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Elas mal sabem a diferença de ser firme entre ser grosso e dizem que os homens são perigosos. Mal elas sabem que o perigo é quem age errado.
O que seria a felicidade se não fosse a tristeza? Qual valor teria o bem se não existisse a possibilidade do mal? Sendo, pois, algo existir a possibilidade de o ser, em detrimento do seu oposto. Encontramos aí um fragmento filosófico do que na física é chamado de matéria escura.
As obras de arte podem abreviar toda uma história, são como um testamento de emoções que não se esgotam nos sentidos.
Existem apenas três razões para ser um negacionista:
1 - Ignorância (desconhecimento da realidade);
2 - Medo (conheço a realidade mas ela me causa dor, então opto por viver uma ilusão);
3 - Má fé (conheço a realidade e decido me aproveitar dos ignorantes).
A Filosofia é a ciência que têm como método o questionamento, pois o filósofo só conhece mais sobre algo se olhar além das aparências.
A filosofia não vem do que a gente acha ou do que a gente vive,ela vem do que a gente sente e do que a gente transmite.
Amo o pensamento de Friedrich Nietzsche quanto sua opinião sobre a existência. O filósofo (dizem ser bipolar) não acreditava que éramos alguma coisa, mas que estávamos em constante transformação. O verbo ser então não cabia para designar a existência, não somos bonitos ou feios, tristes ou felizes, doentes ou saudáveis, apenas estamos de algum jeito em relação a um determinado momento.
"sempre tem aquela hora em que a noite é mais escura
carrego comigo mil noites que jamais acabaram."
A filosofia é a ciência primeira e eterna. Não se trata do que se sabe, é sobre o que podemos saber mais. Há sempre mais a saber, como o rio de Heráclito.
As belas artes:
Gosto de poesia, matemática e filosofia; os poetas são arquitetos das palavras, os matemáticos são arquitetos das formas, os filósofos são arquitetos dos pensamentos.
Qual é a finalidade da filosofia? Como vamos explicar nossa razão? Nossos sentimentos? Qual é o alfa e o ômega? Onde vai acabar a aventura? Será que alguém vai explicar o sentido da vida? Por quê a filosofia foi criada?
Penso eu, reflito.
Não perca tempo falando sobre política com seres adestrados,eles só repetem informações que NUNCA pesquisaram. Até acredito na sinceridade deles, porém são sinceramente enganados....
Nos meandros labirínticos da reflexão, onde a mente humana se aventura nas intricadas tramas da realidade, emerge uma indagação ainda mais profunda quando a fé em Jesus é entrelaçada nas especulações. Se ousarmos explorar não apenas o que é tangível aos sentidos, mas também aquilo que transcende os limites do visível, nos deparamos com uma compreensão que vai além dos meros sinais elétricos interpretados pelo cérebro.
Na tessitura dessa jornada, a visão não se reduz a uma simples captura de fótons; torna-se um convite a contemplar não apenas o mundo físico, mas também a buscar a luz que emana da fé, aquela que ilumina os corações com as verdades espirituais. A luz de Jesus, como um farol na escuridão, lança seus raios sobre o significado mais profundo da existência.
Os aromas, antes meros mensageiros sensoriais, adquirem uma nova dimensão quando permeados pela essência da fé. É como se, ao inalar fragrâncias terrenas, pudéssemos vislumbrar, por entre as moléculas perfumadas, o odor da graça divina que permeia nossa jornada espiritual.
Ao saborear as doçuras e as asperezas do mundo, o paladar transcende a mera degustação material. A fé em Jesus transforma o ato de comer e beber em uma comunhão simbólica, recordando-nos do pão da vida e da água viva que nutrem a alma.
No toque delicado das texturas, a fé nos ensina que a verdadeira substância da existência está além do tangível; está nas interações humanas, no acolher ao próximo como Jesus nos acolheu. O tato, então, torna-se a expressão de uma caridade que vai além das fronteiras da matéria.
No vasto salão da mente, onde a sinfonia dos impulsos elétricos dança em coordenação com a melodia da fé, desvendamos uma realidade que transcende as especulações científicas e filosóficas. Aqui, a fé em Jesus se torna a nota sublime que eleva a sinfonia da existência a patamares divinos, onde o que é "real" vai além dos limites do entendimento humano.
Se querem mesmo saber: eu estou cansado desses poetas ditos sagrados, em verdade são uns desgraçados da sorte; são o caldo cultural de uma indústria poético-literária, que têm nos seus livros a exploração póstuma desses escribas que deveriam está definitivamente enterrados.
É preciso tirar a Poesia das prisões intelectuais. O claustro deve ser abolido. As “igrejas”, os “monastérios”, os “colégios”, as “academias”, são todas elas formas de prisões que transformam
e manipulam o poder de imaginação do poeta. Poesia é sinônimo de liberdade plena.
