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O calo do teu pé ou a impossibilidade de comprar algo inútil te dói mais do que a fome de outros, do que a morte de milhares, do que a miséria do mundo e o sofrimento de outros seres e isso tem que mudar.
O posicionamento começa de dentro pra fora. É uma questão de trabalhar na estrutura. Não na fachada!
Deus não vai mudar sua história sem antes mudar sua mente. Uma nova história pode ser destruída por uma velha mente.
Uma simples espiadinha no mundo é como colocar seus olhos em um buraco com pregos. Seus olhos podem nunca mais enxergar Jesus.
Identificar nossos esforços desperdiçados em vão é uma ótima oportunidade para mudarmos de estratégia rumo à conquista de nossos objetivos.
Pessoas mal resolvidas vivem como se nada no mundo pudesse ser mudado. Convivem com o que faz mal como se não conhecessem o que faz bem. Entregam-se aos pensamentos destrutivos, às atitudes indesejadas e aos desejos fúteis sem refletirem sobre as consequências de seus atos.
Quanto mais me envolvo com os privilégios da resiliência, mais encontro desvios que me protegem dos choques de realidade.
Considerar os efeitos colaterais resultantes da constante busca pela realização de desejos demasiados é uma atitude necessária para dispensar vícios iminentes.
Um Ano Novo terá mais força para trazer consigo as realizações que desejamos se utilizarmos de atitudes edificantes e aproveitarmos as oportunidades do agora.
A busca pela evolução pessoal, ainda que despretensiosa, nos contempla com a sensação de pertencimento a este mundo de ininterruptas transformações.
A partir de hoje,
são ventos novos, mundos novos.
Os corvos abrem meus olhos,
voam entre mim.
A maturidade substituiu as dores.
O caos vai ter fim.
cORaçÕES qUEImadOS
uma constante caça
no meio desse mar de lava,
antes até parecia ser mais fácil
mas sozinho se torna assustador.
a vida é um grande terror
sem medo, sem pudor.
até que eu gosto desse caos,
pois é ele que me traz ânimo de estar aqui,
por provar desse fogo
que no calor é mais gostoso.
eu amo esse jeito de não levar desaforo
e dar a desculpa que é um crime culposo.
vou desmestificar os tais "fiéis",
espalhar o meu fogo nos bordéis.
meu coração é de bar em bar,
sou infernos a superar.
o mundo inteiro quer me desmanchar
só por que tenho o poder de me curar.
porque ninguém nunca teve o poder
de voltar depois de se dilacerar.
cada ferida se cicatriza, ateia fogo,
recupera das cinzas.
os corações que já tive foram queimados
e hoje, reconstroem em todos os pedaços.
lindo é o caminho, fé que vai chegar
um santo que me mostre
o dia que os corações queimados
vão se encontrar.
que sempre esteja vivo
o meu poder de recomeçar e fazer das cinzas
um fogo que nunca vai apagar.
entre os cortes rasos de uma faca cega
e os profundos de uma espada medieval,
aos imensos vórtices do espelho que refletem a estranha sinestesia
do cheiro do sangue vermelho que jorra de alguém que já se foi;
e ecoam o som dos passos rápidos de um mago que custa ao desvendar um mistério,
mesmo já sabendo para quem seria passado o trono do império,
ou do clero que arrasatavam suas túnicas ao chão etéreo
desesperados ao som do anúncio da guerra dos ingleses,
manchando de terra o pano branco lavado pelos camponeses.
um estranho caminho já traçado me leva a segui-lo inteiro passo a passo
sentindo o toque gelado da armadura de aço,
ao cheiro forte da sala do trono feito de couro legítimo,
os mapas do comércio marítimo
e as decisões tomadas para a próxima guerra,
as toras de madeira na lareira me esquentam
e ainda ouço elas sendo cortadas ao som da serra,
que em conjunto, formam um futuro já criado que se desenterra.
designado da passagem de um trono hereditário;
na cabeça, uma coroa que pesa desde o berçário
que resultava do trabalho árduo hierarquicamente vindo dos currais
de terrenos feudais,
no fim, acabamos todos como os nossos pais.
pelo castelo passeiam os plebeus e os bobos da corte
com falsas piadas disfarçadas de críticas sociais
sujando as américas e o europeu,
de quem desmerece tudo que passou, de quem nas trincheiras morreu.
não sou culpado, todo o meu futuro já está escrito,
desde quem mora em castas cobertos por vestes gastas
ou do mundo dourado da corte que será maquiado em alguns séculos por cineastas,
quem te dá a certeza que foi essa vida que valeu?
você me questiona muito, o por que de não mudar a realidade,
por que estamos em época de um histórico apogeu
elogiando um livro facilmente mesmo para quem nunca o leu,
entre quatro mil palavras e filosofias
diz que não nasci pra isso,
mas afinal, quem sabe para que nasceu?
Para que você possa ser aquilo que você almeja ser amanhã, é preciso deixar de gostar de quem você é hoje.
As águas do oceano evaporam transformando-se em chuvas, assim são as pessoas, quanto mais vivem, mais mudam de opiniões, maneiras de pensar e agir, entendendo e aceitando isso com naturalidade, as entenderás muito mais!
Nossas falhas podem ser motivo de irritação, reflexão ou de preciosa aprendizagem, a decisão é só nossa!
Conforme o tempo passa à de se perceber as mudanças, consequentemente haverá arrependidos por suas escolhas. É preciso entender, o trauma das escolhas não feitas torno-ó e transformo-ó em um ser capaz de torna decisões difíceis em experiências únicas.
