Tag fred
O amor é mesmo incrível... Quem diria que em algum momento de minha vida você me faria tão feliz! Dias atrás, estávamos tão distantes, um do outro, e agora percebo que toda distância entre nós, será apenas lembranças. Isso porque no amor não há distância, pois mesmo estando longe, estarei sempre ao seu lado... Te amando.
Quando acordo a primeira coisa que me vem a cabeça é o seu rosto e o seu jeito maravilhoso de ser, e quando me deito é você a ultima coisa que penso… E com isso você faz o meu dia ficar perfeito!
Em plena madrugada, me vem a lembrança do primeiro momento que no encontramos.. Encontro você sentada embaixo de um pé de árvore com seu sorriso tímido, até você se levantar e de um jeito tão meigo pegar em minha mão!! Mas sabia que aquela noite só estava começando. Minutos depois só se via eu e você juntinhos um do lado do outro, de baixo de uma chuva que não parecia ter fim, lembro também do momento que deitou em meus braços tremendo de frio, com a roupa molhada,e no rosto escorrendo finas gotas de água da chuva. Naquele momento me batia um frio na barriga e uma vontade louca de nunca mais deixar ninguém tirar você de meus braços. Não é só amor é paixão.
Somos nós mesmos que criamos nossos próprios caminhos... E nunca adiantará condenar e crucificar alguém, por decisões erradas que veio de se mesmo. Somos nós que damos o veredito, de nossas decisões!
Acho uma pena eu ser julgado pela a parecência, e não ter uma unica oportunidade de demonstrar realmente o meu EU... Mas também tem aquela historia, de que os ignorantes não conseguem enxergar o nosso interno, e sim a nossa armadura de atração, o nosso externo.
Thom: Porque tu é a minha namorada.
E aí ela me disse o que eu, no fundo, já sabia. Só não queria acreditar.
Bruna: Eu não sou tua namorada.
Ela não disse de um jeito seco, nem grosseiro. Pelo contrário, disse em tom de tristeza. Minha garganta deu um nó, que me impediu de dizer qualquer coisa que eu quisesse.
Bruna: Eu não sou há muito tempo.
Ela gesticulava tentando me explicar como se eu fosse um moleque de 5 anos cujo cachorro morreu, e a mãe não sabe como explicar o que aconteceu com ele.
Bruna: Tempo suficiente pra eu começar a gostar de outra pessoa.
É engraçado como eles mostram os produtos de um jeito que te faça sentir que precisa deles. É pra isso que as pessoas trabalham. Pra comprar umas coisas idiotas que nunca vão usar. Não sou uma das melhores pessoas que conheço, mas tenho orgulho por não dar a mínima pra esse bang de dinheiro.
Acho que falta um pouco de tragédia na vida das pessoas pra elas começarem a ver o que é não conseguir viver sem tal coisa.
Não gosto de muita aproximação. Com ninguém. Não gosto que encostem muito em mim, nem que me abracem, que fiquem me pegando enquanto conversam comigo. Não gosto que me façam perguntas pessoais. Não gosto que me façam perguntas, na verdade. E juro que não é frescura, eu só não gosto. O mundo já tá muito cheio de gente e cada um tem um mínimo de espaço pra ocupar. Só quero que respeitem o meu.
Eu também já tive treze anos e gostei de alguém. Também achei que o mundo fosse acabar se eu não ficasse com tal guria, e que eu nunca mais ia conseguir gostar de tanto de alguém quanto eu gostava dela. Acho que quanto mais novo, tu é mais inocente e mais iludido com essas coisas.
A única coisa que eu sabia era que eu queria ficar com ela. E, pra isso, eu precisava tentar. E precisava chegar a esse ponto, porque a gente não terminou bem, pra variar. Pode ser que tudo recomece bem a partir de agora, ou pode ser que termine mal de uma vez.
Eu não quero carreira, velho. Não quero acordar cedo pra trabalhar pra outro cara ganhar dinheiro num emprego que eu odeio e ainda ter que ser grato por isso.
Ser sensível é viver tudo à flor da pele, é amar sem se preocupar com o amanhã. É, também, carregar muitos desafetos, muitas tristezas e alegrias únicas. Talvez essa seja a maior qualidade de ser sensível: todas as emoções são sempre únicas.
Procure ver as coisas com mais clareza e nunca se sinta só no medo da falta de reciprocidade. Acredite, todos passamos por essa terrível sensação de não nos sentir aceitos. Procure conversar consigo e amar a maneira como você ama: devotada, vibrante e sincera. E lembre-se: triste não é quem ama, mas quem deixa de amar.
Concorde com Freud
Matou o analista e foi a Miami.
Na fuga, levou a reboque
a série inglesa de Hitchcock.
Damas ocultas em jardim sem medo
se ofereciam em zoom
para levá-lo a lugar nenhum.
Comparado a seu rosto, dir-se-ia negro
qualquer giz; tal qual surge, intenso,
um osso, no raio-x.
Indagado na fila do passaporte,
declarou que só trazia
na mala a morte.
A tudo respondeu solene e quieto
com minúcias tediosas
de um hemograma completo.
Da mãe herdara um trono abandonado,
escondido numa esquina da infância
e no calibre três-oitão recuperado.
Queria entrar no Reino da Fantasia,
saudar Minnie, Pateta, Alice e a Madrasta,
e com o mel do amor e o mal da teimosia
suplicou à polícia a dádiva de um dia.
Voltou algemado, em classe econômica,
sendo também proibido
de ligar até um fone de ouvido.
Desejou marcar nova sessão,
mas no Paraíso não se dá plantão.
Caju, Catumbi, João Batista,
num deles mora hoje o analista.
Órfão pela terceira vez,
passa o dia jogando damas
na cela do xadrez. Viver, agora,
quando tantos dissecaram sua história,
lhe parece bem mais fácil:
ele, sem qualquer ajuda,
conseguiu escrever o posfácio.
