Tag palavras
"Flor de inspiração;
Sorriso que alegra o meu dia;
Basta apenas te imaginar;
Que o pulsar do meu coração, chega na
Luz do universo.
O Saber em citar;
Citar algo que seja com sabor de felicidade.
Eu vou citar a nossa fé;
Eu vou citar os bons momentos;
Eu vou citar os seus sorrisos;
Eu vou citar o sabor do nosso beijo.❤
O seu olhar no meu olhar,
Como se fosse a lua ao encontro do mar;
Amanheceu e vi o seu sorriso, como se fosse o sol na luz do paraíso;
Fechei meus olhos e lembrei de você,
Mesmo não estando perto eu vejo você. ❤
Eu fecho os meus olhos e já me lembro;
Me lembro bem dos seus sorrisos,
Do seu olhar no paraíso.
Eu vejo....
Vejo você no coração;
Como no céu constelação;
Eu te vejo..
Como a estrela mais brilhante;
Com seu olhar de diamante;
Que ilumina bem constante.
Sintomas de Saudades, é lembrar dos bons momentos;
Sintomas de saudades, é o amor que vem de dentro;
O amor...
Amor é um sintoma que costuma nos lembrar;
De pessoas bem queridas, que nos fez até chorar;
Chorar...
É saudade de quem não está mais perto;
Pois nos resta relembrar, desse amor que esteve perto.❤
palavras perfeitas,são aquelas que saem em silencio de nossos corações, aquelas que sentimos na alma a sinceridade com que são expressas
Escrever é benção e maldição na minha vida. Colho frutos e pedradas. Me esvazio e me sinto cheia. Me acalmo e enlouqueço. Tento manter uma certa privacidade, mas as palavras sempre me expõem. Me sufocam. Eu continuo sendo ninguém na fila do pão, muito provavelmente nem digna de ser lida. Mas mesmo ciente disso, não consigo segurar o impulso de traduzir em letrinhas o tsunami constante que vive dentro de mim.
E o que eu faço com as palavras?
O que faço com o desejo incontrolável de escrevê-las, de dizê-las?
E o que eu faço com as inspirações imprevisíveis?
Com a busca incansável por respostas, com o não-contentamento que permanece?
O que eu faço com as indagações, suposições, com os pensamentos sempre surgindo, descompassados e ansiosos em serem perpetuados?
O que eu faço com a necessidade intermitente de saber, e tornar a saber depois que já se sabe?
O que eu faço com a busca pelo eu, pelo eu do outro, e pela "re-busca" e novas buscas do meu ser?
Com o desejo de estar sempre buscando o inatingível?
O que eu faço com o fato de me tornar cada vez mais introspectiva, vendo que o universo lá fora é bem menor do que o universo interior que cada um carrega?
E o quanto é gostoso e viciante descobrir que não se pode chegar ao fim?
O que faço com as palavras... todas elas que surgem do nada, e do nada se vão, para depois retornar com mais força?
É assim... dias de silêncio, dias de vazio, dias de branco. Dias e dias, dias de buscas, dias de perguntas, dias de respostas, dias de perguntas com respostas, dias de respostas sem perguntas.
O que eu faço com as palavras?
Eu as deixo livres. Elas são o que são, e eu sou apenas instrumento...
apenas mais um instrumento, à espera da próxima reflexão.
Do próximo rascunho, do próximo eco, da próxima inquirição.
"Se eu puder dizer ao universo minhas últimas palavras no meu último respirar, direi: Deus, foi uma honra te servir, eu faria tudo de novo, e de novo, e de novo..."
Não guarde com amor as boas palavras de uma pessoa em seu coração, nem em seus pensamentos. Pois se esta pessoa se virar contra você as boas palavras desta será seu pior veneno. Vai danificar seu coração e confundir seus pensamentos. O ideal é ouvir, agradecer e seguir a diante.
Nós quase nunca temos dimensão do impacto das nossas palavras. Tanto as para o bem, quanto as para o mal.
Houve um tempo em que, palavras bonitas pulsavam o coração e massageavam o ego, hoje não mais... elas têm que virem precedidas de coisinhas miúdas e gestos relevantes! Palavras o tempo leva, atitudes ficam!
