Tag emocional
A restauração do organismo
é um processo totalmente possível na conexão: corpo físico, energético, emocional, mental e espiritual .
Quanto mais me abro para ter experiências salutares, mais percebo que não sou humana. Sou um ser espiritual em uma experiência humana.
A medicina do som em sua remontagem histórica tem muito ainda, para contribuir com a saúde da humanidade.
Ter uma mente reprogramada é muito mais do que simplesmente superar desafios ou conquistar metas externas. Trata-se de uma jornada interna, de realinhamento profundo com seus valores, propósito e, acima de tudo, com sua essência. É a capacidade de transformar bloqueios emocionais em alavancas para o crescimento, reprogramando a mente sempre que necessário para se libertar de padrões limitantes.
A força interior é o alicerce de uma mente reprogramada. Ela não é sinônimo de invencibilidade ou ausência de medo, mas sim a capacidade de acolher essas emoções, compreendê-las e, sobretudo, usá-las como combustível para o crescimento.
Auto conexão é olhar para dentro e reconhecer os próprios medos, inseguranças e crenças que nos limitam.
Eu sou um instrumento do amor e da perfeição divina. Tudo que faço, tudo que penso e tudo que sou está em perfeita sintonia com o Criador. Hoje é um dia perfeito, e o bem me acompanha a cada passo.
A transformação começa quando você escolhe acreditar que merece tudo o que há de melhor no universo.
Qual dor dói além?
Aquela causada por quem amamos ou a dor de perder alguém? A do corte não cicatrizado ou a de sentir-se só mesmo com alguém ao lado? A de dar ou a de perder a vida? Qual dor é mais sentida? Independente de qual for, que seja dor, mas não seja só. Doa acompanhado, acompanhado do Amor, O Amor Maior. E enquanto dói, lembre-se que o tempo corrói, Mas cura que só.
O Peso Invisível
✍ Por Diane Leite
Dizem que o home office foi a grande revolução do trabalho. Dizem que agora podemos conciliar tudo – carreira, filhos, casa, sonhos, ambições. Dizem que podemos trabalhar no conforto do lar, produzir enquanto assistimos ao crescimento dos nossos filhos. Dizem tantas coisas…
Mas ninguém diz a verdade.
Ninguém fala sobre as palavras interrompidas, sobre o cursor piscando na tela enquanto uma voz infantil chama sem parar: “Mamãe, mamãe, mamãe…” Ninguém menciona o caos mental de tentar responder um e-mail enquanto alguém puxa sua blusa pedindo atenção. Ninguém fala sobre a raiva silenciosa de tentar construir um futuro enquanto mãos pequenas tentam te puxar para o passado – para aquele tempo em que você era apenas mãe, apenas colo, apenas entrega.
O mundo aplaude pais que trabalham de casa, admirando sua dedicação e equilíbrio. Mas quando é a mãe que tenta, o que ela encontra? Um labirinto sem saída.
Ela tenta negociar, tenta explicar.
"Filho, me dá só mais meia hora e depois a gente brinca."
"Mamãe está ocupada agora, mas depois vamos ver seu desenho favorito juntos."
"Por favor, me deixa terminar isso, é importante."
Mas as crianças não entendem tempo. Elas entendem presença. E quando percebem que a mãe está ali, mas não está, insistem, persistem, exigem. Querem tudo. Querem agora.
E a mãe?
A mãe não está frustrada porque não ama o filho. Não está frustrada porque não quer estar ali. Ela está frustrada porque precisa pagar as contas. Porque precisa trabalhar para sustentar o filho que, ironicamente, é quem a impede de trabalhar.
E o pior: a criança não entende.
Ela não sabe que aquela mãe exausta que pede “só mais um minutinho” está tentando garantir um futuro para ela. Não sabe que, enquanto brinca distraída, aquela mãe está planejando, negociando, buscando um jeito de fazer tudo funcionar.
A mãe engole a raiva. Engole o cansaço. Engole o grito que quer sair.
Porque o mundo já a ensinou que mães não devem sentir raiva dos próprios filhos.
Porque o mundo já a convenceu de que esse é o seu papel e que reclamar é ingratidão.
Mas lá dentro, um vulcão silencioso se forma.
Não é culpa.
Não é medo.
É frustração.
Porque enquanto o pai seguiu sua vida, ela parou. Enquanto ele construiu, ela segurou tudo sozinha. Enquanto ele dormiu tranquilo, ela ficou noites em claro, estudando terapias, pesquisando tratamentos, garantindo que aquele ser pequeno e frágil tivesse um futuro.
Agora que o filho cresceu e que ela finalmente tenta respirar, tudo parece puxá-la de volta para aquele tempo de doação total. O tempo que parecia ter ficado para trás, mas ainda vive dentro dela.
Ela sente raiva porque percebe que ninguém vai dar esse espaço a ela. Ela terá que tomar esse espaço.
Mas ninguém ensina como.
E então ela segue, tentando negociar, tentando encontrar um pedaço de tempo entre as exigências do dia.
O cursor ainda pisca na tela.
Os e-mails ainda esperam.
Os sonhos ainda querem nascer.
Mas há um peso invisível sobre seus ombros.
O peso de ser mãe e ser mulher ao mesmo tempo.
O peso de carregar tudo enquanto o mundo finge que não vê.
Mas ela vê.
Ela sente.
E um dia, de algum jeito, ela vai conseguir respirar de verdade.
E não pedirá mais desculpas por isso.
Diane Leite
Qual é o seu valor?
O peso de teus problemas?
A quantidade de dificuldades?
O tamanho de sua tristeza?
A angustia de sua caminhada?
Os seus erros... Seus defeitos?
Reflita melhor, sobre o que é de valor!
E me diz... Qual é o seu valor?
014 - "A gratidão é o melhor remédio... Cura física, espiritual e emocionalmente. E ainda é uma potente vacina."
Idemi®
Para ser feliz, saber lidar com as próprias emoções e com as emoções dos outros é tão importante quanto ter um currículo impecável.
IGNORAR ALGUÉM É BULLYING
Ignorar alguém é a pior forma de abuso emocional a que se pode submeter uma pessoa. É um ato de bullying covarde, pois é uma forma de agredir sem assumir o próprio ato de agressão.
A pessoa que pratica bullying se ocupa em fazer com que o outro se sinta insignificante e desrespeitado como ser humano, geralmente projetando com crueldade no outro o próprio sentimento de insignificância, mascarado por uma ilusão de poder.
Se alguém a quem você nunca direcionou ações maldosas ignora você, o problema não é você, acredite.
E a vida sempre vai se encarregar de deixar isso claro. A maldade, a irresponsabilidade e a indiferença são algumas das coisas mais certas de seguirem a lei básica da física: se jogar para cima, cai de volta na testa de quem jogou.
(Anônimo)
Minha paixão é tanta pelo rabiscar
que, por vezes, exagero na emoção
Somente para me recarregar
E derramar depois
Eu não tenho estrutura emocional para reerguer ninguém. Estou esgotado, fatigado e totalmente frustrado. Em relação as pessoas, em relação a mim.
Deixamos os influenciadores
Irritados com os nossos sonhos.
A falta de compromisso é deles
Tempo é o mesmo para todos aqui
Resiliência causa conflito interno.
Inaptos com a saúde emocional
Briga, critica, afronta se exalta
E assim eles não desenvolvem a mente.
