Tag poesia
Permita-me dizer quem eu sou?
Sou uma alma
Que acredita no amor
Não quero acreditar na maldade
Que assombra a humanidade
Deixando um rastro
de tristeza e dor
Permita-me dizer quem eu sou?
Sou um ser comum
Que acredita no amor
Incomum?
É ver a miséria e a pobreza
Muita fome
E também muita riqueza
Para alguns falta o pão
Para outros, falta alma e coração
Permita-me dizer quem eu sou?
Sou um sonhador
Que acredita no amor.
Entre incertezas
Decepções e medos
Fiz uma limpeza.
E no meio de tudo isso
Encontrei a paz,
que é essencial.
Em breve, voltarei.
E será para MELHOR!
Desculpe o transtorno.
Estou em reforma.
Poesia
Felicidade é ter o lápis nas mãos,
escrever o que penso e quero
em uma folha de papel.
Escrevendo sou livre,
impossível descrever,
este dom incrível,
ESCREVER
Grafar letras, frases, versos,
Fazer rimas,
POESIAS
Poesia traduz sentimentos,
Momentos,
Amor, dor, alegria.
Acalma alma,
Narra vidas,
E me inspira.
"SENTIMENTOS TALVEZ"
Vago,
Por entre as trevas.
Embriagado de esperanças mórbidas,
Querendo ao todo seu amor lunar!
Sua imagem no antigo quadro?
Éramos jovens quando nos descobrimos.
Você e sua vaidade feminina.
Eu e meu relaxo masculino.
Nós!
Duas almas idênticas e ao mesmo tempo
totalmente diferentes.
Bebo, não pra te esquecer
Mas sim pensar em você:
Com outros olhos,
Com outro medo,
Com outra dor!
Amor perfeito...
Não tem jeito.
Cada um ama,
do seu jeito.
E a arte de amar...
É aceitar,
cada um,
do seu jeito.
PRA VIDA INTEIRA
Meu pai... Nunca escreveu,
uma carta para minha mãe
analfabeto, não sabia escrever
também não era intérprete,
mas cantava linda canções de amor
todas direcionada p'ra mamãe.
Cantava meio fora de tom é claro
o forte dele não era cantar
mas cantava pelo amor cantava
pelo amar...
para minha mãe, ele sabia cantar.
Ele amava-a com fervor no coração
amava com amor e paixão,
eu me lembro, eu me lembro...
Meu pai interpretava, vários cantor,
entre eles, ele interpretava:
Vicente Celestino
Nelson Gonçalves,
Orlando Silva e outros.
Meu pai tinha pela minha mãe
aquele amor, bobo, abestalhado
aquele amor de uma vida inteira
aquele amor que, morrendo
morre... Amando, amando.
Antonio Montes
Eu posso ser para você apenas uma página em branco,quem sabe uma vírgula ou até mesmo um ponto final.Mas antes que você si expressasse, o meu coração já dizia: É ela,é ela! a tua coleção de poesia..mais sacra e tentadora!-,oh!,se não sabes o que me falar,eu te convido a lê a minha vida,vem! ela é o endereço de todos os meus sentimentos que tenho guardado para ti.Põem os teus olhos sobre mim...eu te ensino a me amar... e se tu me consentir...escrevo nesta Designação: (SÓ VOCÊ,SÓ VOCÊ!).
Falta!
"Hoje a Rua não me viu, nem eu vi a Rua. Senti uma saudade tão grande Dela! Já estou acostumado com Ela, de segunda a segunda é nós viu Rua? Até amanhã!."
"Deusa do amor
Veja o afro olodum
Ao passar na avenida
Todos cantando felizes
De bem com a vida
Caminhando lado a lado
Formamos um belo casal
Somos dois namorados
No swingue dessa banda
Balanço mais forte
Alicerce que tem nesse mundo
O cupido me flechou
Ai que dor
Vou no afro olodum
Que encontrei meu amor
Vem pra cá
Deusa do amor
Vem, Naná"
Vontade de sossego
De aconchego
De gentilezas e ternuras.
Ela era assim.
Sempre exilada de si mesma.
Nem sei teu nome.
Não sei de onde veio
Nem para onde vai depois de nós.
Mas fica aqui...
Tenho um corpo quente
Tenho uma boca faminta
Tenho uma ternura infinita.
Dividimos a cama
Partilhamos nossas chamas
Saciamos nossa fome...
Nem precisamos ter nome
Nossa carência nos basta
E nosso desejo sacia nossa sede.
... E do restante, nada importa
Hoje.
Eu vou cuidar de você.
Cuidarei dos teu sorriso e dos teu juízo.
E se os perderes,
o riso eu os ressuscito.
E o juízo?
Ah, meu bem...
Estes perdes em mim!
Eu sou assim...
(Nilo Ribeiro)
De tão comum,
chego a ser complicado,
às vezes sou um,
outras, multifacetado
viver é divino,
viver é tentar,
viver é destino,
viver é amar
eu sou assim,
vivo poeta,
se a porta se fecha para mim,
encontro uma janela aberta
não vivo em poesia,
ela que me conduz,
dá ânimo para meu dia,
preenche minha alma de luz
eu sou assim,
assim me apresentei,
a ideia foi ruim,
a distância aceitei
viver é belo,
viver é primor,
sou sim sincero,
sou sim amor...
TUA
Gosto de mim assim.
Submissa sob teu querer.
Meus movimentos limitados
sob tua força.
Anulando meus pedidos,
atiçando meu libido,
me corrompendo,
bebendo do meu mel
gota
a
gota...
Enquanto me reteso.
Minhas pernas trêmulas
pressionadas pelas tuas,
se escancaram,
portas
para o teu,
o meu,
o nosso
paraíso!
Nesse momento sou tua serva.
Totalmente à sua mercê.
Fêmea domada.
Possuída.
Entranhas ensopadas
pelo teu licor...
Satisfeita.
Mãos vazias
As mãos vazias
Caminham em silêncio!
Não o silêncio mórbido dá solidão
Ou pela dor de quem perdeu alguém.
Caminham em silêncio pela paz
De quem sabe que venceu mais um dia.
Mãos sujas e carrancudas
Que, alegremente, se banham em águas frias
Para retornar ao lar.
E em silêncios se aquecerem nos bolsos
Do velho jeans azul desbotado.
E quando chegam ao lar
Se entrelaçam em outras mãos
Mais graciosas e aquecidas
E o silêncio se perpetua naquele abraço
De dedos, unhas, mãos e almas.
AMOR PERFEITO
Vai majestade,
Amor. Busca o sentimento
O tempo é velocidade
E o querer argumento.
Como quiseres
o prazer,
Mas que seja pra teres
pra valer.
E,
Se cansares
Não venhas com lembranças subverter.
Se acaso não se acertar
Volte!
Vário é o lugar
Da saudade se solte
Pois tu amor, foi feito pra amar...
E a dor, chore!
Tudo passa, passará...
Não é preciso que implore
O que está escrito, estará
Amado perfeito... Folclore.
Viva e verá!
© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
2017, abril, 25
Cerrado goiano
