Tag filósofo

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⁠...Ele foi Bravo, Calmo, Irritado, Feliz, Engraçado, Triste, Bom, Mal, Justo, Sonhador, Respeitado, Amado, Odiado, Escorraçado, foi Alegre, Depressivo, Empolgado, Cansado.

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⁠Distraído, Observador, Cantor, Compositor. foi Pai, Irmão, Filho, Tio, Padrinho, Amigo, Marido, Vizinho, Falso, Honesto, Conhecido, Trabalhador, Desempregado, Mitra, Caridoso.

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⁠Esbanjador, Pensativo, Ausente, Atento, Esportista, Sedentário, Derrotado, Vencedor. Egoísta, Companheiro, Violento, Carinhoso, Indeciso, Mentiroso, Correto, Verdadeiro, Preso, Condenado, Inocentado, Libertado.

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⁠Ateu, Crente, Católico, Budista, Xiita, Pastor, Poluidor, Ambientalista, Analfabeto, Leitor. foi Ídolo, Desconhecido, Exemplo, Esquecido, Pobre, Rico, Ridículo, Belo, Escravo e Senhor. 

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⁠Embaixador da boa Vontade, Terrorista, Matador, Ativista, Pacifista, Homicida, Doutor, Doador, foi Santo, Bendito, Imaculado, foi Pecador. Ignorante, Sábio, Discípulo e Educador. 

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⁠Ele foi descendente de Eva e Adão, 
Brotou, durou e expirou na Alameda do Éden, 
Evoluiu dos Primatas, foi Homo Sapiens.

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⁠Ressoa dissonante, 
Brandura e simetria, 
Marie é realeza da utopia. 

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⁠Assopra a pena, 
Empena a pluma, 
Em plena curva estreita, 
Por onde tramita a poetisa, 
Em prumo improvisa.   

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⁠Instrumento que traz harmonia, 
Como vento que invade o recinto, 
Musicando em alegoria, 
Marolas sonoras do instinto. 

Manobras morosas, 
Melindre caligrafia. 

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⁠Acordes Marie e continue a idear, 
Arpejos, lampejos, desejos a permear. 

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⁠Com cordas ou metais, 
Concorda o Menestrel, 
Orquestra “El tropel” que nos vicia.

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⁠Marie é uma dama em poesia ! 

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⁠Melodia de Marie 

Ressoa dissonante, 
Brandura e simetria, 
Marie é realeza da utopia. 

Assopra a pena, 
Empena a pluma, 
Em plena curva estreita, 
Por onde tramita a poetisa, 
Em prumo improvisa.   

Instrumento que traz harmonia, 
Como vento que invade o recinto, 
Musicando em alegoria, 
Marolas sonoras do instinto. 

Manobras morosas, 
Melindre caligrafia. 

Uma flauta e nada de   
Segurar ar nos pulmões. 
Solte forte a inspiração, 
Recomece a soprar, 

Acordes Marie e continue a idear, 
Arpejos, lampejos, desejos a permear. 

Com cordas ou metais, 
Concorda o Menestrel, 
Orquestra “El tropel” que nos vicia. 

Marie é uma dama em poesia ! 

Melodia de Marie, 
Assovio da perfeição, 
Uma flauta a faz fluir, 
Tece em sopros a canção. 

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⁠Sinto-me fraco, 
Síndrome da falta, 
Porto um vácuo, 
Uma pausa na pauta.

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⁠Estagnado em minha lauda, 
A cobertura sem a cauda. 

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⁠Ouso escutar a cantoria, 
Ouço executar a sinfonia, 
Simpática força que culmina. 

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⁠Sou sua serifa, 
Tu és minha haste, 
Me mantém proporcional, 
Irracional em minha arte. 

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⁠Não escrevo mais   
O que vem da inspiração, 
Pira-me a tua tenaz convicção. 

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⁠O diário está mudo, 
Nada mais me diz, 
Fui criado graúdo 
E a grafia não condiz. 

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⁠Mas antes de ontem   
Se antecipou, 
Hoje é a conseqüência   
Do que passou 

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⁠E também somou   
E tão bem semeou. 

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⁠Sente-se agora, 
Sinta-se com vontade, 
Sossegue e levante sem alarde, 
Ainda não é tarde 
Para aliar, para obter, para habitar. 

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⁠Síntese Nossa em Minha Sinopse 

Sinto-me fraco, 
Síndrome da falta, 
Porto um vácuo,
Uma pausa na pauta. 

Estagnado em minha lauda, 
A cobertura sem a cauda. 

Ouso escutar a cantoria, 
Ouço executar a sinfonia, 
Simpática força que culmina. 

Sinto-me Senhor   
Da minha própria sorte, 
Síntese nossa em minha Sinopse. 

Sou sua serifa, 
Tu és minha haste, 
Me mantém proporcional, 
Irracional em minha arte. 

Não escrevo mais   
O que vem da inspiração, 
Pira-me a tua tenaz convicção. 

O diário está mudo, 
Nada mais me diz, 
Fui criado graúdo 
E a grafia não condiz. 

Mas antes de ontem   
Se antecipou, 
Hoje é a conseqüência   
Do que passou 

E também somou   
E tão bem semeou. 

Sinto-me Senhor   
Da minha própria sorte, 
Síntese nossa em minha Sinopse. 

Sente-se agora, 
Sinta-se com vontade, 
Sossegue e levante sem alarde, 
Ainda não é tarde 
Para aliar, para obter, para habitar. 

Sinto-me Senhor   
Da minha própria sorte, 
Síntese nossa em minha Sinopse. 

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⁠Poderia ser um índio anônimo, 
Impetuoso em seu frenesi, 
Mas consagrou-se como São Gerônimo, 
Salvador dos Apaches, protetor dos colibris. 

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⁠Cravejou bravamente tua adaga, 
Nos que violaram teu brio. 

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