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O amanhã pode ser o dia tão importante para que os humilhados, os desvalorizados e os desamados mostrem o brilho dos seus sorrisos, mantenha a esperança, está dito que "Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca se acabe". Furucuto, 2024.
Aqui estou, perdido em meio à multidão, mas completamente sozinho. A mesa que me acolhe, com um copo de whisky como única companhia, parece ser o único refúgio onde posso esconder as lágrimas que não ouso derramar. As pessoas ao meu redor conversam, riem, mas tudo o que vejo são rostos indistintos, como sombras que não podem preencher o vazio que você deixou.
Lembro-me de cada promessa sussurrada, cada sonho que desenhamos juntos no horizonte do nosso futuro. O calendário ainda marca aquele dia, o dia em que você entrou na minha vida, trazendo consigo uma avalanche de emoções que, hoje, se transformaram em destroços.
O que aconteceu com os planos que fizemos? O que restou daquele amor que juramos ser eterno? Agora, sou apenas um homem que tenta se esquecer nas profundezas de um copo, que busca anestesiar a dor que não cessa. Cada dose é uma tentativa vã de apagar a lembrança de um amor que se foi, de um coração que já não bate com a mesma força.
Mas, mesmo assim, a esperança insiste em habitar nas ruínas desse sentimento. O amor, embora machucado, resiste, esperando o impossível. Porque, mesmo que eu finja que já não me importo, que a vida de um coração solitário e frio é o que escolhi, no fundo, ainda espero pelo dia em que você volte.
Até lá, sigo, vivendo essa vida bandida, onde o amor parece um sonho distante, mas onde a memória de nós dois é a única coisa que me mantém de pé.
Entre as sombras do desconhecido,
Onde a ausência desenha o seu traço,
Eu me perco em sonhos, tateando,
O que seria ser pai, o que seria o abraço.
Nas horas em que o silêncio é profundo,
E a dúvida murmura em seu canto sereno,
Imagino o futuro, o toque do mundo,
O calor de um vínculo, suave e pleno.
Não conheço o rosto, nem o riso,
Mas sinto a presença, um eco distante,
E em cada pensamento, um delicado aviso,
Que em algum lugar, um filho é um instante.
O que seria eu, pai, em sua história?
Um guia, um porto, um alento, um farol,
Em cada gesto, a promessa de memória,
De um amor que transcende e consola o sol.
Esperança de dias lindos
Como nuvens brancas em um dia ensolarado
Como momentos que passam é ficam na memória
Viver, ganhar experiência vivendo
Tudo passa
Como as águas corrente do rio Kwanza
Esperança é acreditar e é viver
Esperança e nunca desistir
É lutar fortemente como as ondas de um mar bravo em dias de tempestade
Chegou até aqui buscando respostas? A vida é cheia de sinais, busque aproveitar o deserto, não o rejeite, ele te trará a experiência e as respostas para todas as suas perguntas. Aproveite o processo.
O lirismo de setembro
Renova-se a esperança de dias melhores
O novo mês aflora com centelhas
De paz e mansidão
A certeza do colorido de
Tempos de primavera
Brotando o perdão no coração
Enternecido da humanidade
Logo os campos estarão floridos
As chuvas de setembro prometem
Varrer o ódio depositado no
Coração dos homens
A galhardia dos homens na
Busca da independência
As chuvas das manhãs de setembro
Fazem renascer a certeza do perdão
A suave brisa das auroras causa
Encanto e ternura
Enebria o chilreio dos pássaros
Aflora a esperança de dias melhores
Um setembro amarelo em
Prol do valor estonteante da vida
Um verde acende a inclusão
A explosão econômica petrolífera
Na proteção das árvores e florestas
Suavizando o meio ambiente
Para presente e futuras gerações
Aflorando a policromia primaveril
Muitas vezes aliada a fé, a esperança tem como fama ser a ultima a morrer, aquilo no qual nos agarramos até o fim, no desejo de dias melhores ou da permanência de dias bons. Para ter esperança é preciso mais do que crer, é preciso também saber os limites dos seus planos, a grandiosidade de seus sonhos, para saber o que é possível fazer a respeito disso – e é aí – nesse momento que entra a força de vontade, sem ela a esperança seria fraca, quase inexistente, a força de vontade é a capacidade que nós temos de superar as maiores dificuldades de nossas vidas mesmo quando ninguém mais acredita na gente, mas você acredita!
Acreditar que é possível, mesmo estando sozinho pode não dar em nada no final, mas quando se acredita, e consegue o que tanto almejava e surpreende não fulano ou sicrano, mas a si mesmo, é possível ver que nada é impossível, e que você é capaz de fazer coisas que você nem mesmo imaginaria que fosse capaz de fazer.
Uma vez, escrevi sobre paciência e mostrei a um amigo meu, poeta, músico e compositor potiguar Mirabô Dantas, e quando ele terminou de ler ele me disse as seguintes palavras: “ – Mario, A paciência é como a espera. No I Ching a espera está definida assim: Observe as coisas sem ilusões e ansiedade. Não se desespere, apenas espere com serenidade. O perigo se encontra na precipitação e no medo. Aguarde uma época oportuna. Calma.” Isto, me faz lembrar que a esperança não pode caminhar no desespero, ela precisa ter calma, pisar em chão firme e caminhar a passos lentos ao invés de correr.
Dizer que a esperança é a ultima que morre, é a mais pura verdade, porém, se você tiver pressa no que almeja não acreditar que seja possível, não ter força de vontade, nem fé, nem paciência, você pode ainda assim conseguir o que quer, mas será muito mais difícil. Portanto, é preciso acreditar em si mesmo, e se tiver fé em Deus, (como eu tenho) não colocar tudo nas mãos dele, O que sonhamos será realizado no momento que for devido, e a tentativa nunca é inútil, pois nela, aprendemos mais do que quando conquistamos, e conquistar o que se quer é uma das melhores coisas que um ser humano pode sentir na vida.
É nas adversidades que descobrimos a força que nunca imaginávamos possuir. Principalmente, se antes tivermos colocado a nossa esperança em Deus.
É aqui nesse mundo caótico que contemplamos a beleza, estimamos o admirável em um horizonte fugaz.
É nesse turbilhão de emoções que temperamos a vida com o frescor da sinceridade e o sabor do afeto em cada rosto de encontro.
É aqui onde tudo se devora que sentimos serena brisa, diante de nuvens inquietas e sombrias, em um oceano vasto de possibilidades.
É nesse mexido de gente, credos e raças, que a vida é latente, onde o amor supera os óbices, nos convidando a olhar e a viver.
A vida pode nos apresentar desafios e momentos de escuridão, mas é nesses momentos que nossa luz se torna ainda mais necessária. Ao enfrentar adversidades com resiliência e esperança, iluminamos o caminho não apenas para nós mesmos, mas também para aqueles ao nosso redor.
Jesus está voltando.Sim, Ele vem.
Mas não sabemos o dia...
Então, prepare-se, não para a morte, porque morrer em Cristo é viver.
Mas, prepare-se para envelhecer.
Cuide de sua saúde. Beba água.
Poupe. Sorria.
Para quando chegar a ser velho, você tenha uma vida tranquila, com esperança.
Porque, o dia que perder a esperança, perde-se tudo!
Verdade e lealdade são valores preciosos. Mesmo que quebrados, não se deve perder a esperança. A fé move montanhas, e mesmo diante de fracassos, os fortes buscam clareza e continuam lutando por suas causas.
A vida é algo a ser saboreado, experienciado. O mundo está aí para nós trazer felicidade, prazer. Que os males sejam afugentados e tolerados, para que a plenitude tome conta.
Maldade
A maldade dança rua afora
rodopia cada vez mais malvada,
coberta com seu manto rubro,
transbordante de alegria;
escarra à minha porta,
beija a boca da vizinha,
faz-lhe filhos deformados
e rodopia, rodopia invencível,
entre cacos de agonia.
Apenas seus pés choram
o sangue ciclo da menina morta: Esperança.
Morta entre um riso e um grito de bom dia.
Você quer brilhar para parecer uma árvore de Natal ou para ser um símbolo de esperança? O conselho de Jung sobre ser uma árvore não era exatamente sobre exibir luzes, mas sobre crescer profundamente, com raízes firmes na terra e a consciência expandida para o céu.
E, em meio a toda aquela escuridão surgiu um pequeno ponto de luz. À medida que a minha fé aumentava maior e mais brilhante tornava-se, até que ficou do tamanho da minha fé. Esse pequeno ponto de luz chamava-se esperança e foi ela que salvou-me da tristeza que havia transformado todos os meus dias em noites.
