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O nada com seu silêncio muitas vezes é algo muito perigoso, sucumbi a felicidade e esmorece a coragem
A felicidade
[...] Felicidade é movimento, é ir contra o vento, a favor de si.
Pra ser feliz não basta querer ser,
tem que se despir de dentro pra fora, o tempo todo, a seu tempo.
Ser feliz é...
Não imaginar como poderia ser,
é ir em busca do que se quer,
é ir e ser.
A felicidade não é encontrada como se fosse uma arca de tesouro. A felicidade é conquistada, construída de pequenos momentos, pequenos detalhes. Tão simples que passa despercebida pelos olhos de muita gente. Talvez, seja por isso, que ninguém seja plenamente feliz, porque querem fazer da felicidade algo maior do que ela é. Se quer ser feliz de verdade, aproveite cada momento simples, cada momento inesquecível, porque a felicidade é o sentimento mas simples e mais nobre que alguém pode sentir. Então, conquiste-a.
Negar-se a si mesmo, insistir na tentativa de moldar-se e seguir o anseio de transformação pessoal para satisfazer a vontade dos outros originam, de imediato, duas respostas na vida do ser humano: a possível satisfação de terceiros, e a total exterminação da própria felicidade.
“Talvez nessa vida toda que vive, não pude trazer para o mundo, um pouco de felicidade. Queria poder tirar um belo sorriso de cada um. Mas assim eu espero que para aqueles que acabaram trazendo um pouco dessa felicidade, que apenas terminem o meu trabalho.”
Se o seu coração é capaz de sentir os seus sonhos, e se você os deseja realmente, não se desespere por nada; pois quando você olhar para o céu e ver as estrelas brilhando acredite: esse é o momento em que os seus sonhos poderão ser verdadeiros...
Não importa a circunstância Não importa a distância Vale sim a Sinceridade Daquilo que escrevemos E a Honestidade Daquilo que Sentimos. Tudo o que nasce dentro de nós surge do coração, tudo que surge do coração nos faz feliz. Sou feliz porque tenho... você no meu coração...
Fico intensamente feliz meu coração explode de alegria agradeço muito ao Eterno por ter lhe conhecido um dia.
Uma pessoa pode passar dez anos de sua vida pagando suas prestações corretamente, mas se em dois meses ficar sem poder pagar a conta, é perseguida pelos credores, que além de incluir seu nome no cadastro de devedores, tortura-a com ligações contínuas.
Se estou feliz servindo a Deus eu não preciso atrair a compaixão dos outros pelo o que eu sofro e nem preciso do elogio pelo que realizo, afinal faço porque me faz feliz.
Eu escrevo e, escrevo e, escrevo. Eu escrevo até doer os dedos e, queimar minha alma. A sensação de asfixia é grande, é exorbitante. A garganta pigarreia e o corpo desmorona. Eu tento, eu tento, mas eu não consigo libertar minhas dores. De escritora amadora, passei a ser o buda no caminho do nirvana. A minha cabeça pede trégua, meus músculos pedem trégua, meu coração pede trégua. Tudo em mim levanta a bandeira branca, mas só consigo ouvir o sopro do vento lá fora, não tem ninguém para responder. Não tem ninguém com vontade o bastante para fazer com que eu pare com isso. E, eu escrevo e, escrevo e, escrevo, mas o nó continua entalado em mim. Eu escuto músicas reflexivas que me ajudam, naquele dó escravo do piano, eu me sinto um pouco melhor, mas volto a escrever. Não me falta inspiração, me falta dedicação. Me falta ser viva assim fora do papel, fora dos meus textos. Todos os dias a caminho do trabalho, pegando o transporte público, eu me transporto dentro da bolha e, fico lá. Fico lá, observando as pessoas a minha volta, escuto suas conversas, eu rio em silêncio, tiro minhas conclusões e, as vejo partir. E, é assim que me sinto, uma espectadora observando a vida das pessoas, observando o resquício de vida que parte, sem eu me dar conta. A cada dia, um dos meus suspiros leva mais um sopro da minha vida. E, eu continuo a escrever e, escrever, para que assim me sobre alguma coisa. Eu não queria ser lembrada, não queria marcar a vida de ninguém, não queria me tornar passado ou futuro, sempre quis ser presente, quis ser vida, quis ser alegria, quis ser luz, mas acontece que escritores deixam sua marca no mundo. Escritores são lembrados depois de suas mortes, depois de terem vivido suas vidas mesquinhas. E, eles escrevem e, escrevem. E, eu não paro de escrever e; escrever, porque minha vida se tornou um labirinto cheio de caminhos que me carregam de volta para o ponto de partida. De todas as minhas escolhas, nada parecer mudar, nada parece dar certo, nada parece seguir o rumo do mundo. Me arde o peito correr e, perceber que corri em círculos, apenas. Minha cabeça me arrebenta os neurônios. E, eu quero chorar para isso acabar, mas o sofrimento é insistente. Se ao menos alguém lesse meus textos, a dor seria menor, mas não é. E, os meus temores começam a se tornar realidade, porque as coisas nunca mudam. O meu relógio biológico estagnou no tempo e, agora eu me sinto presa. Eu estou presa. E, eu continuo a escrever; eu continuo, porque isso é a única coisa que não acaba, porque é a única coisa em mim que é capaz de mudar o curso natural das coisas.
As coisas tomaram rumos diferentes;
Parece que tudo era um sonho;
No qual n temos como saber;
Se foi verdade ou mentira.
Somos duas crianças brincando;
A vida nos deu muitas chances;
E Não aproveitamos;
Era tão óbvio que não teria futuro.
Mas quando estava com você;
Naqueles momentos felizes;
Nunca mais iria te soltar;
Viveria eternamente junto a ti.
Ter uma casa em Budapeste;
Alimentar o nosso cachorro amarelo;
tomar café da manha lendo o jornal.
As pessoas se preocupam demais com o preço do adubo e quanto é pesado para carrega-lo, eu só penso o quanto deixarei essa terra fértil e quão serão bons o frutos que todos em minha volta irão colher.
Eu viajo, como o que eu quero, faço o que eu quero e tenho o que eu quero. Mas mesmo quando não tenho o que quero, sei que tenho tudo que eu preciso.. Eu sou feliz!
