Tag melancolia
A ideologia da felicidade tem adoecido o homem, que se vê na obrigação de dar seu sangue por algo que não se encontra fora, mas dentro de si.
Estado de melancolia traz lembranças nas quais você não gostaria de recordar, pois não mexe apenas na memória mas também no coração.
Tempo!
Como o tempo passa;
Nem mesmo a pressa muda o tempo;
Eram bons os velhos tempos, como é bom o tempo;
No mundo tudo tem seu tempo, então curta cada minuto enquanto á tempo...
Tenho impressão que gosto do gosto triste das minha lagrimas fico horas olhando sua foto imaginado como seria estar ao lado de alguém como você. que faz meu mundo rodar mudar de cor me faz sentir oh gosto amargo com cheiro agridoce.
que me seduz, me leva para um isolamento repleto com a Fumaça da Melancolia que faz eu me afogar em um mundo sem volta.
Antes
Na janela de um quarto qualquer de hotel, aprecio a solidão...
Só preciso de mais um gole, talvez mais dois passos...
Estou no sexto andar!
A melodia ao fundo exala melancolia.
Estão acabando com o mundo,
Meu mundo... Nosso mundo! Agora tanto quanto antes.
Hoje eu não serei feliz!
Eu escrevo os poemas mais melancólicos,soturnos e sombrios,mas mesmo assim sinto que a melancolia que há dentro de mim me dã mais do que isto!
POEMA DE PALHAÇO
Anda, Palhaço
Encare a alegria.
Alegria alheia, porque
sua felicidade é
apenas alegoria
Faz a criança rir;
Faz o adulto chorar.
Porque no picadeiro
a vida é mole
mas, a vida real
é corda bamba.
Saudade...
É um sentimento que arde,
Todo momento,
Sem piedade,
E por pior que seja,
Faz lembrar algo,
Lindo, verdadeiro e mágico,
Que está perdido no passado,
Talvez exposto em um retrato,
Porém certamente tem seu lugar guardado,
No futuro e para todo o resto de uma breve eternidade,
No pensamento de quem sofre calado.
Saudade de hoje.
De quando trocamos palavras.
De quando trocamos segredos.
De quando trocamos países.
De quando trocamos olhares.
Andando por esses países
perdi-me apenas no segredo das palavras do teu olhar.
Que bom que nos encontramos nessa esquina do destino.
Que seja eterno enquanto dure.
Me senti triste, não sabia porque, não quis admitir para mim que sentia sua falta, então optei pela dor física para amenizar a dor emocional...
Assim consegui aliviar o sofrimento, não fui embora em paz mas te levei no pensamento
Fim
O que eu perdi não foi um sonho bom,
não foi o fruto a embebedar meus lábios,
não foi uma cançõ de raro som,
nem a graça de alguns momentos sábios.
O que eu perdi, como quem perde uma outra infância,
foi o sentido do enternecimento,
foi a felicidade da ignorância, foi, em verdade,
na minha carne e no meu pensamento,
a última rubra flor do fim da mocidade.
E dói - não esse gesto ausente, a que se apagam
as flores mais solares, mas uma hora,
- flor de momento numa breve aurora -
hora longínqua, esquiva e para sempre morta,
em cuja escura, inacessível porta
noturnos olhos cegamente vagam.
Difícil vida melancólica, onde os desejos mais tentados ao usurpo da alma, tornam-se incógnitos diante da perspicaz vida azarenta.
Poema da angústia
Eu estava de olhos abertos
Mais eu não estava lá
Eu me sentia vivo
O silêncio veio me acordar
Eu amava
Eu gritava mais ela não pode ouvir
Eu sussurrava a minha dor
Minhas preces não chegavam
Nem mesmo como o sol se pôr
Datas são marcantes
Mais que marca mesmo...
É a dor
A distância aumenta a minha angústia
E o vento sopra a minha
A dor.
Dias dezoito não me fazem bem. Não me trazem paz, e muito menos boas lembranças. Dias dezoito me trazem saudade, me trazem lágrimas, me trazem lembranças de um perdido que jamais eu encontrarei. Esses malditos dias dezoito, sempre trazendo chuva pro meu dia ensolarado, sempre me dando remorso, sempre desabando o que eu lutei pra reconstruir
A conversa é tão confortante
Que por um instante
Esqueci do amor, esqueci do amante
Não que na conversa
Eu não tenha citado
Em cada conversa
Lembro ter lembrado
As coisas mais feias
As mais lindas, ao teu lado
Lembrei que já amei
Talvez ainda sou amado
Juntei as minhas partes
Recolhendo cada retalho
Alguns ficaram
Outros...
Não lembro de ter pegado
Assim
Melancolia me traz conforto
Se eu ver teu corpo
Saberei o que tu sentes
Saberei o que tu pensas
Pois sei de tua fé
Sei de tuas crenças
Sei de teus amores
Sei de tuas lendas
Vi todas as flores
Te entreguei minha presença
Hoje trazemos as dores
Alegria de amores
Que muito nos atormenta.
Que inveja eu tenho
Do teu espelho
Ele te viu em dias ruins
Dias de zelo
Dias de coragem
Dias de medo
Dias sem maquiagem
Dias chegando cedo
Outros, tarde
Dias no aconchego
Os dias sem eu
Os dias com teu ego
Dias que estive perto
Dias que estive longe
Dias que me quis perto
Dias que me quis longe
Falando sozinha
Ou no silêncio de um monge
Teu espelho
Que inveja
Cada momento embaçado
Cada momento na tua mesa
Às vezes jogado
Como eu e esta cerveja.
Tem quem me enxergue de forma melancólica e tem quem me acha a própria melancolia...
Sou apenas os traços de uma ausência que perdeu-se num passado distante e que vez ou outra pincela meu presente, sem deixar esboço, apenas leva o meu melhor, hoje!
Melancolía
En la penumbra de la noche se pone a pensar
En todo lo que pasó en su infancia
Este vivió intensamente y constantemente por ella
Ella insiste en que hasta hoy nunca pierde su lado infantil de vivir la vida
Hoy tan emocionado que ella recuerda su infancia príncipe
Lo que marcó su vida con un simple gesto
Y con la piedra del amor y sus diferentes anillo
Hoy ya no está presente
El hechizado con el empate primer amor
Hoy, que ya viejo y la ruta de destino
Sólo recuerda los buenos tiempos
Momentos de una infancia aman
Qué va a ser inmortalizado por el simple hecho de
Que nada en la vida sucede por casualidad
Y en todo lo que ya se había decidido en alguna parte
Tal vez en otras vidas ¿
¿Quién sabe
Tal vez esto es sólo un recordatorio eterno de niño melancólico.
ODE AO OUTONO
Como quem quisesse cantar um segredo
Pulastes e Voastes em sossego
Do alto de um galho
Saudades de Brumário
O vento que nina as árvores
E que carrega rios
É o mesmo que varre o chao.
Colore de amarelo a estrada da solidao
O Lírio que decora velório,
Tu é o mais fiel expectador
da expectativa da dor
da vida do que foi e
dos que tentarao
em vao ser saos.
O que tu és se nao um torpor de verao?
O que tu és ingrata agonia?
Se nao a curva que a estrada rasga o chao?
És a sintonia da ironia
A insonia devida
de vida
da Vida.
