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Às vezes, a ovelha desgarrada saiu para estudar e ter conhecimento, para parar de ser enganada e manipulada.
Os paradoxos são essenciais para desafiar e desmantelar as “Verdades Absolutas” que nos mantêm estagnados e nos aprisionam.
O pior crente que há é o crente político. Porque ele é totalmente o oposto daquilo que um crente deveria ser, daquilo que Jesus, se algum dia tiver existido, imaginou para um seu seguidor. O crente político é o anticrente, o seguidor, em essência e matéria, do próprio Anticristo.
Nada é mais paradoxal: dizem que não devemos julgar, mas são os primeiros a apontar o dedo. Pregam a igualdade, mas impõem regras que excluem. Essa fé de fachada esconde uma hipocrisia gritante.
Nós não iremos mais adoecer fingindo ser quem não somos. Nossa liberdade é inegociável. Nossos valores pessoais transcendem qualquer imposição religiosa.
O grande risco de viver em uma constante co-dependência religiosa é a pessoa se anular, perder o poder de decisão e continuar refém de uma fé que relativiza tudo, mas não resolve nada concretamente.
Negamos a nossa autenticidade para nos encaixar nas exigências de um sistema que não nos valoriza e até mesmo para atender às expectativas de outras pessoas.
Amor Incondicional
Aquele expresso por Cristo,
Sinto-me amado.
E pelo seu sacrifício,
Torno-me grato,
Pois agora meu coração está renovado.
O relativismo e a prática de "dar vistas grossas" funcionam como válvulas de escape, permitindo que o indivíduo e o grupo mantenham a estabilidade de contradições.
O medo tem o poder de distorcer nossa percepção, fazendo-nos enxergar como reais aquilo que não passa de ilusões.
A discordância entre teoria e prática cria dois tipos de indivíduos: o charlatão oportunista e o místico iludido !
As histórias que você acredita e conta são mais ficção do que verdadeiramente fatos e eventos históricos.
Como camaleões em um ambiente monocromático, algumas pessoas se confundem com o entorno, tornando-se indistinguíveis de seus erros, camuflados pela complacência alheia.
Imergidas em uma cultura que tolera desvios, muitas instituições se tornam cegas para as próprias falhas, legitimando comportamentos inadequados.
Prefiro a lucidez dos que analisam e questionam à cegueira dos que seguem sem pensar, acreditam sem provas e demonizam tudo que ameaça suas ilusões.
Muitas vezes viver de ilusão, utopia e relativismo, é a melhor maneira para não encarar a realidade como ela é.
Sem pensamento crítico, sem crivo, o púlpito e o palanque são os mesmos: plataformas para manipular em nome de Deus.
