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⁠Benedito Novo da minha vida,
os teus ribeirões e cachoeiras 
valem mais do que meu poemas.

Benedito Novo cheia de belezas,
do africano que buscou a liberdade 
assim sagrou-se com nome e mística.

Benedito Novo do meu peito,
amo os teus sabores postos na mesa
e a tua força de encontrar jeito.

Benedito Novo imensa e repartida
com Doutor Pedrinho,
não há quem não louve esta honraria.

Benedito Novo, cidade gentil,
a tua gente ergueu cidade preciosa
no Médio Vale do Itajaí deste Brasil.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Blumenau Poema

⁠Este poema é bem
mais antigo do que 
você imagina,
e no teu rosto fez
uma suave carícia.

Um poema que fez
festa dançando só 
nos pátios das aldeias
xokleng e carijó,
e virou notícia.

É o poema do "Poema
para o Índio Xokleng",
que esculpido pela Elke,
virou criptopoema
e ganhou forma revel.

Um poema que bebeu 
muito dos ribeirões 
Velha e Garcia,
e se inscreveu poesia 
no Rio Itajaí-Açu.

Na campina florida
e do vento a sinfonia
solta foi assobiando 
o quê seria a melodia 
da primeira bandinha.


(Este poema é uma homenagem
ao casal Lindolf Bell e Elke Hering).

Inserida por anna_flavia_schmitt

Blumenau Festiva

⁠Uma cidade poema
chamada Blumenau
que te recebe de braços
abertos de verdade,
e só de olhar para você
pensa em Stammtisch,
porque te ter por perto 
é razão para ser feliz.

Blumenau querida,
é na Vila Germânica
que a tua presença
se observa romântica.

Uma cidade poética
que as origens não nega,
e todas as gentes
com boas festas reúne:
amo tanto você que 
não nego o meu ciúme.

Blumenau festiva,
na Festitália 
e alma posta na mesa:
a minha alma delira.

Um poema cidade
chamado Blumenau
que para amar não
tem e nunca teve idade,
e na Oktoberfest
te leva pela mão 
para rodopiar no salão.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Bocaina do Sul

Tu sempre será o meu 
Rio Bonito de ensinamentos,
do teu povo amigo orgulho
não nego que tenho, louvo
e poemas eu à todos dedico.

Nos Aparados de Piurras
reabro o livro da tua vida,
das origens carijó e jê,
Bocaina do Sul, ternuras 
mil devoto todas à você.

Na Cachoeira Morro das Pacas
releio todas as páginas
de crescimento que te fizeram
na vida uma cidade erguer,
Bocaina do Sul és alegria de viver.

Nas cachoeiras e no Rio 
na localidade de Campinas
agradeço a sua existência linda,
Bocaina do Sul, minha querida,
filha da Bela e Santa Catarina.

Na Pedra da Boca eu marquei
um encontro escondido com
você porque és tudo que amei,
amo e sempre na vida amarei:
Bocaina do Sul em ti me amarrei. 

Nas tuas grutas e no teu memorial
de devoção rezo por mim, 
por ti e por tudo que és,
Bocaina do Sul, minha amada,
não há ninguém que não se renda 
aos teus pés diante de tanta beleza.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Verei teu sorriso doce 

como caldo de cana,

Os ventos do Oeste

me levarão para este 

coração que me ama.



Serei a tua prenda 

amada rodopiando

no Passo dos Tropeiros,

Bom Jesus, meu querido,

adoro o teu povo amigo!



Irei em dia de feijoada

encontrar contigo 

e com os nossos amigos,

Temos orgulho da História

feita da glória do campo

que ergueu a cidade que amo.



Bom Jesus, minha cidade fiel,

foste rota de muitos fiéis

que rezavam e sonhavam 

o melhor para o Brasil,

Hoje continua a luta na vida

e faz festa ao Padroeiro gentil.



Herdeiros do Contestado

não negamos o passado,

Por isso somos unidos

num só coração apaixonado,

E sob a bênção mística

do Monge João Maria.



Bom Jesus da minha alegria,

por você sempre cruzarei 

mares, céus e estradas 

em busca desta cidade

generosa cheia de energia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

José Boiteux

⁠Minha amada José Boiteux,
esta poesia é feita da tua
gente kaingang, guarani 
xokleng e germânica,
E vem se erguendo 
como plantação de fumo
nas tuas folhas,
florescendo na primavera
e balançando sinfônica
como árvores nas matas.

Nas tuas cachoeiras 
conheço o meu rumo,
Cidade linda onde 
o meu coração tem prumo
e por ti muitas histórias
da tua gente brasileira
com toda a paixão
e gentileza hei de escrever.

Extraordinária José Boiteux
no vai e vem das estradas,
não nego para que minh'alma 
por ti vive encantada,
Em ti tenho o meu enleio
e o meu doce sossego;
Vivo por ti construindo 
os meus planos que só aqui 
seguirei vivendo com 
o meu coração cantando por ti.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O cretone do destino
foi nos unindo fio a fio
nesta imensidão azul,
Vamos juntos celebrar
num distante paraíso
onde somente dois 
cabem num mar imenso
e brilhante tal qual 
a água-marinha lapidada
na jóia mais fina .

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Vitor Meireles

Vitor Meireles é o teu nome,
mas quem te pintou com
atlânticas cores foi Deus,
Terra da minha gente linda
da Reserva Duque de Caxias,
e da minha gente imigrante
que veio fazer do Brasil
um país ainda mais gigante.

Vitor Meireles, preciosa,
teu nome era Forçação
onde os Rios Faxinal 
e Palmitos se encontram 
ali nasceu a nossa 
História de amor e paixão,
tens em ti a reserva poética
que mais me fascina 
as araucárias que sempre
fazem parte da minha vida.

Vitor Meireles é o meu amor,
com tudo o quê abriga
e a força desta gente que ergueu
uma cidade com alma bonita,
a cada verso e o baile 
da Mata Atlântica poética
só aumenta a cada dia 
a minha fascinação por esta terra.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Bom Jesus do Oeste

Bom Jesus do Oeste,
nasceste Linha Gaúcha
e o teu nome consagra 
a quem se deve 
toda a mais grata prece.

Bom Jesus do Oeste 
tu és filha gentil dos caboclos,
e desta História todos 
admiram, a gente reconhece
e virou o destino de povos.

Bom Jesus do Oeste,
tu és reconhecida pelas tuas 
matas, cachoeiras e belezas,
e deste caminho de ternuras
o meu coração está entregue.

Bom Jesus do Oeste
amo a tua gente amável,
vou onde o vento do Oeste 
a araucária ainda venera,
és fortuna brasileira e poética.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Guabiruba Poética


Eu te amo do pé 
até o topo do Mirante,
e no Morro São José
onde o Sol te beija 
como um diamante.

Tu és amada por mim
com vasos nas mãos,
com teus sabores postos 
na mesa e com teu povo
que é a tua maior riqueza.

Eu te amo com toda 
a tua História raiz 
e imigrante europeia,
És a Guabiruba poética.

Tu ergueste cidade e memória
com teus bravos filhos
originários, alemães,
italianos, poloneses e austríacos,
e fez-se assim muito brasileira. 

Eu te amo com as linhas
da vida entrelaçadas
com a querida Brusque,
por todas as jóias têxteis
que tu na vida fizestes.

És a Guabiruba poética,
e assim te amo por tudo 
o quê fostes, és e ainda será,
no meu coração tu és o quê 
demais precioso sempre existirá.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Por ela sou 
lágrimas,
desespero 
e agarramento
pelas patas,
garras, cantos 
terras, 
correntezas
das águas 
e no mais
alto dos 
mil céus;
ela existe
por todo 
o lugar,
e até mesmo
nas brumas
das cavernas 
e profundezas.

Por ela sou
desconforto,
inquietação 
e tormento
pelas peles,
faros, plumas,
asas, ossos,
barbatanas,
ruídos, sons,
escamas,
e pegadas;
ela existe, 
deixa rastros,
é só observar.

Por ela sou
altiva, grito,
e assumo 
que sempre
tento pelos 
caules, folhas,
troncos,
sementes, 
frutos, 
espinhos, 
pedras
fósseis 
e areias,
há muito 
mais Pátria 
do que 
te ensinaram, 
e muitos
imaginam:
é nelas 
que estão 
a mística 
do Estado 
e tua vida.

Por ela sou
aquilo que 
você ignora,
e mesmo
resistindo
me atormento.

Soberania 
não se 
negocia,
não se 
flexibiliza,
não se 
anistia, 
não se 
usa de 
enfeite,
e tampouco 
de amuleto,
e não se 
coloca 
em degredo,
e não se 
desperdiça 
nem em 
cumprimento.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Balneário Barra do Sul, relicário

⁠Balneário Barra do Sul,
meu precioso relicário,
Te levo no meu peito 
sacrário em no segredo
pintado de azul sagrado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Rodeio Poemário do Vale

Tu és o meu poemário
perfeito que levo 
em mim o tempo todo,
Rodeio poemário do Vale
és o meu recanto de paz,
de aconchego e de liberdade.⁠

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠⁠Ascurra Poema



Erguida como homenagem

para uma glória patriótica,

És filha de povo de pé

que não teme tempestades,

És cidade poema de métrica

perfeita e de sabores 

bem postos rimando na mesa,

Ascurra poema és cheia 

de beleza que com teu amor 

todos os dias me captura 

para ti como doce sentença.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Timbó Poética

Do Médio Vale do Itajaí
tu abriga a poesia,
o endereço da Casa do Poeta,
a minha alegria de te ver
esbanjando cada melodia
e a gentileza de sempre
que que me dá força
fazendo com que surja
um poema novo todo o dia
que tu me leva pela mão
para passear por cada rima.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠No alto a serra,
o passado
não querem 
que a encerra.

Temem a liberta 
porque cedo ou 
tarde o poder
irá escapulir 
das mãos 
de quem pensa
que a governa.

Na ponta da 
lança ela está
sofrendo todo 
o tipo de cruel
perseguição,
e suportando
muito além
da rendição;
e clamando
com canto
e poética
para evoluir
a consciência
em convivência.

Os heróis 
de Palmares
me concedam
a clemência 
porque se é para
ser quilombo, 
e resistência,
vou até a última 
consequência.

Porque eu que
vivo escapando 
todos os dias
das prisões
e fazendo
revoluções,
prefiro muito
estar mais sob 
a proteção
memória
e honra
de Dandara.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Uma vergonha
Que na vida
Não passarei:
É a de prestar
Continência
À bandeira 
Do Império 
Porque nasci
Descalça,
Brasileira 
E ao poder
Não me 
Agarrarei,
Na minha 
Áurea tenho
O hemisfério.

Não repito
Lema do 
Passado,
Não aplaudo
Quem entoa
Tão pesado
Fardo exaurido:
'Brasil ame-o
ou deixei-o',
Na minha
Alma tenho 
O indígeno
E o mistério.

No meu peito
Está escrito 
Com o brilho 
Das estrelas
Do céu da Pátria,
Com o verde
Das matas,
Com o amarelo
Das nossas 
Riquezas,
E com o 
Amazônico 
Azul do mar
Que com toda
A mística 
Consigno:
Brasil ame-o 
ou ame-o.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Força que há muito 
Tempo na vida sabe
O quê é esta batalha,
Em cesta de palha
Se criou e cresceu.

Não é nenhum pouco
Uma 'cigarra' humana,
Pelos direitos reclama
De quem a ofendeu.

No barco não quer
Estar porque é sereia,
E nem aceitaria o seu
Bobo convite porque 
Dele quer sobreviver.

Não foi correto o quê 
Foi feito com ela,
Não haverá chance,
Não há mais lance.

Porque de longe ela
Não precisou largar
A mão de ninguém,
Sozinha se cuidou
E não vai embarcar.

Não aceita grosseria
Nem em alto tom,
Não se curva a tirania,
Não dança esse som.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Cedo conheci 
a dureza da 
vida no início 
do decolar da 
democracia,
Tenho um jeito
duro de falar
as verdades 
para prevenir 
dos abismos 
do destino que
são cavados 
pelas leis.

Para um povo 
em transe 
entender
os segundos 
faltantes
para combater 
o fascismo 
não seriam 
o bastante
para o povo 
voluntariamente
ensurdecido.

Podem vir mil 
solos de guitarra 
que não serão 
suficientes,
Resistência 
é um caminho 
que abre a 
vida inteira.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Suramérica, 
terra virada
em sanções,
conspirações,
eleições,
alucinações
e repressões.

Por aqui nem 
eu sou mais a 
mesma: até o 
meu Brasil que
era lugar de falar
não pode mais
se expressar.

Temos que ter 
cuidado porque 
até no cotidiano
querem nos 
censurar e não foi 
diferente com
os universitários 
que o Judiciário 
tentou os calar.

Foi cena 
de censura 
bem na sua 
cara que 
afrontou
de maneira
explícita 
o direito de 
manifestação,
não tente me 
convencer 
que não.

Não há como
fingir que
não viu e não
ocorreu 
tal tirania,
pois não
me permito 
ignorar
ou banalizar,
antecipo
a minha 
queixa 
porque
não quero
jamais
pagar
para ver,
versejo
para não
esquecer.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Botuverá

Do Médio Vale do Itajaí
tu me brinda com 
brilhantes da História
do teu nome tupi-guarani.

Do Médio Vale do Itajaí
és meu porto seguro
onde tenho o amor 
mais puro do mundo.

Em cada caverna tua
há um mistério meu,
que razão nenhuma
tem capacidade de ver.

Do Médio Vale do Itajaí
és o meu Porto Franco
desde o primeiro dia 
que me apaixonei por ti.

Cada centímetro teu
de Mata Atlântica
é a razão de ser meu
grandioso Botuverá.

Do Médio Vale do Itajaí
festa melhor que a tua não há,
por isso meu Botuverá,
espero a Festa Bergamasca. 

Porque o teu amor está
em mim, não vou desgarrar
e tua herança da imigração
para sempre vou honrar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Botuverá dos Ribeirões

No Rio Itajaí-Mirim és
o meu destino eternamente,
Unidos pelas correntezas 
da vida simplesmente,
Minha linda, Botuverá,
te amo perpetuamente!

Na palma da mão de Deus
está escrita os seus afluentes,
Como sou a poetisa 
deste Médio Vale do Itajaí,
eu consegui ler que 
que Ele nos ama simplesmente.
E no final da História seremos
o nosso amor eternamente. 

No Ribeirão Cristalina 
encontrei o teu amor 
a poesia da minha vida,
És a Botuverá infinita
que já estava prevista 
prá ser para toda a vida.
 
No Ribeirão do Sessenta
tu já era mais que um poema,
e eu ainda não estava atenta...,
Botuverá és minha fortuna,
o teu amor sempre compensa
e tudo o quê vale a pena.

No Ribeirão Porto Franco,
sempre foi motivo para lembrar 
o porquê de eu te amar tanto,
Posso navegar a noite toda
e andar por cada pedaço teu,
que jamais desta vida eu me canso.

No Ribeirão da Gabiroba,
te vejo a cada dia mais próxima,
Porque no fundo, linda Botuverá,
somos uma inseparável História.

No Lageado Alto e no Baixo
de ti jamais me separo,
Só de ouvir o teu nome,
o meu coração fica disparado
e nestes ribeirões deixei
o poemário um dia ocultado  

No teu Ribeirão do Ouro,
minha Botuverá valiosa,
declaro para devidos fins
que o seu valor é de poemário
e acima está de qualquer tesouro.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Braço⁠ do Norte

Entre a Serra Geral e o Mar
a história do povo originário
e dos desbravadores onde
arpeja o Rio Braço do Norte
ergueu uma cidade de gente
honrada e forte que emoldura
com beleza o sul catarinense.

Montes, vales e colinas
repletam com mistérios 
o imaginário contemplativo,
Quedas d'água, córregos e rios
adornam com ternura 
a terra que retribui com fértil 
e gentil beijo ao Homem.

O curso da água doce 
com o mar se encontra,
O tamanho do amor que tenho
por Braço do Norte perdi a conta:
Só sei que verei a Lua surgir 
e o Sol nascer além da conta.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Se soa do 
jeito dele
como vós,
ele não 
pertence a nós,
mesmo que 
tente reescrever 
a história tal fato 
não apagará 
da memória: 
ele não é santo, 
ele se trata 
de um algoz,
ele é feroz.
O mascarado
proferiu 
que ele soa 
como 
os 'deles',
não há 
como fingir 
que não,
o quê saiu
da boca 
o condena,
e agora 
quer fingir 
que nunca
foi investido
na discórdia,
mas Deus está 
evidentemente 
vendo e não 
há como 
dissimular para 
Ele e para quem 
sabe observar,
só Ele concede 
a misericórdia,
ele quer apagar
a História. 
Ofendendo 
da pior maneira 
quem quer 
defender 
a sua existência 
fazendo a justa 
resistência,
ele não merece 
a sua confiança 
porque é incapaz 
de debater e de
colocar freios nos 
seus servos,
e sobretudo 
nos seus lacaios 
das profundezas 
dos infernos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Brunópolis


Nomeada em honra 
ao teu orientador espiritual
Padre Bruno Paris,
nasceste com forte 
condão norte e celestial.

Fortuna poética do Planalto 
Sul de Santa Catarina,
A tua História foi escrita 
com ternura, bravura
e entusiasmo da tua gente.

Marombas, Palmares,
picada aberta e lavoura
com muito amor erguida
no profundo do Estado
erguido pela imigração.

Nos teus sabores postos
na mesa que percebe-se
a sutileza do teu coração,
a tua terra é pura paixão
e tem inigualável sedução.

Na Cachoeira do Marombas
das horas sempre perco 
as contas e ganho sossego,
e tenho a nossa História
escrita com romance e apego.

Na Cachoeira do Butiazinho
sem encontro o meu 
doce e dileto refugiozinho
nesta cidade que acolhe
a todos com muito carinho. 

Inserida por anna_flavia_schmitt