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Romance Pela Pátria Amada
Sejamos românticos por hoje!
Vejamos apenas a melhor parte.
Olhe para os coqueiros, para as águas cristalinas, para as dunas, os cactos, para as florestas; olhe para nossa fauna e flora, contemple nossas paisagens...
Sim! pintadas pelo Pai das artes.
Que nos permitamos esse momento de contemplação...
Ele é verde, amarelo, ele é azul e branco, Ordem e progresso ainda estão engatinhando, todavia, sejamos românticos...
Pelo menos por hoje.
A pátria é sempre uma terceira família, isso explica o motivo de os Integralistas utilizarem "Deus, Pátria e Família" como lema.
O racista nada mais é do que um apátrida frustrado com a sociedade, essa que não foi destruída pelos mestiços ou negros, mas sim pela falta de união dos povos que formam o país
Na historia, nunca houve sequer uma instituição que mais fez pela humanidade, senão a Igreja Católica
Leonel Brizola, líder destemido,
Com coragem e amor, sempre erguido.
Campanha da Legalidade, em defesa da nação,
Pela democracia, uma eterna paixão.
Até o cunhado defendia, firme e leal,
Na educação, o Brizolão, marco sem igual.
Passarela do Samba, alegria a irradiar,
Cultura e emoção, no coração do Rio a pulsar.
O Rio de Janeiro amava Brizola,
Seu legado e paixão, uma história sem viola.
Nacionalismo de verdade, orgulho em cada ação.
Amor ao Brasil, gaúcho valente,
Maragato, lutador e visionário, eloquente.
Leonel Brizola, em nossa lembrança,
Um líder cuja história, em glória, se alcança.
A Guerra
A guerra é contra a humanidade
A maior insanidade
Destruição da raça humana
Independentemente de cor
Ameaça todo tipo de vida
Causando imensa dor
Roubando a inocência das crianças
Abalando as mulheres, os idosos
Nossos pais e mães.
Mas até então nada se dizia,
Somália, Iêmen, Síria...
Ninguém liga,
Pois aí a guerra sempre existia,
Tio San, já domina,
São mestiços e pobres que ali coexistiam
Mas agora todos “Putins” da vida!
Bombardearam a região Europeia
Machucaram a elite,
Não as pessoas “feias”
O sangue azul
A pele branca
Os olhos claros
Choram ...
Um mundo que caminha para a extinção das fronteiras e o respeito à diversidade não comunga com o ultra nacionalismo-conservacionista.
Audaz pavilhão é honra
De quem crê no futuro,
Na sua gente e no seu país.
Seduz gloriosa a honestidade
Do coração desta Nação;
Faz da exaltação à Pátria
Tão grata e fértil aragem.
Vivaz paixão é a virtude
De quem a carrega consigo;
Na semeadura não correrá
Nenhuma dúvida ou castigo.
Assaz entre todas as misturas,
O meu sangue verde e amarelo;
Azul e com o brilho dos astros
Publicados pelo seu decreto.
Reluz o clarão da honra
De quem a carrega com orgulho,
E reafirma esta diretriz.
Verde, amarelo, azul e branco
Pedi para cantar o Hino Nacional
Não sei se alguém me ouviu
O mar levou o meu pedido
O céu se abriu invernal
Talvez o meu pedido ele tenha levado
Talvez ele sequer tenha chegado
Na esperança de que o país me escute
A voz de alguém que não cansa de amar tanto
E de se dedicar não temendo nem a eternidade.
A cada sorriso teu,
A cada olhar meu,
O céu reverencia,
Amar é rebeldia,
O amor tudo muda,
Nos deixa mudos,
Bom ouvintes,
E melhor observadores...,
É próprio dos amantes
Ter esse tipo de comportamento:
Enxergar no corpo do outro o rio
cristalino e se ver no reflexo dele.
Só o prazer do outro satisfaz,
A fome do outro é audaz,
Tudo sempre surprende,
Tudo muda, brinda, liga,
- e nos religa
Celebrando a vida,
O dia fica mais belo,
A tarde vira audaciosa,
A noite mais brilhante,
Ninguém sabe um terço,
Do que o amor é capaz
De fazer e de revolucionar.
Caminho com o meu tato
Pelo teu corpo,
Como quem caminha
Por uma estrada rural,
Experimentando o teu perfume
Campesino e sensual,
Cheiro de capim-limão
Que inunda o meu coração,
E pertence ao meu olfato,
- fato -
Consumado, escrito e confirmado,
- celebrado
Provocaste-me com o teu jeito de mato.
Não conheces Pátria mais garrida
Glória mais sofrida e renhida
De toda a sorte e toda a vida
Do merecido orgulho da tropa
Das eternas luzes mauás
Não sabe em qual lugar estás
Por nossas histórias magníficas
De todas as lutas e todas as lidas
De recomeços e novas partidas
Porque somente de um sopro doce
Se constrói e faz renascer um país.
Qualquer pessoa que ostente cargo público e ofende cidadãos de nossa Pátria, está manchando o nome do Brasil com a tinta da desonra. Um verdadeiro patriota não tem a necessidade de ser um ofensor.
Oficial das Forças Armadas de nenhum país do mundo pode 'ser' um considerado um 'homem simples'. Político experimentado no Congresso Nacional já deveria entender muito bem de Brasil.
Não existe líder que se estabeleça sem um opositor a altura, o excesso de combatividade ideológica é simplesmente transitória porque a subjetividade é flutuante. É só observar a História.
Uma crise política ou uma crise econômica não podem levar as pessoas a entrarem numa negação coletiva da memória afetiva dos símbolos, tradições, cultura e de reverência aquilo que nos faz Nação.
Critério de exposição
sem prejuízo
ao conteúdo da obra,
não é censura.
Censura é corte ou alteração
de conteúdo, e em casos
mais agudos proibição
total da publicação
ou exposição.
Censura é o quê os picolés de chuchu
fazem enchendo o saco
ou te cerceando socialmente
quando tu expressas uma opinião
que não agrada a fantasia deles.
Quem trabalha com o povo tem que ter tato e sensibilidade social aconteça o quê aconteça, e sempre que ocorrer uma contrariedade tem que saber se portar com humildade, paciência, tato e sensibilidade social.
