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"Comunicação estratégica é a arte de transformar palavras em ações que geram valor e resultados duradouros"
A linguagem, na intenção da comunicação, cada sentença se torna uma sentença, no duplo sentido do termo: frase e condenação.
"Às vezes, o que nós precisamos não é de uma mente brilhante falando, mas de um coração paciente escutando."
"Quando não dizemos o que sentimos, o outro pode ir embora sem saber que tinha motivos para ficar."
"A Comunicação Positiva é uma abordagem prática adaptada ao ambiente organizacional, inspirada na Comunicação não Violenta."
"A maioria das pessoas simplesmente cresce sem aprender absolutamente nada sobre a melhor forma de se comunicar. Precisamos falar e aprender sobre isso."
"Dificilmente alguém realmente aprende sobre as melhores formas de interagir, conviver com as diferenças e a falar de sentimentos de uma forma inteligente. Precisamos falar sobre isso."
"Constantemente somos mal interpretados, quase que na mesma proporção em interpretamos o outro de forma equivocada. "
"A qualidade da comunicação interna está muito atrelada à cultura organizacional e a cultura nada mais é do que a soma de comportamentos das pessoas."
"Comportamentos são altamente contagiosos e é muito comum perceber os problemas de comunicação como uma espécie de espiral negativo, dando a sensação de que, independentemente dos esforços em conscientização e investimento em melhores canais, eles não diminuem na proporção almejada."
"É muito comum ouvir que problemas de comunicação interna são responsabilidade da empresa. Que a empresa que é ruim, que não faz nada ou faz errado etc. Isso já reflete um dos sintomas da má comunicação: a terceirização da responsabilidade."
"Se há problemas de comunicação, existem pessoas se comunicando mal e mudar isso, depende essencialmente delas."
Palavras são janelas (ou são paredes)"
"
Foi o que você realmente queria dizer?
Antes que eu levante para minha defesa,
Antes que eu fale em dor e medo
Antes que eu construa uma parede de palavras
Diga-me, foi o que realmente ouvi?
”
Words are Windows (or They’re Walls) [tradução livre]
É extremamente triste perceber, como muitas autoridades e meios de comunicação falam dissimuladamente de respeito ao "estado democrático de direitos", à liberdade de consciência e de comunicação, de paridade de direitos, quando na verdade estão defendendo a censura, a ditadura, e promovendo um candidato em detrimento do outro. Povo brasileiro, abramos o olho da consciência, acordemos, antes que seja tarde demais!
A comunicação se torna violenta não apenas por palavras e frases ditas, mas também pelas reações silenciosas de muitos interlocutores que, erroneamente, acreditam ser a medida mais sábia, correta e sensata a se adotar.
Não me ajeito com os padres, os críticos e os canudinhos de refresco: não há nada que substitua o sabor da comunicação direta.
Se você falar com um homem numa linguagem que ele compreende, isso entra na cabeça dele. Se você falar com ele em sua própria liguagem, você atinge seu coração.
Jamais poderei explicar o que vi e conheci durante essas horas de ímpia exploração, por falta de símbolos e de capacidade dos idiomas.
O Ônus e o Bônus do Silêncio
O silêncio pode ser uma arte — uma escolha sábia quando as palavras seriam navalhas afiadas. Mas já parou para pensar no turbilhão de pensamentos de quem espera, desesperadamente, ouvir ao menos uma palavra?
Há uma tortura cruel em tentar decifrar o que se esconde nesse vazio. O que se passa no outro lado do silêncio? Talvez seja um ato inteligente calar-se quando tudo o que temos a dizer reflete dor ou ressentimento. Mas será que já pensamos no quanto esse silêncio pode ferir profundamente quem escolhe sufocar suas palavras, engolindo cada sentimento como se fossem cacos de vidro?
Existe toxicidade no silêncio? Sim, quando ele se torna uma prisão que sufoca experiências não verbalizadas e necessidades não atendidas. Quando não dizemos o que nos incomoda, essas emoções se acumulam até explodirem de forma destrutiva.
Silenciar e esperar que o tempo resolva tudo é uma ilusão cômoda. É angustiante esperar que o tempo cure feridas que poderiam ser tratadas com um diálogo consciente e empático. Às vezes, bastaria a vontade de escutar — e ser escutado.
Por outro lado, o silêncio pode ser transformado em arma. O tratamento de silêncio é uma forma cruel de manipulação, abuso e punição. Ele faz com que o outro se sinta inseguro, ansioso, rejeitado, invisível e, muitas vezes, culpado por algo que nem compreende.
É preciso sabedoria para respeitar o silêncio do outro, mas também coragem para verbalizar esse respeito, validando os sentimentos de ambos.
Então, o silêncio é sabedoria ou covardia? Depende. O mérito está em saber quando calar — e quando falar, pode libertar.
