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Filosofia brasileira
A cantora mais sexy é homem!
O homem mais sexy é mulher!
O homem mais honesto está preso!
E João de Deus é do capeta!
(Ratinho by Marcos)
Aumente sua tristeza, angústia ou depressão perto de pessoas negativas ou sem fé! Cure tudo isso com sua família, seus amigos ou com Deus!
Quando somos levados a não crer ou a esquecer que Deus está no controle de todas as coisas, então já estamos bem distantes e perdidos; assim, devemos pedir ajuda a quem é o caminho, a verdade e a vida!
A igreja contemporânea está preenchida com: corais, instrumentos, apresentações, músicas, apresentadores, marabalhismos, teatros, empresários, santos, apóstolos, profetas, curadores e vazia da Palavra, de Cristo, do fruto do Espírito Santo e de Deus!
Toda intenção de se mostrar as verdades da palavra de Deus com segundas intenções financeiras poderá ser debalde em seus efeitos! As coisas têm que acontecer espontaneamente!
Quando a busca por ovelhas for com a intenção de se ganhar para o reino de Deus e não para fins capitalistas, então haverá um crescimento maduro e progressivo!
O ateu nega a existência de Deus e consequentemente seu princípio de justiça, mas na verdade ele devia mesmo era ter medo do diabo e do inferno.
Você já parou para pensar que toda sociedade, povo ou nação têm a ideia de uma divindade seja no passado, hoje ou amanhã? Em qualquer tempo histórico houve e haverá essa sensação intuitiva. Sabe por quê? Porque nascemos programados para crer e buscar descobrir o nosso Designer, pois a criatura só se realizará no Criador.
A ideia axiológica de um ser inteligente criador é unânime praticamente em todo ser humano. Pois Ele é inexorável ao ateísmo. Quem crer “busca” aceitar e se rende, quem não “evita” mimetizando-se nos ateísmos.
Deus é o que de fato se verbaliza ser, mas só se tornará se permitirmos e acreditarmos no íntimo do nosso ser!
Deus não existe no conceito vocabular, mas no conceito metafísico, uma vez que Ele é em essência sendo imune a coação externa! Pois Ele é quem origina a ideia de existência.
O raciocínio dedutivo é assim: "Todos os seres humanos sentem no íntimo que existe um Criador. Eu sou um ser humano. Portanto, existe um Criador." A conclusão ( "existe um Criador") é derivada das duas premissas ( "Todos os seres humanos sentem no íntimo que existe um Criador e Eu sou um ser humano"), a lei da lógica de predicados chamada instanciação aplicando universal.
No raciocínio indutivo, o papel das premissas é fornecer um forte apoio à conclusão, mas a verdade da conclusão não é garantida, porque este tipo de raciocínio não usa leis universais (tais como as leis da lógica) para chegar à conclusão. O seguinte trecho é exemplo de raciocínio indutivo: "Eu sinto no íntimo que exite um criador e todos os seres humanos nascem com inclinações para crer em Deus. Portanto, todas as pessoas são teístas." Neste caso, o raciocínio é correto porque a premissa apoia a conclusão, mas a conclusão é falsa, uma vez que existem pessoas ateístas.
Deus não existe no conceito vocabular, mas no conceito metafísico, uma vez que Ele é em essência sendo imune a coação externa! Ele é quem origina a ideia de existência. Enfim, nunca irão provar sua “existência” no mundo físico, pois o mesmo é hermético, insondável e incompreensível para mentes finitas e limitadas.
Deus de fato existe?
Seria mais lógico, coerente e congruente dizer que Deus é do que dizer que Ele existe, pois o campo semântico etimológico do verbo “existir” não comporta o real sentido transcendental da perspectiva de existência do Divino.
Provar a existência de Deus?
Nunca irão provar sua “existência” no mundo físico, pois o mesmo é hermético, insondável e incompreensível para mentes finitas e limitadas
Deus é incrível? Não e sim! Partindo do pressuposto etimológico não, e do secundário sim! Pois Deus é transcendental e fora do comum, da realidade limitada humana; portanto, ele é extraordinário. Ou seja, ‘incrível’.
É um pouco complicado percebermos que o conceito primário ou etimológico de “existir” se distancie radicalmente do conceito que temos sobre Deus. [Ele é incriável!]
Pois segundo a definição do linguista e lexicógrafo José Pedro Machado em seu ‘Dicionário Etimológico’ “existir” é: Do latim: ex(s)istere, 'sair de, elevar-se de; nascer, provir de, manifestar-se e mostrar-se'. Já que a palavra existir é composta de dois termos “ex e sistere”. O termo “ex” é uma preposição que significa “a partir de”, ou trazer algo para fora. O verbo “sistere” significa colocar de pé ou firmar alguma coisa.
Assim, tal termo significa literalmente “surgir a partir de algo firme”. E em seu sentido secundário seria: “ser real ou revelar sua verdadeira essência, natureza ou suas intenções ou opiniões”.
Partindo do pressuposto etimológico Deus não existe, no secundário existe sim!
Tudo é uma questão de pura
perspectiva!
