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A arrogância e a vaidade exagerada são próprias dos mentirosos e vigaristas. Pois aqueles que vivem a verdade e a justiça, sempre são humildes e simples.
O reconhecimento profissional desponta naturalmente por uma serie de bons serviços durante a vida. Sendo assim, não há necessidade imperativa de publicidades milionárias nos mecanismos de buscas.
Colorir a vida com cores vivas é uma das melhores formas criativa e genial de transmutar, os acinzentados, os mornos e os opacos das intemperes remotas da existência.
A justificativa cientifica mental, paranormal e ufológica sempre será equívocos desnecessários perante todos os fenômenos religiosos e espiritualistas.
Na nova economia do mundo contemporâneo, quem muito estuda e se prepara, desaprende e se distancia cada vez mais dos sucessos financeiros.
Todos os dias em nossa breve existência nesta dimensão, mesmo contemplativo, pensativo e triste, temos sempre a grata oportunidade de arrancar um sorriso alheio e com sorte proporcionar a alguém, pelo menos um minuto de alegria e felicidade.
Mesmo na floresta de pedra urbana das grandes cidades, os passarinhos me despertam todas as manhãs me convidando para a vida, para o amor e a felicidade.
O Deus, o amor, a caridade e o perdão estão presentes em todas as culturas civilizatórias da humanidade, das mais diferentes formas mas com um único sentido.
A única Lei da Fortuna atemporal do universo diz, que cada qual que for generoso com todos em sua jornada na sua cadeia produtiva criativa, automaticamente os multiversos responderam generosamente por causa e efeito, a você de forma valorosa, gratuita e abundante.
Existo e inexisto dentro de mim mesmo mais de mil vezes pois sei como é infinito as vibrações dentro de meu conciso universo particular.
Idiotiza se quem pensa que a arte e a cultura, devem estar sempre na esquerda. Elas são livres e se esparramam como águas límpidas e turvas por todas as direções.
A cultura marajoara é um termo usual globalmente no entanto, esta cultura é subdividida em várias fases distintas que floresceram na Ilha de Marajó ou no Rio Amazonas na era pré-colombiana, a marajoara é uma delas mas tem outras como Ananatuba, Tapajônicas, Mangueiras, Formiga, Acauã, Aruã entre outras.
A verdadeira arte e a verdadeira cultura nunca estão nem poderão estar interligadas e algemadas por proposições étnicas, politicas, sociais ou religiosas. Quando assim aparecem, não se tratam mais de arte e nem cultura mas sim de uma maldosa doutrinação de meias verdades que vão estimulando a polarização divergente por meio indevido da liberdade.
Todo "desbranquecimento" de uma cultura deve ser procedido de forma gradual, nunca de forma abrupta e artificial, para não gerar desconfiança, medo e rancor. Afinal o mundo não pode em um dia, amanhecer, e nem deve acordar negro, índio e amarelo por que os interesses políticos, comunicativos e midiáticos, querem de repente contemplarem um maior numero de pessoas esquecidas e invisíveis.
A antropofagia e o canibalismo devem ser constantes, nas artes e na cultura nacional brasileira. Importante acharmos nosso verdadeiro hemisfério, atmosfera e nosso meio para que algum dia, um pouco mais a frente, sejamos inteiro.
A todo momento no mercado de arte brasileiro, encontramos meios profissionais iludidos e entorpecidos com falsas verdades, acendendo uma vela para encontrarem o Sol.
O desiquilíbrio social e a escassez de oportunidades educacionais e trabalhadoras, direciona grande parte da juventude consumista sem recursos, a ser um produto descartável e efêmero, das poucas classes privilegiadas.
Em cultura, não existe fim, meio e nem começo, tudo que engloba os saberes novos e ancestrais são partes importantes da identidade cultural de uma nação, passado, presente e sonhos futuros, a realidade cultural nunca é estática, está sempre em movimento mesmo que para frente e para trás.
Nenhuma politica publica no Brasil pode ser digna e inclusiva, se não promova a integração social da população indígena, negra e pobre.
Ainda não sei o suficiente, para entender pacificamente tantas guerras, misérias e pobrezas no mundo.
Os seres da Amazônia, pertencem a vida da Grande Floresta em uma personalidade cultural, nativa e diferente. Sendo assim, cabe ao governo cultural federal e a sociedade, preservar, impedir que as novas tecnologias cheguem a eles e muito menos convidar como atração pura e ingênua nas terras dos homens brancos. Pois por mais que convidarmos a habitar transitoriamente em gaiolas de ouro, para tentarmos entender suas culturas, não entenderemos a essência e sua original cultura de liberdade, quando retornar, a ancestralidade, será diferente.
A Santíssima Trindade católica imposta pela catequese "é o Pai quem gera, o Filho quem é gerado e o Espírito Santo quem realiza" mas na compreensão original nativa indígena brasileira, vem resistente até hoje pela ancestralidade. A trindade que é "um Deus em três pessoas", para cultura religiosa indígena é a Vida em substância, essência e a natureza, a Mae Terra é quem gera, todo ser que existe na natureza é gerado e o Grande Espirito Ancestral do Universo quem tudo realiza.
A modernidade burra brasileira, quer destruir a medíocre e pobre língua portuguesa, que nos resta, substituindo alternadamente números por letras.
