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Minha alma se enche de gratidão quando me deparo com a grandiosidade do poder de Deus, assim que abro os meus olhos e renasco junto com o dia.
E do nada as coisas começam acontecer, começam à da certo, ai agente se pergunta.. meu Deus porque só agora?? Porque não era no seu tempo e sim no tempo de Deus.
É interessante a nossa visão de Deus, em pleno século XXI. Um Ser piedoso e, ao mesmo tempo, cruel, que castiga aqueles de lhe desagradada e abençoa aqueles que lhe agradada. Amadurecemos em tudo, menos no conhecimento da Divindade.
Tolerância tem limites e ele começa e termina onde não há mais respeito básico a natureza humana, profissional, familiar e outros mais.
Originalmente a religião tem a função de religar o homem a Deus. Hoje a religião tem outra função, enganar a muitos e religar poucos aos bens materiais.
Não são as palavras que têm poder e sim os ouvidos de dois ou três que as praguejam ou as louvam e que no final dão os créditos dos resultados a Deus.
Não há como descrever o amor de Deus.
Não há como medir o amor de Deus
Não há como pesar o amor de Deus
Não há como calcular o amor de Deus
Não há como definir o amor de Deus
Só nos resta sentir e viver o amor de Deus
Muitos demonstram um alto conhecimento das coisas religiosas; outros demonstram fazer grandes prodígios; porém, poucos demonstram uma verdadeira piedade.
A igreja não precisa de homens que se acham capacitados, a igreja precisa de homens fiéis a Deus, comprometidos com a Escritura e piedosos na vida diária.
*Feito a luz do criador*
O ávido pulsar,
que nos alimenta e nos envivida
com seu brilho revigorante e onipresente,
clareando nossas almas e mentes
e nos abraçando com seu calor.
Seu brilho pretérito nos envolve
não importa que tipo de dia estamos passando.
Há dias sombrios como a noite sem luar
e há dias iluminados pelo Sol,
e é por eles que devemos lutar.
São pequenas coisas que proporcionam felicidade.
São pequenos momentos que se tornam infinitos
em nossas memórias, em nossos corações.
Oh! Grande Apolo, Senhor dos Oráculos,
peço-lhe que me responda:
Onde está o meu erro?
Mas, apesar de tudo, somos como o Sol
que se mostra pelo passado seu brilho,
como nossa essência, que moldamos.
Nos utilizemos, então, desse brilho para boas coisas
ou para coisas ruins, como ele o faz.
E, da mesma forma que sua luz,
a vida, sua filha, também pulsa com intensidade.
Alternando sempre entre dois extremos, mas às vezes não.
Ora, com um brilho intenso e inspirador.
Ora, com uma frieza insuportável e devastadora.
