Tag gestão
A diferença entre onde você está e onde poderia chegar costuma ser a decisão dolorosa que você não quer tomar.
Em um processo de gestão, o feijão com arroz bem feito, sempre entregará um resultado melhor que um prato sofisticado, mal preparado.
Lembre-se, o básico bem feito é o primeiro passo para bons resultados.
Quando você joga com os riscos de suas atividades, apostando nas probabilidades, você pode acabar não tendo como bancar a aposta, pois pode não estar preparado para lidar com as consequências.
A maturidade ensina quando, quanto, onde, porque, o que, como e quem? Acertou as respostas? Passou na prova da vida!
Enquanto você viver apenas na busca pela aprovação dos outros, nunca descobrirá quem realmente é e não aprenderá a valorizar suas próprias conquistas.
"Não aumente sua voz. Melhore seus argumento, seja exemplo e mostre que você se importa com sua equipe."
Em certas ocasiões da vida, não é necessário agir imediatamente. Observar o desenrolar dos acontecimentos antes de tomar uma decisão é fundamental. Afinal, não fazer algo errado muitas vezes é preferível a tentar fazer algo certo sem a devida reflexão. A habilidade de esperar e analisar a situação nos conduzirá à escolha certa no momento adequado.
Costumo dizer que emoção é um impulso, um instinto irracional, e que sentimento é a emoção racionalizada. Conseguir identificar e nomear adequadamente os sentimentos faz parte do processo do autoconhecimento.
Comunique-se com o silêncio que há dentro de você e só assim você obterá resultados tangíveis, que permeiam o mais profundo do seu âmago.
Algumas vezes na vida não decidir ou demorar para tomar uma decisão poderá custar mais que tomar a decisão errada.
Em um mundo tão rapido e tão veloz. Decidir e agir, por mais dificil que seja, devem acompanhar tal velocidade.
Uma nova era clama por grandeza. Para extrair o máximo de genialidade e motivação humanas são necessários líderes com nova mentalidade, novas habilidades e novas ferramentas.
Confiança é como gravidez: não existe “meia confiança”. Sempre que precisamos avaliar previamente um resultado a ser produzido por outrem, invariavelmente a confiança já não se faz presente. A culpa será do outro, certamente, quando seu histórico nos aponta para o motivo; mas quando não existe tal fato gerador, claro está que o problema se deve a nossa própria insegurança. Isso irá requerer uma auto-análise sobre a natureza do poder que desejamos exercer sobre o que nos cerca. E se houver uma intenção real de entendê-lo, pode ser que descubramos que tudo não passa de arrogância, necessidade de dominação ou, no mínimo, soberba disfarçada de “gestão participativa”.
