Tag coração
“Há um tempo para todos, confie na sua fé, à liberdade de ser feliz está próxima, podemos ser pequenos, mas juntos somos o coração de Deus.”
“Os olhos falam, falam do coração. Saber ouvi-los pode significar muito para alguém”
Ney P. Batista
May/18/2022
“Poema da decisão”
Menino de coração ou de cabeça? Escolha!
Quem dera que o homem olhasse para seu próximo como uma criança olha para outra. Ela não vê cor, forma, posição social… Ela vê um potencial amigo, um semelhante, e não prejulga, não discrimina e não teme, só se aproxima, é o prazer da companhia.
Ney P. Batista
Nov/05/2021
Os três passos para o amor:
1)Se ame como você é hoje! -
Compre as suas roupas, perfumes e o que gosta pensando em usá-los no presente e não daqui meses ou anos.
Lembre-se: você é lindo(a) do jeitinho que é, então se mime e usufrua do que gosta sem julgamentos.
2)O seu presente também traz felicidade-
Crie as suas metas futuras, mas se admirando e sendo grato pelo hoje, bem como pelas suas metas já conquistadas.
Ânimo, você já é um vencedor!
3)Viva o agora! -
Seja grato pelas oportunidades e não deixe-as passar. Respeite o seu tempo sempre, todavia se já der para fazer, não se sabote e acredite: esse já é o momento.
Faça hoje e não no próximo ano...o seu livro de vida é o agora!
@keylak.holanda
Confie em si mesmo. Acredite na força que pulsa em seu coração e na sabedoria que habita sua alma. A fé não é apenas uma crença em algo maior, mas também a confiança em sua própria capacidade de superar o que parece insuperável.
Em cada esquina do mundo, encontramos figuras de força e amor incondicional, mas nenhuma se compara à mãe guerreira. Ela, que transforma cada desafio em um degrau, cada lágrima em um aprendizado. Sua capacidade de cuidar e amar transcende o tempo e o espaço, criando laços invisíveis que sustentam o coração de quem se encontra sob suas asas.
Almas luminosas…
Existem pessoas que parecem conter dentro de si um universo inteiro de luz. Elas transbordam como rios que nunca secam, carregando em suas águas uma energia que toca, transforma e cura. Esses seres singulares são como bálsamos para o coração cansado de quem cruza seus caminhos. Elas não apenas existem; elas irradiam. Seus gestos, muitas vezes simples, possuem um impacto profundo. Um sorriso, um olhar, uma palavra de conforto — tudo nelas carrega uma força quase mágica, capaz de reerguer aqueles que estavam à beira de desistir. São como âncoras em meio às tempestades da vida, trazendo calma e esperança onde antes havia desespero.
Essas pessoas possuem uma bondade que não se exibe, mas que se sente. É algo que está presente na maneira como olham o mundo, sempre com ternura, mesmo para as situações mais desafiadoras. Seus olhos falam mais do que suas palavras, revelando uma alma generosa, pronta para oferecer o que tem de melhor, mesmo quando pouco lhes sobra. São humildes, não por se submeterem, mas por entenderem que a grandeza está na empatia, no compartilhar, no acolher. Seu sorriso fácil, muitas vezes acompanhado de um jeito quase ingênuo, confunde os mais céticos; parece bobo, mas é apenas a pureza de quem não carrega malícia no coração.
Há algo de profundamente regenerador em conviver com essas pessoas. Elas nos inspiram a sermos melhores, a enxergarmos o mundo com outros olhos, a acreditarmos novamente quando tudo parece perdido. São como faróis que iluminam os caminhos mais escuros, como pontes que nos levam para uma nova fase, para um lugar onde a vida volta a fazer sentido. Quando estamos perto delas, é como se um vento fresco soprasse em nossa alma, afastando as nuvens densas do cansaço e do pessimismo.
No entanto, há quem, incapaz de compreender tamanha luz, tente apagá-la. Talvez por inveja, talvez por medo, ou simplesmente por não suportar aquilo que não pode replicar. Essas pessoas, que carregam sombras dentro de si, enxergam a bondade genuína como uma ameaça. Elas tentam moldar, apagar, silenciar. Mas mudar alguém que irradia essa essência é um ato de crueldade. É como apagar uma estrela no céu, como tentar calar o canto dos pássaros. É roubar do mundo algo que ele desesperadamente precisa: autenticidade, altruísmo e amor verdadeiro.
Pessoas assim não devem ser mudadas. Elas são preciosas exatamente por serem como são. Sua originalidade, seu carisma espontâneo, sua sinceridade desarmada são um presente raro, uma dádiva que não se compra, não se força, não se imita. É natural que aqueles que não possuem essa mesma luz se sintam desconfortáveis ou desafiados diante de tamanha plenitude. Mas a solução para isso nunca será apagar o brilho alheio; será, talvez, aprender com ele.
Preservar essas almas luminosas é uma responsabilidade coletiva. É garantir que o mundo não perca sua capacidade de se encantar, de se regenerar, de acreditar. Que possamos reconhecer, proteger e valorizar essas pessoas, porque sem elas, a vida seria um lugar muito mais árido, muito mais sombrio. Elas são a prova de que a bondade é possível, de que o amor existe, de que a esperança pode ser renovada. E isso, por si só, já é revolucionário.
A razão afirma a função do coração, que é bater; a emoção traz outra ocupação para ele, que é apanhar.
Se expressar por arte, ou por parte
É um descarte, daquilo que arde
Desabafar, pra não desabar
Abrir o coração, pra tocar a emoção
Levar calma, pra aliviar a’lma
Ganhar sorrisos, pra dar suspiros
Descarregar pensamentos, pra gerar sentimentos
Tornar leve, aquilo que te adoece
De forma pura, pra trazer cura.
Foi quando me deparei: a realidade cobriu-me naquele instante, como um véu que cobre objetos e os reduz a nada, senão simples formas. Os vultos me cercavam, e um silêncio ensurdecedor ecoou nos meus ouvidos. A existência, antes anestesiada pela minha tentativa inútil de esquecer-me ou até fugir dela, penetrou-me aos olhos: já não enxergava mais nada. O breu tomou conta de minha visão, e ali já havia entendido — e, certamente, foi o estopim da fatalidade que me poderia ocorrer. Não poderia fugir; como conseguiria, se já não me havia forças para correr, muito menos direção para guiar-me? E, se os tivesse, alcançando o topo da colina mais alta e mais distante de todas, como poderia fugir de mim mesmo? Como poderia fugir da angústia que tomou completamente meu corpo naquele instante? A única coisa que poderia fazer era olhar fixamente para o nada, assim como olho para mim no espelho pelas manhãs. Sem escapatória, era apenas uma alma passando frio, ao lado de tantas outras vestidas, combinadas e esquentadas pelo calor de suas vestimentas: seus corações, que palpitavam ferozmente ao contato dentre tantas outras parecidas, enquanto o meu já não tinha forças para viver. Meu coração estava num imensurável inverno congelante, sem previsão de essência: espera-se, somente, a morte por hipotermia.
