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Ai do escritor que não usa, de vez em quando, um mínimo de cafonice.

Nelson Rodrigues
RODRIGUES, Sonia (org.). Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2012.

Livros são tesouros,
neles podemos ser heróis,
bandidos, duendes, bruxas ou fadas,
nas aventuras das linhas soltas
pelas mãos de um escritor,
que escreve cada obra
para abrir em nossa mente
uma nova e bela estrada

Você não ama um simples corpo, você ama uma vida, pois quando a vida se vai, o que sobra?

Lágrimas de fé, lágrimas de dor, gotas lacrimejando e deixando transparecer um sentimento de amor.

Lágrimas de solidão, talvez de ilusão, lágrimas sem sentido, que derramando contínua, sem nenhuma razão.

Lágrima sentida, doída, que toca minha pele, escorrendo sobre o meu rosto, revelando toda a minha emoção.

Lágrimas de carinho, de alegria, de saudades ou mesmo da paixão.

Lágrima minha, brotando sincera e que vem verdadeira, de dentro, lá do fundo do meu sofrido coração.

Durante sua longa carreira de agitador, Hitler estudou os efeitos do veneno gregário e aprendeu a explorá-los em benefício dos seus próprios fins. Descobriu que o orador pode apelar para aquelas 'forças ocultas' que provocam as ações dos homens, muito mais eficientemente que o escritor. Ler é uma ocupação privada e não coletiva. O escritor dirige-se apenas a indivíduos, sentados em suas casas, num estado de sobriedade normal. O orador fala para massas de indivíduos, já bastante contaminados pelo 'veneno gregário'.
(Admirável Mundo Novo)

Pois é como se uma maldição pesasse sobre o dinheiro: todo autor se torna um escritor ruim assim que escreve qualquer coisa em função do lucro.

Uma Primavera para o Sol e a Flor

Todo ser vivo precisa de zelo,
Para poder se desenvolver,
Trate-o mal se quiser perdê-lo,
Mas não lamente quando acontecer.

Como pode um Sol se apaixonar,
Por uma Flor nascida para perfumar ?
Ela tem um trunfo, sabe conquistar,
E o Sol se entrega sem hesitar.

Um romance curto,
Mas com muito ardor,
Uma Primavera para o Sol e a Flor.

Logo em seu nascer ele a contempla,
Esperando paciente seu desabrochar,
Está fumegante, sua visão é ampla,
O mais breve instante quer ornamentar.

Alguns pobres zangões
Querem ao Sol se igualar,
Beijar e sugar a Flor
Depois rejeitá-la e deixá-la secar.

Polinizar os arredores
Para outra flor germinar.
Mas o Sol declara:
Esta Flor é minha, até o verão chegar.

Um romance curto,
Mas com muito ardor,
Uma Primavera para o Sol e a Flor.

Um romance curto,
Mas com muito ardor,
Uma Primavera para o Sol e a Flor.

A Esperança
Nos faz compreender,
A Convicção
Nos impulsiona a realizar.

⁠Entretanto, a ninfa não me quis, 
Mas ainda nos trombamos, 
Nossos olhos se fitam, ela diz: 
Como vão os seus planos ? 

⁠"Tudo o que o Pai nos dá, aceitamos com amor; aquilo que Ele nos nega, aceitamos com paciência. Deus age para o nosso bem, seja dando ou tirando."

Hoje é sábado. É dia de louvar o nome de Deus. Feliz Sábado.

Um escritor não deveria se atrever a escrever sobre si mesmo a menos que esteja disposto a remover todas as camadas de proteção que separaram sua alma do livro.

Verity (livro)
HOOVER, Colleen. Verity. Rio de Janeiro: Record, 2020.

Me aprisiona su pasión, pero su amor me hace libre.

Aceita você. Aceita o que você é, o que você representa. Aceita as suas curvas, as suas marcas, as suas lágrimas e as suas dores. Aceita tudo que lhe transformou e todos os erros que você, dolorosamente, reconheceu que cometeu.

Aceita o seu cabelo, a sua cicatriz. Aceita logo tudo o que você precisa aceitar e quem não gostar que se exploda. Aceita que você irá perder algumas pessoas que não aceita essa sua mania de se querer tão bem.

Aceita o jeitinho que você enfrenta o mundo. O jeito duro de você enfrentar tudo. De enfrentar quem tenta limitar os seus passos e o seu caminhar.

Seu nome é liberdade, não esqueça. Não esqueça jamais. Aceita que voar é o seu destino. Que amar é a sua sina. E que a sua intensidade é o seu melhor sentimento.

Joga os seus cabelos ao vento e vai. Aceita que vai doer menos. O preço da liberdade é se gostar cada dia mais. (Edgard Abbehusen)

Há luzes acesas na madrugada. Os escritores, sonhando acordados.

O dia em que o ser humano entender que a felicidade vem de dentro, a Porsche vai à falência.

Somos um pouco egoístas na arte do amor.

ontem eu fui feliz
sonhei demais
brinquei até mais tarde
hoje virei cicatriz
de um tempo
que não volta mais.

Um livro tem a grande vantagem
de levar histórias, sentimentos e a
inteligência humana para diversos
locais e pessoas. Muitas vezes, o
autor não tem a mínima ideia do
alcance do seu livro. É um pouco
da vida do autor na vida dos
leitores.
(Livro Sustentabilidade Empresarial e Mercado Verde - Editora Vozes)

Escreve-se para não ser solitário e por amor aos outros; se você não tiver essa solidariedade, é bobagem escrever.

O meu “problema” talvez seja a compulsão. Escrevo, tenho de escrever, é o que me dá vida. Talvez eu não seja um grande escritor. Mas sou um escritor.

Os livros seriam uma (tênue) possibilidade de não morrermos. Mas podemos desaparecer e voltar, sofrermos um revival. (...) Este ofício é complicado, mas temos de exercê-lo com sinceridade, fogo e lança na mão.

Pessoas que não sabem o que querem viver, qualquer vida serve!

Acredite na sua fé, ela promoverá grandes conquistas em sua vida.