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Me dê o prazer de [você] ter prazer comigo!

A vida ensina que nada é pra sempre, só sabe o que sente quem por lá passou.

Se existe algo que eu não entendo é gente que só dá valor para as coisas depois que perde. Acontece com todo mundo. Uma vez ou outra. Até aí tudo bem. Não é preciso ter muita inteligência pra saber o quanto algumas coisas nos são caras. Mas não é que – de repente – a gente esquece? Vive achando que o passado era melhor, que a grama do vizinho é mais verde? Então, meu amigo, está na hora de rever seus conceitos. Essa coisa de “eu era feliz e não sabia” é coisa de gente fraca e não pega nada bem. A era do saudosismo já era, inventar um passado perfeito (pra aliviar o presente) não vai te fazer crescer. NUNCA.

Será que a gente precisa perder a casa, a saúde, o emprego (e o respeito) pra lhes dar os devidos valores? Será necessário que o amor se vá para ver o quanto ele era especial?

Sejamos sinceros: será que precisamos PERDER para, depois, aprendermos a VALORIZAR?

Existe sim, dor no amor. Mas não no próprio amor. O verdadeiro amor é intocável. Ele nasce, cresce e, sim, pode acabar. E é justamente nesse momento, que a dor aparece e em vários momentos.

Sentir a dor de se perder um amor é necessário, como tomar água para matar a sede.

Primeiro vem a dor de quando a relação acaba. O desejo acabou para a outra pessoa. Você tem que se acostumar com a ausência dela. Isso é difícil. Entender que os velhos costumes não vão existir mais. Que aquele restaurante que vocês frequentavam juntos ficou no passado. Que as conversas até de madrugada não vão acontecer mais.

Com o tempo, surge outra dor. A dor de perceber que a vida pode ser interessante novamente. Talvez com outro alguém, com novos amigos desse outro alguém, com a nova família desse alguém. Aí dói. Por que estamos acostumados ao amor daquela outra que amamos, que nos foi retribuído e vivido intensamente. E você acha que amor igual a esse nunca mais vai ter na vida. Por que era tão bonito, tão verdadeiro, impecável. Você não quer abrir mão daquilo que já viveu. Mas essa é a justamente a questão: já foi, já viveu.

E na verdade, é só o medo de recomeçar que assusta. Você já não ama aquela pessoa mais, como antes, mas gosta do amor que sentia por ela. Se admira por isso. Se admira por tudo o que viveu.

A última dor é a dor de sentir que esse amor já não está mais dentro de você.

Eu achava que as pessoas só se perdiam quando tentavam ir a algum lugar e achava que a vida das pessoas só ficava difícil porque elas estabeleciam objetivos. Mas, aparentemente, ficar no mesmo lugar por muito tempo também faz com que você se perca.

Como eu posso ousar a ser feliz em mundo onde não existe você.
Em um mundo onde não existe mais amor.
Em um mundo onde não existe mais sorrisos sinceros.
Como eu ouso sorrir, em um mundo banhado por ódio, racismo, preconceito.
Em um mundo onde tudo se acaba em um piscar de olhos e fica como se nunca tivesse existido.
Como eu ouso ser feliz em mundo que não me pertence.
Eu estou de passagem, não pertenço a esse lugar
Não me enquadro, não me encaixo, não me acostumo.
Como eu ouso ser feliz em mundo onde não existe mais seu amor...

⁠Dedico essa música a todos que se perderam no caminho. Dê sempre o seu melhor. Não desista. Levante a cabeça.

⁠Depois de perder meu irmão, tive um tempo difícil. Então tomei uma decisão. Disse a mim mesmo que viveria uma vida na qual eu não teria que perder ninguém. Não viveria uma vida divertida. Viveria uma vida na qual eu não sonharia com o futuro. Desde então, nunca tive uma noite de sono confortável. Nunca fiz piada, nunca toquei piano e nunca amei ninguém. Até você pousar no meu mundo um dia. Era assim que eu vivia.

Em Meus Sonhos
O celular desperta as 08:00 horas da manhã.
Cansado, por muitas vezes passar noites em claro pensando em nós, volto a dormir, a sonhar, às vezes sonhos e realidades se conectam de uma forma tão absurda.
Voltando aos meus sonhos, é como se realmente estivesse ali comigo.
Sonhando, assim vira minha realidade, muitas das vezes acordado, e em meus pensamentos, me deparo com situações criadas pela minha imaginação, coisas dos meus sonhos.
São sonhos tão reais, que às vezes não sei distinguir, se aconteceu na verdade.
Às vezes meus sonhos vão bem mais além, que posso separar da minha realidade.
Quantas vezes, não quis acordar, já quis continuar em meus sonhos, só pra não deixar se acabar, pedindo para que aquele sonho se tornasse real.
Querendo que aquele sonho fosse a minha realidade, acordo e vejo que tudo aquilo que estava em meus pensamentos, não passou apenas de um lindo sonho.
E mais uma vez, aquele sonho que eu tanto quis que fosse realidade, não passou de apenas fruto da minha imaginação.
Em meus sonhos, vejo como poderia ser nossa realidade.
Em meus sonhos, vejo você ao meu lado.
Em meus sonhos, vejo você comigo em todos os momentos.
Em meus sonhos você se torna minha realidade.
Em meus sonhos, você se torna tudo que eu sonhei pra mim, pra Você, para Nós.
Nem que seja apenas por alguns instantes, talvez horas.
Porque nem sempre são tão duradouros, às vezes a insônia acaba um pouquinho com dessa ilusão, fico acordando, sonhando com aquele sonho, querendo que tudo se transformasse na vida real.

Se você quer ganhar, você tem que saber perder.

Eu disse: Eu não vou perder o controle,
não quero que isso aconteça
Eu disse: Eu não vou chegar muito perto,
mas não consigo parar

Nenhuma memória se perde ou é apagada, e podemos acessar qualquer uma delas quando necessário.

Quando conhecemos o amor verdadeiro pela primeira vez podemos perder as estruturas, fazer loucuras, viver com mais intensidade e acabar até nos esquecendo de nós mesmos.

O amor e a perda são como um navio e o mar. Eles se erguem juntos. Quanto mais amamos, mais temos a perder. Mas a única forma de evitar a perda é evitando o amor. E que mundo triste esse seria.

Então, acorde-me quando tudo estiver acabado
Quando eu for mais sábio e mais velho
Todo este tempo eu estava procurando por mim mesmo
E não sabia que estava perdido

Depois de tudo que sofri, o que eu esperava era apenas esperar.
Aprendi a não sentir pena de mim por tudo o que a vida me roubou.
Mas o golpe de me tirar aquilo que nunca tive está sendo o mais difícil de aguentar.
Eu nunca tive, mas sempre sonhei como seria ter você.
Eram os únicos chutes que desejei. Os choros com que sonhei.
A verdadeira dor que sempre desejei sentir.
Eu sonhei em dar a luz para iluminar a minha escuridão.
Sonhei em sentir dor para curar meu coração.
Não era um grande abraço que eu esperava, mas seus pequenos braços para abraçar.
Passei noites sonhando em passar a noite acordada, sentindo a barriga pesada, o único nó na garganta que eu não iria querer desatar.
Nossa, era a única vez que eu iria adorar engordar…
Seria feliz subir na balança e ver o ponteiro disparar.
Eu não me importaria em ficar sem dormir, ou ter meus seios flácidos, tão pouco em ficar com mais estrias do que poderia contar.
Eu não me importaria com nada, desde que pudesse te ninar.
Mas você se tornou um sonho distante, tão longe que é impossível agarrar.
Era tudo o que a vida não tinha o direito de me tirar.
Mas você sempre terá vida em meus sonhos, já que não pode ter dentro de mim.

Sempre que perderes forças e a vida parecer sem sentido lembre-se que o seu espelho é a resposta para isso, pois é nele que se encontra a pessoa mais leal que precisas, capaz de te motivar e inspirar.

“Atitudes decisivas geram mudanças importantes. Sempre que mudar, esteja preparado para ganhar muito e perder algumas coisas, pois toda mudança implica em algum tipo de perda.”

Minha última paixão, único amor

Às vezes eu gostaria de fantasiar com a vida, acordar com os sonhos, viver com a loucura, amar com a despedida, chorar com as alegrias, sorrir com os abraços, rir com os beijos e viver imersa no espaço de um coração.
Queria voar com a alma, andar com a liberdade, beijar com a verdade, sonhar com a felicidade, amar com a saudade, partir com a eternidade, queria me lembrar de um amor de verdade.
Queria dar à vida um pouco mais de veracidade, dar aos momentos inesquecíveis a hora da eternidade, dar a chuva o calor do meu amor, dar-me em flor para um grande amor, dar-me além, queria me entregar por inteiro, não apenas de corpo ou apenas de coração, queria entregar-me de alma. Mas não toco os pés no chão se eu voar, e se eu voar, eu posso, mas logo caio ao chão.
Queria dar asas a minha alma para que ela voasse pelos céus da felicidade, sobrevoasse os mares da verdade, pousasse sobre a ilha do amor, deitasse sobre a areia da pureza, que observasse a paisagem e lesse a vida nas palmas do tempo e me levasse com os ventos adentro.
Queria beijar, amar e voar, mas não posso, tenho que escolher um ou outro querer para assim não sofrer nem derreter meus sentimentos em lágrimas tentando esquecer.
Queria que minha alma pousasse no seu coração, mas digo queria, pois se dizer que quero, eu me apego e enlouqueço.
Queria viver e amar sem medo de sofrer, nem medo de perder, nem medo de sonhar, mas deixo de querer para viver sem sofrer... E esse é meu último suspiro que tenho a dizer.

O ser humano é assim:
É necessário perder tudo pra perceber que já tinha tudo.

A pipa é uma linda metáfora para nos basearmos, por conta de sua capacidade de voar, cair, desfragmentar, combater, ganhar, perder.

Perder alguém é como perder algo que não vai estar na caixa de achados e perdidos.

“O amor se realiza quando recebemos de volta as coisas que amamos e perdemos”.

(Extraído do livro Pensamentos que Penso Quando não Estou Pensando, Editora Papirus, 3ª Edição, página 64).

Preferia sofrer com a dor de um tiro do que chorar com a dor de ter perdido você para minha imaturidade.

Sobrevivente por mais um dia de moderada alegria e sem ilusão, é a proclamação mais forte de uma existência persistente de seu jeito de viver. Quem tudo ama quem tudo sente homeopaticamente por fraqueza emocional na normal possibilidade de um dia, de perder las. A criança esperta que já se defende, vai dormir no melhor da festa, não por soninho mas por que precisa guardar momentos bem alegres para as próximas horas de tristezas. Adoro crianças, mas jamais teria uma. Afinal já morri e nasci tantas vezes, mil e mil vezes. Não teria a minima coragem de hereditar, fazer herdar a um ser com parte de minha alma tosca e sombria e não ter a total certeza que ele teria a minha mesma força e insanidade para recomeçar e reconstruir tudo de novo todas e tantas vezes. Não suportaria ver um fim, deste indefeso ser antes de mim, E eu vou me escondendo, incompreensivelmente dentro de mim, nos quatro cantos do espirito pois toda vez que estou diante do que muito amo e diante do que muito me alegro, me afasto e congelo pois não tenho a minima maturidade e força emocional interior para administrar com clareza a fatal possibilidade de uma hora para outra, perde las. Não somos egoístas seres de fartas insensibilidades, pelo contrario quem vive isto sabe bem, que para certos sensíveis doloridos os fortes sentimentos inegociáveis são como o mais forte entorpecente, levam da euforia aos abismos sombrios da existência,