Tag natureza
O paisagismo paradisíaco
O mundo se transforma, calmo e sereno
Magia épica das montanhas
Que colorem os olhos de amantes
Da natureza, bela e potente
A beleza risca os céus de búzios
Sol, águas límpidas e artes na areia
Garças e barcos disputam
Espaços do mar, na calmaria
Da armadura de João Fernandes
Sintomas de nobreza e exuberância
De Saint Tropez de Brigitte Bardot
Poesia culinária da Tia Chica
Aflora nas mãos mágicas
Santas e talentosas
Da Patrícia, amante do segredo
Do irresistível arroz, que desperta
Encanto, traz à tona a mão santa
Revela o sublime sabor exuberante
Que encanta e apraz o sabor da agradável
Simpática e sorridente Franciele…
A lhaneza do João, sábio, tranquilo
E atencioso, educado e eficiente
Enfim, o lirismo da implosão de argentinos
Que esbanjam alegria e transbordam
Força de trabalho na orla
Do prazer e da humanidade
Folhas não falam e nunca falham, mesmo secas e mortas dão vidas, são vivas, nas incontáveis multiplicações do seu gigantesco micro poderoso aliado ao solo, se molham com a chuva se secam com sol, espalham-se em montes e fileiras formando um mosaico natural. Folhas mortas são vidas, são vivas, são a essência da ciência na natureza.
O verde da natureza descansa minha vista, a correnteza dos rios me lembra que a vida tem seu segmento, o ciclo das plantas me lembra que tudo na vida tem seu momento certo para acontecer, e a perfeição da natureza me lembra que existe um Deus que move minha vida!
A natureza Humana
A natureza humana, entrelaçada em histórias de fome, solidão e desprezo, clama por atenção, mas frequentemente é relegada ao invisível, continuamente estamos imersos em rotinas que nos tornaram frios, esquecendo que cada rosto abandonado carrega um universo de anseios e lutas. O eco do desamparo ressoa nas calçadas da vida, onde o olhar se desvia e a indiferença se instala, pois perdemos a capacidade de nos conectar, de sentir a compaixão pulsar dentro de nós. É urgente resgatar a empatia, para que não sejamos meros caminheiros, mas também acolhedores, rezemos para que a luz da humanidade brilhe novamente, revelando os que, em meio à escuridão, ainda esperam ser vistos.
Às vezes, é necessário se perder na vastidão da natureza para que, ao nos encontrarmos, possamos reconhecer a essência do que realmente significa voltar para casa.
A chuva que molha as flores é um sussurro do tempo, ensinando-nos que a beleza da vida é tão passageira quanto cada gota que cai.
Ah, as flores… Sentinelas da primavera, vestidas de cores suaves, sussurram segredos ao vento, onde suas pétalas, como abraços delicados, acariciam o ar. Cada aroma é um verso, cada botão, uma promessa de renascimento, e nessa dança do tempo, elas nos lembram que a beleza reside na fragilidade da vida.
Viver na natureza é um estado de plenitude. É reconhecer que se perder faz parte do processo de se encontrar. É abraçar o caminhar sem pressa, o silenciar interno, o olhar atento, e o sentir profundo. É aceitar que a vida, em sua essência, é um grande ciclo de descobertas e aprendizagens contínuas. É, acima de tudo, compreender que viver verdadeiramente é se permitir ser tocado pela simplicidade e profundidade que a natureza oferece, sentir a umidade do ar, o calor do sol, o fresco da sombra e o pulsar de cada criatura viva ao nosso redor abre nossos sentidos para uma conexão mais visceral com a terra. Sentir é se permitir ser transformado, é acolher a natureza como parte intrínseca de quem somos. Neste reflexo de existir em harmonia com o mundo natural, nós descobrimos que o maior presente que podemos nos dar é simplesmente viver com autenticidade e consciência cada instante que a natureza nos proporciona.
Existia algo naqueles olhos, que era impossível decifrar.
Queria me perdoar, por uma combinação tão complicada.
Era vazia e intensa.
Pois era a única coisa que carregava consigo, seus sentimentos.
Escravo do que seus próprios olhos viram, sua alma era coberta de cicatrizes.
Noite de Lua cheia, o vento corria a sudoeste, suspeitava que levaria uma vida solitária.
Sentava à beira de um lago reluzente em cor de prata, e observava o horizonte infinito.
Uma música comovente ao fundo arrepiava qualquer um que escutasse.
Uma neblina forte se ensaiava, e ao passar, não existia mais ninguém.
A angústia e a paixão, nasceram ali.
A Natureza produz o suficiente para cada um, o problema é que alguns são descontrolados e pegam a mais do que precisam.
Somos filhos da natureza, irmãs e irmãos do ecossistema. Porém, alguns querem convencer o contrário, que dependemos das máquinas.
É impressionante, quanto mais ficamos sabendo que precisamos da natureza, para nossa sobrevivência, mais a destruímos. É totalmente irracional.
Os pássaros têm liberdade de voar, porque eles respeitam a natureza e sabem viverem com ela em harmonia. Imagine dando essa liberdade para os seres humanos.
Nicole, és a brisa que toca o jardim,
O sussurro do vento, o começo e o fim.
És o canto das aves ao raiar da manhã,
A dança das folhas na luz que se espalha.
Tens a força das águas que correm no rio,
O calor do sol que afasta o frio.
No brilho das estrelas e no luar profundo,
Nicole, és essência que enfeita o mundo.
És o verde das matas, o cheiro da terra,
O silêncio que reina onde a paz se encerra.
És o ciclo que guia a vida a crescer,
Nicole, és o espírito do bem-querer.
Teu nome ecoa nas montanhas e vales,
Nos campos floridos e nas grandes margens.
Onde estás, a natureza se faz canção,
Nicole, és a vida em cada estação.
A cada dia, a ciência descobre mais benefícios nas folhas das plantas. Essas novas descobertas mostram a importância da natureza em nossa vida.
A natureza é nossa grande aliada, se a tratamos com respeito e responsabilidade, viveremos bem e em abundância, caso contrário, com sofrimento e miséria.
A natureza nos ensina a ter paciência, paz e respeito pelos outros. Através dela encontramos a nossa essência.
A natureza é cruel por natureza, não espere algo melhor dela, se quizer algo melhor, decepcione e seja cruel com o que a natureza lhe impõe e seja feliz.
A casa de Deus não é os templos frios e vazios. A casa de Deus é a natureza, com as montanhas, os pássaros, animais e tudo que compõe a vida.
[Retrato]
Já era quase metade do verão
Em um parque por nós desconhecido
Sol de domingo à tarde, pós chuvão
Sentimento de foragidos
Inspiração para fotógrafos e mosquitos
Colecionamos olhares e sorrisos
Até um retrato de nós perfeito
Num momento Gostoso foi feito.
Não importa onde estamos…seja à beira de um lago, no alto de uma montanha ou parados na estrada. O sol sempre encontra um jeito de nos lembrar que a beleza está nos detalhes.
No silêncio da natureza, onde o tempo parece desacelerar, encontramos refúgio para nossas almas inquietas. Dias incríveis se desdobram diante de nós, como páginas de um livro aberto pela brisa suave.
E o cheiro de mato, é como uma poesia que desperta nossos sentidos. Cada inspiração é um convite para nos perdermos na vastidão verde que nos cerca, lembrando-nos da beleza intrínseca que muitas vezes passa despercebida na agitação do dia a dia.
Assim, em meio a esses dias incríveis na natureza, descobrimos um equilíbrio renovado e um apreço mais profundo pela simplicidade que o mundo natural oferece…
Encontramos um poema escrito pela própria essência da vida.
