Tag poemas
Sentado
Olhe o passado
Não, não foi deixado de lado
Ensinamentos que foram guardados
De frente
Enxergue o presente
Então sempre tente
Seja persistente
Refletindo
Todos os sentidos
Me diz se não está sentindo
O futuro maravilhoso que está vindo
Foge de mim
Quem antes me procurava.
Com pés nus andando, furtivamente no meu quarto.
Vi-os suaves, mansos e dóceis.
Aqueles que agora são ariscos. E que não se lembram de que, às vezes, corriam perigo para me levar alimento, agora vagueiam constantemente Em busca de mudança.
Graças à fortuna, Foi, pelo contrário, vinte vezes melhor.
Mas uma vez em especial.
Em finos trajes Sob uma capa bonita.
Quando o seu vestido solto Dos ombros caiu.
E tomou-me
Nos seus braços longos d delgados.
Com toda a doçura e pureza nos beijamos.
E perguntou com suavidade:
Meu amado, gostais?
O Amor é Contingente.
Lagrimas, sorrisos;
Ócios do oficio;
Amar nunca foi facil;
Verdadeiramente, quase impossivel.
Palavras e canções;
Musicas e declarações;
Amor não pode ser comparado;
A outras emoções.
Tem que ser cuidado;
Tem que ter cuidado;
Pois alem de magoar;
Pode sair machucado.
Ame com sabedoria;
A pessoa certa, quem diria;
Luiz Carlos falando;
Sobre a verdade da vida.
Amor, meu bem;
Tudo oque eu sinto, vai alem;
Além da vontade de sentir;
O beijo de alguem.
Sem mentiras;
Só verdade;
O amor não tem;
Aparencia nem idade.
-Luiz Carlos
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Eu jurei para mim mesmo
Você não vale mais a pena
Porém na memória
Eu estou preso
As lembranças me torturam
Já não aguento mais esse peso
É complicado lembrar do passado
Sem deixar de te ver
Mas eu ainda acredito no tempo
Um dia, definitivamente, irei te esquecer.
Quando a vejo me encanto
As vezes me espanto
Seu sorriso é formoso
Bonito, e charmoso
Seu jeito animado
Me deixa deslumbrado
Seu batom, avermelhado
Que me deixa lisonjeado
Seu abraço carinhoso
Me faz vergonhoso
Seu jeito engraçado
Me torna bem-humorado
Seu nome?
Não posso revelar
Eu acho que ela, iria apelar
Mas uma coisa eu digo
Sempre vou lhe amar
E de seu amor irei zelar.
A CAPIVARA E A VARA
A capivara é um ser pensante
Sabe onde procurar abrigo
Come mato para sobreviver
Sem dúvidas, tem a felicidade consigo
No profundos da floresta onde cantam os sábias
Ao lado de um tronco de uma árvore está a vara
Que, por sua vez, não pensa, não come, não sente
Não vive como a capivara
Seu propósito não é condizente
O homem é um ser com alma
Assim como a capivara ele precisa sobreviver
Pega então a vara e sua coragem
E procura algo para comer
Entretanto falha em todas as tentativas
E a vara fica em vão
Abandonada pelo único que acreditara em sua capacidade de viver
Mesmo sem um coração
As profundezas da floresta já não estão em seu alcance
O canto dos pássaros não acalma a sua mente de fantasia
Agora só lhe resta o chão da estrada
E sua perpétua melancolia
Nos profundo dos lagos cristalinos
A capivara bebe das águas que a natureza lhe dera
Agradece à Buda, Jesus ou Espíritos da floresta
Pela maravilhosa vida que lhe propurzera
Em meio de suas preces sem sentido
A capivara abre seu olhos castanhos
E ao olhar para direita sua visão se transforma em pergunta:
O que aquela vara faz sem um dono, sozinha e sentindo culpa?
E o meu caminho começa
nessa franja solitária
no limite sem vestígio,
na translúcida muralha
que opõe o sonho vivido
e a vida apenas sonhada.
O crescente interesse pela história da ciência e da técnica tem profundas motivações sociais e reflete claramente as necessidades de uma época como a nossa, na qual ciência e técnica assumem um papel muito importante no domínio das forças da natureza e da história em benefício de toda humanidade; uma época em que a participação cada vez mais ampla das massas na direção do trabalho produtivo e na vida social exige a formação de um conceito científico do mundo.
O homem contemporâneo não apenas vive no mundo da natureza e no mundo social, mas igualmente, no mundo das invenções técnicas. A ideia de que as invenções técnicas são uma parte do mundo da natureza pareceu justificar-se durante todo o tempo em que foram um elemento bastante modesto da realidade.
O ENCONTRO A BEIRA-MAR
Ceará? Ou terra de Alencar?
Um lugar de beleza singular
Dona de bravios e verdes mares
Apaixona e encanta vários olhares.
Aqui, vim a me encantar
Pela poesia e prosa me apaixonar
Criei a virgem dos lábios de mel
Morena, linda, radiante como o céu.
Ceará! Meu Ceará! Fico a pensar
Se há outro lugar que tenhas esse mar
Lugar de cabra valentão
Por aqui, também andou Lampião
Com sua bela e doce amada
Apreciaram aqui a alvorada.
Hê, meu Ceará! Nesse belo mar
A jangada o pano veio a enfunar
Na orla da Beira-mar
Lugar de se encantar.
Há! Só seria melhor
Se aqui houvesse um forró!
Falando nisso não posso esquecer
Luiz Gonzaga, para alegrar esse entardecer.
Já sei! Vou reunir o povo
Para a orla alegrar
E para completar com algo novo
Os cearenses aqui irão brilhar!
Prepare o seu Coração
Segure a sua emoção
A Beira-mar, nas terras de Alencar
Nasce um novo encantar.
SORRISOS!
Um dia ao sussurrar ao vento
Pude me dar conta
Que um sorriso nos lábios
Podem ferir muitas almas amarguradas.
Pude perceber que ao sorrirmos
Modificamos olhares
Colorimos muitas faces
Incomodamos corações insatisfeitos
Suscitamos outros sorrisos.
Em um cochicho com o mesmo vento
Ele me acalmava.
-Muitos querem seu sorriso
Mais não querem a força que ele trás
Muitos almejam sua alegria,
Mas não querem suas agonias
Eles não sabem que sorrisos
Podem ser disfarces
Para esconder tristezas que assolam sua alma!
"Que as ondas agitadas do mar revolto não afoguem os nossos sonhos, desejos e sentimentos. Que o sangue não seja frio. Que a humanidade seja humana."
O medo
Eu sempre achei que meu maior medo seria nunca poder ser quem eu era de verdade.
Quando a gente conhece alguém que muda sua vida, que te leva aos céus e ao mesmo tempo te mantem pés no chão, você se torna frágil por dentro e forte por fora.
Talento e criatividade estão londe de serem poesia,
24 horas não são um dia.
O ano não termina na meia-noite com fogo de artifício.
Nem é a mensagem do fim que rompe o namoro.
"No quarto da minha vida eu rasguei o retrato de semblante aparentemente ditoso. Na mesma moldura pus o sorriso de liberdade. De repente, vi-me: solto, vestido, nu, tranquilo e feliz."
"Tantos com. E outros sem. O muito para poucos, o pouco para muitos. Embora caminhemos rumo à mesma cama, na qual descansarão os nossos corpos, a vida segue desigual."
"O educador apenas mostrou-me a estrada, e para que eu não me perdesse, ele apontou estratégias, fazendo-me protagonista de minha própria história."
Nunca fui bom em visão e olfato.
Paladar, audição nem tato.
O sexto sentido é meu único talento;
Sua voz insufla-me versos no alento.
Comprei auriculares,
Para ouvir seus cantares.
Cadernos, para registar o que me dita.
Presságio e pressentimento são heterónimos do poeta.
Qual é o sentimento matéria-prima do sorriso,
O amor e o coração tem o mesmo endereço?
Quando a alegria e a tristeza se mistura,
Que lado da mesma cara,
Deve rir enquanto o outro chora?
E se sai e se sai
E se afasta depois que me atrai
Esta é a minha vida de amores que surgem e que se vão como um
vento que leva uma porção.
"Desconecte-se. Por um momento ao menos, apague a tela dessa droga que te vicia. Sente-se ao meu lado, faz-me companhia. Seja o seu face a minha face."
