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Me dou conta que as pessoas são como icebergs. Navegamos em meio a mares estranhos e desconhecidos, e aquilo que enxergamos quase sempre é o superficial. Nos reduzimos a acreditar na imagem evidente, fácil, quando o visível aos olhos, uma fração irrisória do todo, na verdade esconde um universo inteiro submerso.
Relacionamentos longos são difíceis. Você não pode esperar ter uma fogueira crepitante imediatamente. Não pode colocar a lenha graúda primeiro. Tem que começar com os gravetos, os que vão acender a fogueira, certo? Depois deles, você coloca a lenha e aí tem as labaredas. Um relacionamento bom é assim. Certo? Mas tome cuidado. Às vezes é difícil achar o graveto certo para acender a fogueira. Um bom graveto.
Sempre que eu tenho uma crise de pânico é como se eu fosse um saco de bolinhas de gude que alguém roubou e, na fuga, deixou cair. Pra que eu funcione, as bolinhas têm que se juntar. Mas juntar essas bolinhas não é tarefa fácil.
Sabe por que o barco flutua e a pedra, não? Porque a pedra só olha para baixo. A escuridão da água é imensa e irresistível. O barco também percebe a escuridão, que tenta a todo momento dominá-lo e afundá-lo. Contudo, o barco tem um segredo. Ao contrário da pedra, seu olhar é pro alto, não pra baixo, fixo na luz que o guia, que promete maravilhas que a escuridão desconhece.
A estrada é longa, cheia de obstáculos e curvas. Mas também há atalhos e paisagens incríveis para se contemplar. Às vezes a estrada fica vazia, mas é só esperar, outros carros ainda vão passar. À noite fica difícil de enxergar, mas você pode dar um tempo, esperar no acostamento até o dia clarear. Continue, vá em frente, porque a sua jornada é importante. O fim dela ninguém sabe, mas você pode se surpreender por onde vai passar e onde vai chegar.
Conta-se sobre uma jovem aborígine, que em uma tribo antiga desconhecida habitava.
Em tudo o que queria, não agia.
Senão pela sabedoria a qual o velho xamã de sua tribo ensinava.
Das coisas que o velho dizia, havia uma lenda ancestral, que falava sobre o bem e o mal.
E a lenda primitiva que falava então, sobre a luz e a escuridão, se referia a dois lobos que habitavam o seu destemido coração.
"Para isso criança não existe domínio, se não ao qual você mais se atenta. Pois das suas ações só sobrevive dos dois, o lobo ao qual você mesma alimenta."
Os seus lábios eram finos como casca de maçã, no entanto, seus beijos não eram doces... Tinham gosto de patavina misturado com indiferença.
Antes de você, minha vida era como um marshmallow queimado, dura, quebradiça e triste. Você veio, abriu e virou o centro gosmento da vida de todos nós.
O Estado democrático de direto nunca será democrático, enquanto houver um governo onde ambos os lados da moeda tem a mesma face!
Enlouquecer é como voltar de viagem e encontrar a casa vazia, a despensa revirada e as camas desfeitas, porém, jamais saber quem dormiu na sua cama, quem comeu sua comida.
Seu instrumento é como o seu lápis. Com o lápis, o artista desenha algo. E esse é o meu lápis. Esse instrumento. É a minha alma saindo.
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Metaforando e viajando do nefasto ao fausto.
Divaguei de olhos cerrados.
Percepção do reverso.
De fora para dentro.
Descortino o cerne.
Ultrapasso dermes.
Transcendo artérias.
Excedo o que me mantém vivo.
Vislumbrei a essência.
Estou no caminho certo.
Interiorizo demasiado.
Reprimo a ânsia de externar.
Continuo em frente.
Quero beber na nascente.
Fonte que banha minha alma.
Que desvenda o imaginário.
Amigos ordinários.
Que cunharam moedas da discórdia.
E sabotaram meu triunfo.
Tudo clarificando.
No âmago, abençoando.
Cavaleiro de espada.
Tormenta estirpada.
Hora de retornar.
Sem as sombras da inveja alheia
Livre, alforria assinada in loco.
Guiei de olhos espertos.
Percepção do anverso.
De dentro para fora.
Às vezes a vida é como um bode muito burro. Quer ir para um lado, quer ir para o outro, até que acaba perdido no campo e não sabe para onde ir. Tudo o que ele quer é fazer as coisas direito. É exatamente aí que dá tudo errado. Sabe o que fazer então? Você o pega pelos chifres e mostra a direção.
Todos nós lemos a nós mesmos e ao mundo a nossa volta para vislumbrarmos o que somos e onde estamos. Lemos para compreender ou para começar a compreender. Não podemos deixar de ler. Ler, quase tanto como respirar, é uma de nossas funções vitais.
A vida é como ler um romance ou correr uma maratona. Não tem tanto a ver com atingir o objetivo quanto com percorrer a jornada em si e vivenciar experiências no percurso.
Você está lutando contra quem? O sistema? Ele é como a radiação. Invisível, sempre presente e eterno.
A vida é tão bela e ao mesmo tempo tão cruel, que as vezes fico pensando o porque o bem fica junto com o mal, o porque tem pobreza e a riqueza. uma coisa leva a outra, são coisas diferentes. Igual a riqueza se beneficia de muitas forma em cima da pobreza, e a pobreza precisa da riqueza para sobreviver, Se todo mundo fosse igual talvez o mundo seria melhor, ninguém ia querer ser melhor que ninguém. Mas acho que isso tudo pode ser uma prova, talvez a pobreza por um lado seja o bem testando o mal, porque não tem igualdade e era isso que Jesus queria na vida de todos. A vida é uma metáfora, que não sabemos o porque de nada. Só sabemos que tem a vida e a morte e vamos para o mesmo lugar sem nada da mesma forma que chegamos ao mundo, no caso ninguém é melhor e nem pior que ninguém, todo mundo é igual. Ou seja, todo mundo vai morrer e ir para o bem ou para o mal no final, depende da sua passagem pela terra.
Criar uma start-up se assemelha à paixão. No começo, eclodem muitas ideias, até que afinal se escolhe uma e diz: "Esta é a ideia em que vou trabalhar", da mesma forma que se pode viver muitos namoros até encontrar alguém e dizer que é "a pessoa certa".
A vida e as oportunidades se apresentam como uma reunião. Se você for a essa reunião, que pode ser decisiva para os seus planos, sem saber quais são os tópicos que pretende negociar ou as questões mais importantes, pode cair na armadilha de ter um monte de gente reunida na sala, passar horas conversando e sair de lá sem nada, com a necessidade de marcar outro encontro para retomar toda a lista que ficou incompleta.
Sinto a escrita como uma faca, é quase a arma de que preciso.
