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Como o julgamento de Deus é correto (porque Ele nos conhece plenamente), sempre colhemos de acordo com o que plantamos.
O cristão é alguém que, ao atender o chamado, entregou o coração ao domínio da paz de Deus, e é agradecido.
De acordo com o apóstolo Paulo (Rm 15.4), a Palavra de Deus escrita tem, dentre outros, o propósito de nos informar o que esperar da parte de Deus.
O pecador que verdadeiramente se converte a Deus o faz com todo o seu coração, chorando arrependido pelo seu triste estado pecaminoso.
As palavras que saem da boca de Deus são sempre eficazes, mas o efeito delas pode ser bom ou mau, conforme a atitude do receptor.
Deus dá força e vitória aos Seus servos sobre as tentações, ainda que estas são semelhantes às que as demais pessoas enfrentam.
De acordo com o ensino do apóstolo Paulo (2 Co 1.3,4), toda consolação vem de Deus: a que recebemos quando estamos atribulados e a que devemos transmitir aos que estiverem angustiados.
Para Tiago (Tg 1.12), a felicidade consiste em receber a coroa da vida que Deus prometeu aos que o amam, só que antes é preciso suportar com perseverança as provações e ser aprovado.
A prática do bem e a cooperação mútua são mandamentos, e o seu cumprimento agrada a Deus ( Hb 13.16).
Tiago recomenda que confessemos as nossas culpas uns aos outros e oremos uns pelos outros para que fiquemos curados. Tg 5.16. Logo, ofensas cometidas contra o outro, além de serem confessadas a Deus, devem ser confessadas ao humano ofendido.
Com o coração, devemos orar como Davi: "Grandíssimo és, ó Senhor Deus, porque não há semelhante a ti, e não há outro Deus além de ti, segundo tudo o que nós mesmos temos ouvido." (2 Sm 7.22)
Jesus ensinou que oremos "o pão nosso de cada dia dá-nos hoje" (Mt 6.11) porque precisamos depender e confiar em Deus também quanto às provisões materiais.
Perdão de pecados e terra sarada são precedidos de humilhação, oração, busca a Deus e conversão dos maus caminhos (2 Cr 7.14).
Não fora o grande amor de Deus em dar o Seu Filho unigênito ao mundo, nós, pecadores, continuaríamos condenados à morte (eterna separação de Deus), sem possibilidade de salvação.
Conforme Deus exigiu de Israel (Am 5.24), a nossa mudança de conduta há que preceder à aceitação de nossos sacrifícios de louvor.
Enquanto não houver tristeza pelo pecado cometido, convicção da condenação eterna, desejo de mudança e impulso para suplicar as misericórdias de Deus, não existe arrependimento (Sl 51.1,2).
Ninguém consegue anular o que Ele diz: "Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus; sou exaltado entre as nações, sou exaltado na terra." (Sl 46.10).
O pão partido da Santa Ceia deve ser comido reverentemente em memória ao sacrifício do corpo dilacerado de Jesus oferecido a Deus por nossa eterna salvação.
