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"Existem tantos pensamentos de lixos intelectuais que chamam de "cultura"
na sociedade moderna, que mais de noventa e cinco por cento das pessoas maduras e equilibradas não aceitarão suas falsas utopias. Sendo que por prevenção esses nunca irão se manifestar abertamente."
Crônica: Brasil e a cultura eleitoral.
Carreatas e escassel, povo gosta do festival, uma pena esse bordel, gente faminta, a beira do colapso e a bagagem pesada das fanfarras em multidão, gasolina, fogos de artifício e as panelas vazias, e o pior, as mentes mais vazias, escassez de liberdade, escassez de decência, uma vez que o coloio entre rivais que de repente se tornam amáveis, cansaço, esgotamento, lamento, o ato, o fato, o Brasil, o povo e a assinatura popular em comunhão com a podridão, alto lá Brasil, que se vende e se dobra a realidade real, o real que move a população e destrói uma possibilidade realidade de vida real.
Giovane Silva Santos
Taipa
Como é lindo o amanhecer,
Contemplar as crianças indo à escola
Subindo a ladeira juntas com os trabalhadores;
Os ventos das matas e dos canaviais
Percorrem tuas ruas, becos e vielas
Não apenas estes como também
O amor e o ódio,
A inocência e a malícia,
A fé e a descrença,
E outros percorrem este lugar com esgotos a céu aberto
Ratos, baratas e escorpiões
São parte da "decoração" deste lugar e o povo é iludido e comprado a cada quatro anos
Nada vai bem, mas nem tudo vai mal, mesmo em situações desumanas ainda há humanidade neste lugar,
Muitos são cativos e outros poucos libertos.
A cultura é o elemento de transformação da vida das pessoas. Nos implica ao poder do autoconhecimento e sensação do imaginário. A mudança só acontece quando nós permitimos "ao colher". O que pretendo afirmar: Estamos aqui!
Falar sobre paz mundial é ouvido hoje apenas entre os povos brancos, e não entre as muito mais numerosas raças de cor. Esta é uma situação perigosa. Quando pensadores e idealistas individuais falam de paz, como fazem desde tempos imemoriais, o efeito é insignificante. Mas quando povos inteiros se tornam pacifistas, é um sintoma de senilidade. Raças fortes e não gastas não são pacifistas. Adotar tal posição é abandonar o futuro, pois o ideal pacifista é uma condição terminal contrária aos fatos básicos da existência. Enquanto o homem continuar a evoluir, haverá guerras.
Como é especial poder compartilhar meu idioma e minha cultura com pessoas do mundo todo e fazer com que elas realmente enxerguem essas coisas.
A cultura come a estratégia no café da manhã.
"Cultura é a luz que ilumina nossas mentes em busca da evolução humana, traz à escuridão da alma uma nova chance de se encher de luz e prosperidade, sem a cultura seriamos apenas seres vagando pelo vale mais obscuro da inércia!"
Para compreendermos e vivenciarmos as questões mais sublimes, faz-se necessário um esvaziamento mental e um retorno à pureza da infância.
É deveras importante que mantenhamos nossa mente aberta ao mundo das possibilidades que nos brinda a vida diariamente.
Precisamos de uma educação que promova seres protagonistas de seus raciocínios e não meros reprodutores de conhecimento e vítimas de doutrinação ideológica e alienação.
Se a vida não para de nos ensinar todos os dias, porque deveríamos nós pensar em pararmos de aprender estando ainda vivos? Do nascimento até momento de nosso último suspiro de vida, é sempre tempo de aprendermos.
É preciso que se supere o receio de arriscar e que se arrisque com retidão se quiser ser bem sucedido.
Se realmente quisermos prosperidade precisamos abandonar a zona de conforto em que nos encontramos e nos submetermos abertamente aos riscos de nossas ações.
A educação, pode sim, ser uma ferramenta libertadora para o povo, desde que não seja usada como uma espécie de salvacionismo manipulatório e alienante.
Faz-se necessário que tenhamos um olhar biopsicossocioespiritual sobre o ser humano, enxergando-o de maneira integral, pois se trata de um ser que está para além do visível corpo físico.
