Tag liderança
Liderança forte pega na pá e cria músculos, pondo a mão na massa, fortalecendo o corpo, a alma e o espírito, pois a prática do exercício espiritual tem muito valor na academia da Bíblia.
Uma liderança eclesiástica sábia e prática é essencial para gerar o crescimento do corpo, bem como a edificação de seus ministérios, apoiados por homens experientes, com discernimento espiritual, humildade e integridade, proporcionando uma comunicação eficaz, apoio e desenvolvimento da comunidade cristã, treinando e formando novos líderes com suas respectivas equipes, preparadas, capacitadas e firmadas pelos aconselhamentos da Bíblia.
Toda liderança espiritual deve gerar novas vidas, multiplicar famílias e criar ministérios pelo poder da Palavra de Deus para o crescimento e a edificação da igreja.
Nenhuma congregação mantém os homens ocupados e fiéis se a liderança não criar ministérios e treiná-los para as respectivas funções, colaborando com o crescimento, a missão, os propósitos e a edificação da igreja.
Qualquer liderança que pratica a rejeição dos seus eleitos, solta relatórios falsos, ignora e desrespeita os bons costumes da casa do Senhor ou da sã doutrina e ainda tendo discórdias com os irmãos, omitindo-os dos serviços cristãos colherão os frutos amargos de sua ignorância: falta de credibilidade de seus participantes, ministérios fragilizados, abandono de adeptos da verdade e se envergonharão da própria incompetência pública.
Uma liderança mal-resolvida, com assuntos pertinentes somente à construção civil, sítio, mídia e eventos na agenda, o rebanho é vítima do mundo que assola suas famílias, a vizinhança e a sociedade.
A liderança da igreja que nada pesca à sua esquerda é porque a rede ainda não foi lançada à sua direita, onde existe uma grande quantidade de perdidos, esperando ser achados para algum propósito na vida.
Seja guiado pela liderança do Espírito Santo, porque os Seus dons promoverão o crescimento e a edificação do corpo de Cristo.
Se o seu evangelista não tem cara de santo, ore para que ele tenha o coração, segundo Deus e que ele seja um líder ousado, aprovado e eficaz para ajudar a sua liderança.
Um público alvo pode ser incorporado aos aspectos sociais importantes de uma congregação, determinando primeiramente seus alvos, sendo administrado por um grupo de foco que representem os interesses da sua liderança.
Nenhuma liderança permanece muito tempo no poder se os seus aliados são tratados como escravos da mesma.
Liderança eclesiástica é uma combinação de estratégias espirituais para o rebanho, mediante a competência, zelo e fidelidade de seus ministros, onde o pasto é o campo de atuação, crescimento e edificação das ovelhas, sendo conduzidas pessoal e publicamente aos seus ministérios e às suas realizações em família.
Muitas igrejas estão ficando velhas com a liderança pacata, obsoleta e destituída de obras e ministérios, sendo frequentada só pelos velhinhos da comodidade.
A liderança eclesiástica que manda ou ordena a expulsão física dos seus membros, contrários às ordens internas da comunidade, sem depreciar o patrimônio ou distorcer a ordem social, está sujeita às leis dos homens e às leis de Deus, cujos atos não estão inseridos em nenhuma categoria das Escrituras nem da Lei Civil.
Liderança que manda e não pega na pá, só cria antipatia, hipocrisia e melancolia, evocam palavras com santas bajulações, contribuindo com o enfraquecimento dos músculos do rebanho.
Os dons são reconhecidos pela liderança e todos favorecem o corpo de Cristo, quando exercidos com amor, fé e esperança.
Ignorar os dons do Espírito Santo é o mesmo que levantar uma congregação baseada na liderança de homens não inspirados por Ele.
Liderança compartilhada treina alunos, honra-os publicamente e cria ministérios para que entrem outros em seus interesses públicos.
Nascem na maioria das reuniões de líderes ou de presbíteros de igrejas a contenda contra certos irmãos; mas, deixam de brotar e regar em seus corações o amor, o perdão e a paz para acabarem com praga de Satanás.
Fuja da liderança hostil, que coloca outros para subirem no seu palco para acusar os seus adversários de fracassados.
No rebanho da igreja há a presença de escândalos, fofoqueiros, decepções e contendas, porque a sua liderança é covarde por não usar a verdade como disciplina de Deus.
Quando a liderança falha a igreja sofre e a liderança perde a sua reputação, força e a empatia, porque ignora a sua unidade e o seu crescimento espiritual.
