Tag inquietação
Os meus instintos passam a apresentar uma deleitosa inquietação, meus pensamentos também são instigados quandos os meus olhos focam na tua na tua direção, extasiados, prestanda a justa atenção para a tua suavidade, a sublimidade do teu corpo, com partes sob uma veste vermelha, representando o fervor da tua sedução, da tua impetuosidade que faz acelerar o meu coração como eu se estivesse fortemente impactado por uma obra de arte que demonstra verdade e muita emoção, ainda observo os teus lindos cabelos compondo o teu encanto farto, intenso, numa precisão atraente de detalhes que causam em mim, uma genuína satisfação, um desejo sedento, inspiração viva, vinda de um sonho desperto, do qual és a grandiosa protagonista.
Neste momento, sou envolvido por uma inquietação deleitosa graças a grande fascinação que provocas com estas tuas linhas e curvas tão atraentes, além da tua evidente fogosidade refletida no teu olhar, que passa verdade, que faz queimar teus sentimentos , a tua pele arrepiar, sendo assim, uma mulher que faz valer cada momento, então, não é de se estranhar que faças parte dos meus pensamentos.
Minha alma hiperativa,
Faz soar uma inquietação tão grande...
Só para não deixar que a insegurança,
Me leve para um “eu” que não “soul”.
Inquietação da alma e murmuração do espírito são próprios de um coração longe da cruz de Cristo, enquanto que a rendição e a gratidão do coração são sinais daqueles que se rendem aos pés do Senhor.
Há dias em que os pensamentos fluem intensamente em nossa mente, impedindo-nos de descansar e causando inquietação. Nesses momentos, é preciso parar, respirar e refletir sobre a real necessidade desses pensamentos.
INQUIETAÇÃO
Insisto-me entre a inquietação e o quase extinto.
Quando saio de mim, rumores restauram procura.
Me parto compassado, a estiar anseios, na vigia.
Abro-me em clareiras, soergo esperas, às vezes me avisto.
Enxergo o que entrementes não desbota, na audácia.
Pungidos olhares, fração reflexa, reverbero esquecimento.
Não me apraz desconhecer. Não me entristece distinguir.
Posso imolar finais prescritos, acontecer-me de outro.
Descreio que a finitude nos reserve,
Apenas nada na transcendência de tudo.
Tenho que viver-me como quem se conta,
Alembrado da existência que exprime.
In Poemas para Versar
" Não me apraz desconhecer.
Insisto-me inquietação.
Posso imolar finais prescritos.
Abrir-me clareiras, nas esperas"
