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Assumir a responsabilidade pelo próprio aprendizado, na minha percepção é a segunda coisa mais difícil pois a primeira é aprender.
O melhor retorno de um investimento feito por uma educação de qualidade se dá ao investir no professor e ao resgatar o merecido respeito social por este profissional.
"O objetivo que eu vou atrás,
Pensando no que me atrai,
vivendo o que me distrai,
sofrendo consequência do que me trai."
Sou contra a interferência do estado na criação das crianças por meio da erotização ou libertinagem! Defendo a maturidade pessoal, progressiva e educada pela família! Não Essa sacanagem!
A educação faz homens; a instrução faz sábios. A educação é o fim; a instrução é apenas um dos meios. A educação é, portanto, mais alta, mais profunda e mais extensa do que a instrução.
A educação e a instrução são conceitos profundamente distintos. A educação desenvolve as faculdades; a instrução dá conhecimentos. A educação eleva a alma; a instrução provê o espírito.
A desvalorização da educação começa quando pouco damos prioridade a sua existência. Podemos falar milhares de coisas, que a valorizamos e que só ela pode mudar o mundo, mas na prática muitas das vezes deparamos com ações opostas. Lemos um livro se ele estiver disponível gratuito na internet, pois se for pago, preferimos utilizar o nosso dinheiro para comprar um outro tipo de produto. Cadê o valor da literatura?! Da educação?! Se nós próprios não a damos o valor que merece realmente. E se não está disponível para download gratuito, nos questionamos sobre o valor do livro, sobre o que o escritor aborda naquela obra, se vai valer a pena adquiri-la, mas nunca vemos o trabalho do escritor para criar aquilo, a dedicação, tempo, criatividade, esforço e falamos que com esse dinheiro poderíamos estar comprando outra coisa do que um livro. Será que a educação vai mudar mesmo o mundo?! Como ela vai mudar se nem nós próprios a valorizamos?! Essa valorização tem que começar por cada um de nós.
Vida Boa É Vida Inteligente!
Muitos adolescentes, pouca educação,
mas porem com presidente.
Muita pobreza, pouca solução,
mas porem com corrupção...
Esse é o MUITO e o POUCO em nosso país!.
Livros para quê?
Talvez para descobrir
O interior do Brasil
Viajando com Guimarães,
Sob um céu de anil.
Para quem gosta de contos,
Ricardo é boa opção,
Dá vida a mundos incríveis
Sempre com muita emoção.
Porém se queres saber,
De nossos antepassados,
Conheça Os Sertões
Por Cunha imortalizado.
Analisando o bicho homem,
Bandeira põe-se a desvendar
As falhas deste sistema,
Que o deixa a desejar...
Caso ainda não entenda,
Para que é preciso tê-los?
Com ele Freire ensina:
Melhor compreendermo-nos.
Compreender nossos instintos,
A nossa sociedade...
Valorizar este país lindo,
Que clama por responsabilidade.
Não é necessário nenhum cajado na educação e sim na sua falta, é o preço cobrado pela mesma sociedade que abandona seus filhos.
Diz o bom senso que os filhos não herdam as dívidas dos pais ou ancestrais. Assim sendo, o povo que não se identifica pela cor da pele em relação aos seus pares (se os considerarmos iguais perante a Lei) não têm dívida histórica alguma, nem para com pessoas que já se foram, vítimas ou não de crimes no passado, nem para com os descendentes destes se não estiverem num regime legal isonômico (ou seja, se estes são tão cidadãos quanto todos os outros).
O intelectual não é aquele que reproduz o conhecimento de forma mecanizada. Mas, sim aquele que o reproduz pautado na cintilante luz que clareia e proporciona a reflexão, isto é , a Epistemologia.
A escola prepara o ser humano para competir com os outros, porém deveria também preparar para vencer a si mesmo.
Não, não me culpes!
Essa eu não posso carregar!
Saúde?
Graças a mim, terás muito mais médicos, ambulâncias e postos espalhados, como nunca vistes em seu dia a dia!
Segurança?
Por minha causa, verás um número impressionante de policiais e viaturas nas ruas!
Água?
Tenho a balde! Aqui não há crise!
Luz?
Lâmpadas novas e para todos!
Enfim, eu sou teu, ou tua, como preferir! Te faço esquecer de tudo e de todos!
Não me prives disto! Sou louco, utópico. É um direito meu! Mesmo que estejas realmente morrendo, não há nada mais justo que eu prossiga para comprovar os motivos insanos de continuar pulando sobre teu corpo deitado, eternamente, em berço esplêndido.
Manifesto do Carnaval à Pátria Amada (ou Gigante Adormecido)
