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Deus nos ajuda a ver, a ouvir e a interpretar, de coração e mente, criando habilidades necessárias para entender os nossos sentimentos e os sentimentos dos outros, isso faz de nós, seres humanos melhores.
“Nada pode fortalecer mais a nossa segurança do que uma consciência tranquila.”
- Flávia Filgueiras
O dinheiro pode comprar quase todas as coisas. Entretanto, jamais permita que ele barganhe com a sua consciência.
Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos
em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos
a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos – não
importa o nome que demos, o que importa é deixar no passado os
momentos da vida que já se acabaram.
As coisas passam e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente
possam ir embora. Tudo neste mundo visível é uma manifestação
do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração – e o
desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para
que outras tomem o seu lugar.
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade
ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa
mais na sua vida. Feche a porta, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe
de ser quem era e se transforme em quem é.
Gloria Hurtado
Dar a oportunidade à abertura de novos ciclos em nossas vidas é
também um gesto de caridade, respeito e amorosidade para conosco,
em plena consciência de que nosso infalível destino é a plenitude
divina.
Jogar a corda para alguém nem sempre significa ajudar. Há quem use-a para se salvar, mas há quem use-a para se enforcar.
Deve o cidadão, sequer por um momento, ou minimamente, renunciar à sua consciência em favor do legislador? Então por que todo homem tem uma consciência? Penso que devemos ser homens, em primeiro lugar, e depois súditos.
Quando sua consciência se expande,jamais ira voltar ao tamanho que foi; é impossível conquistar as alturas do Ser e querer voltar a se tornar quem se era. Evolução!
Me orgulho de minha vida inteira. Quer fazer igual? Siga duas regras:
1- Não faça TUDO por AMOR
2- Faça TUDO com AMOR
Ao se libertar de ciclos ruins, terá a oportunidade de buscar a felicidade e a satisfação de forma genuína em sua vida.
Falar da vida do outro é atrasar sua própria evolução. Afinal, ninguém sai dessa vida sem pagar a conta.
Na primeira vez que me sentir enganado posso estar sendo injusto. Na segunda pode ter havido uma coincidência. Mas na terceira vez a culpa é minha, e nada mais meritório do que mo terem imposto.
Se, em meu diálogo com meu Deus interno, ouvisse dele que, por algum mérito, eu teria direito a uma graça, vêm-me à consciência ter recebido muito mais créditos do que débitos em toda a história escrita até aqui, não havendo nada mais a pedir. Assim sendo, a única coisa que ainda me restaria esperar seria um último momento sereno, entendendo isso como livre de sofrimento para mim a para os que deixo ao transpor meu portal. Mas sou capaz de assimilar que pelo entendimento de Deus essa serenidade se apresente de uma forma diferente da que concebi.
Ideologicamente não duvido de que passaríamos muito melhor sem as religiões. Nenhum de seus maiores líderes fundou igrejas. Mas também reconheço que, para muitos que não conseguem andar com as próprias pernas, as muletas ainda são importantes, ainda precisam que alguém lhes dite o que fazer, já que não conseguem pensar por si mesmos. E é no meio desse medo todo de enfrentar suas verdades que os "fazedores de cabeças" encontram espaço para se multiplicar e encher os bolsos em cima da miséria e da boa fé humanas.
Assusta-me mais o aético do que o antiético. Este último pelo menos conhece a linha divisória entre o certo e o errado, e isso se mostrará como o divisor de águas entre o agir e o não agir, já que está ciente das consequências. Já o aético seguirá cometendo atrocidades por não possuir o mecanismo que lhe permite entender a diferença entre um e outro,
Amor, respeito e confiança não se comportam de forma idêntica:
- O respeito é consciente, permitindo-se conviver com quem não ama ou até não confia;
- O amor é condescendente e não se recusa a dar-se mesmo quando não há confiança nem respeito.
- Já a confiança é cautelosa: ela até aceita o convívio com quem não ama, mas jamais o admite onde não enxerga respeito.
