Tag militar
Lampejo de sabedoria jurídica. No Código Penal Castrense existe a figura da excludente de ilicitude do Comandante.
Assim, não há crime quando o comandante de navio, aeronave ou praça de guerra, na iminência de perigo ou grave calamidade, compele os subalternos, por meios violentos, a executar serviços e manobras urgentes, para salvar a unidade ou vidas, ou evitar o desânimo, o terror, a desordem, a rendição, a revolta ou o saque.
Na Justiça Militar, a execução da pena privativa da liberdade, não superior a 2 (dois) anos, pode ser suspensa, por 2 (dois) anos a 6 (seis) anos, desde que preenchidos os pressupostos objetivos e subjetivos do artigo 84 do Código Penal Militar.
A sociedade que separa os eruditos dos guerreiros será pensada por covardes e defendida por idiotas.
Aqueles que têm o dever de corrigir e se omitem, serão corrigidos pelos que não prevaricam no seu dever.
Caveira Blindada
Hop Hop
(Hop Hop)
Hop Hop
(Hop Hop)
Puxa a canção porque eu quero cantar!
(Puxa a canção porque eu quero cantar!)
Hoje eu só paro quando minha perna sangrar!
(Hoje eu só paro quando minha perna sangrar!)
Acordado noite e dia para virar caveira!
(Acordado noite e dia para virar caveira!)
Também conhecido como terror das trincheiras!
(Também conhecido como terror das trincheiras!)
Gritos de discórdias vem cortando o ar!
(Gritos de discórdias vem cortando o ar!)
No calor dessa batalha só o sangue a pulsar!
(No calor dessa batalha só o sangue a pulsar!)
Em cada cicatriz uma história de dor!
(Em cada cicatriz uma história de dor!)
No campo de batalha lutaremos sem temor!
(No campo de batalha lutaremos sem temor!)
No eco da trombeta vem o grito que se estende!
(No eco da trombeta vem o grito que se estende!)
A guarda morre mas não rende!
(A guarda morre mas não rende!)
BGP, Brasil!
O Brasil tem tradição de civis dispostos a lamber as botas dos militares em troca de um golpe que os salve do fantasma do comunismo.
Quando a injustiça emana justamente da instituição que carrega o peso de garantir a justiça, o coração do advogado se parte. É um paradoxo doloroso: lutar em nome do Direito e, ao mesmo tempo, testemunhar sua negação. Em momentos assim, parece que a balança da justiça se inclina ao avesso, oferecendo amparo àqueles que ferem e desamparando os que juraram proteger.
Para o policial militar, que carrega nos ombros o fardo da ordem pública, a sensação de abandono pelo próprio sistema é uma ferida que o Direito deveria sanar, mas frequentemente ignora. Quando a lei, que deveria ser imparcial e firme, parece pender para o lado de quem desrespeita suas regras, o sentimento de impotência é inevitável.
E o advogado, que deveria ser a ponte entre o indivíduo e a justiça, encontra-se questionando seu propósito. Como acreditar no Direito quando ele falha justamente para aqueles que o defendem com a própria vida? No entanto, é nessas horas que a verdadeira essência do advogado é testada. Ele deve se lembrar de que, por mais que o sistema seja falho, sua luta não é vã.
O Direito não deve servir apenas ao papel. Deve existir, sobretudo, na prática, para todos — sem distinção. Ainda que a estrada seja árdua, é a persistência em buscar a justiça que mantém a esperança viva. Afinal, a injustiça que hoje sangra o policial militar deve ser combatida com a força de quem ainda acredita no ideal de um mundo mais justo.
Só quem perdeu, um dia, a liberdade, pode avaliar quanto ela vale.
Então ela me perguntou:
"o que é uma guerra?"
"É a arte de caçar e matar seres humanos para satisfazer a fome de um soberano."
Me deixa ser louco,
me deixa ser solto.
Ser livre, amar feito um bobo.
Deixa voar nas minhas ideias,
querendo se apresentar
para várias platéias.
Cabeça nas nuvens, cabeça na lua.
Com o vento na cara,
o mundo flutua,
correndo nessa rua.
É disso que vive o criativo.
De repressão, é o maior fugitivo.
Me deixa mostrar quem eu sou,
o que eu quero passar,
por onde andei.
Não me sufoca.
Foi sobre esse caos, que lhe contei.
Arte, nunca te degradei.
Afasta de mim esse cálice,
que hoje, já não posso mais.
Hoje, é revolução, é opinião.
É o fim dessa idealização.
Por que essa arte, superou tudo
até qualquer tipo de intervenção.
Afasta de mim esse cálice,
que hoje, já não posso mais.
Hoje, é revolução, é opinião.
É o fim dessa idealização.
Por que essa arte, superou tudo
até qualquer tipo de intervenção.
Os desafios do combate exigem que, entre os militares exista um nobre sentimento chamado – CAMARADAGEM!!!
Hoje, o perfil do Caveira faz parte da cultura brasileira e é sinônimo de pessoas extraordinárias, fora do comum, acima da média. Quando alguém afirma: “esse cara é caveira”, referindo-se não ao policial militar cursado, mas a um vendedor, um prestador de serviço, um motorista ou qualquer outra profissão, significa que são excepcionais no que fazem. São pessoas arrojadas, corajosas.
Quando falamos de operações especiais, retratamos pequenos efetivos rigorosamente selecionados, altamente treinados, armados e equipados com o que de melhor existe (ou o que se pode conseguir) para o cumprimento de missões extraordinárias, quase impossíveis ao senso comum. Esses homens, dependendo do ponto vista, são considerados super soldados, às vezes heróis e, por que não, super-heróis?
