céu
Por ventura desço a rua
Por ventura te encontro
Por ventura ganho um beijo
Que há tempo sonho
Aí, que sorte!
Menina flor
Seja livre
Das amarras
Indecentes
Que toda essa gente
Colocou em você
Menina linda
Sorria
Sempre
Pois os loucos doentes
Só quiseram te prender
Menina inocente
Segue firme
Sua jornada
Pois sem o terror
Haverá uma estrada
Menina peralta sorridente
O teu sorriso
Faz feliz
Muita gente
Menina, menina
Não desista de você
Pois os loucos doentes
Não merecem esse prazer.
❤que me provoca
❤que me estimula
Ter tantos pensamentos
De amor e de aventura
❤que bate forte
Sempre, quando me vê.
Que bom que está sempre perto
E o teu carinho me oferecer
No conforto dos seus braços
Quero sempre repousar
Com seus lábios em meus lábios
Ao delírio vou chegar
Braços fortes que me envolvem
Beijo quente que me instiga
Sua voz me enlouquece
O seu corpo me fascina
Do encanto ao desencanto
De uma vida tranquila
A doença vem da alma
Passando desapercebido
Começando com as palavras
Vai ferindo aos pouquinhos
A mulher que era Jóia Rara
Perde o brilho no caminho
Subjugada por seu amor
Cega, acredita na reconquista
De uma vida tranquila e sem dor
Fica mesmo a mercê dessa vida
Luta, cuida e não desiste
Desse amor salvar
Ela se enche de esperança
Acreditando que tudo vai mudar
Ora, chora pedindo a Deus
Para tudo isso passar
A mulher cheia de sonhos
Acredita sem pesar
Que o encanto dessa vida, voltará à brilhar
Amor, amor, amor...
O perfume no ar
Ela passa devagar
Deixou marcas no coração
Do homem que não soube ama-la
Desfilando nas lembranças
Com seu vestido encantador
O perfume dessa moça
Encantou o seu amor
Este perfume que exala
de sua pele tão clara
O deixou louco de amor
Ela não o enxergou em sua frente
Ele se corroeu de rancor
Dando espaço para a vingança
O amor não correspondido
O enlouqueceu de tanta dor
A inveja e o egoísmo
Seu ciúme descabido
O controle perdido
Acordou o monstro adormecido
A crueldade que fez com ela
Sem compaixão ou temor
Abafou o perfume que sua pele exalava
E sucumbiu o amor
Pobre homem infeliz
Na tentativa frustrada
Perdeu a mulher que amava
Não percebendo o seu amor
Essa pele clara
Esse perfume que exala
Nunca mais sentirá de perto
Pois perdeu seu grande amor.
Ela continuará desfilando e exalando seu perfume, nas lembranças desse pobre sofredor.
Um amor lapidado
É algo especialmente elaborado
Não traz dor
Nem energia negativa
Traz alegria
A todos contagia
Um amor tranquilo
Que não inicia com desequilíbrio
Não me traz inimigos
Me faz alargar a tenda
Um amor maduro
Me deixa segura
Me enche de pensamentos positivos
Até mesmo para os inimigos
Desejo a todos ardentemente
Um amor lapidado
