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O que me impressiona é que foi um dia absolutamente comum. Que começou assim, completamente trivial. Aí você fica pensando, por que esses dias que mudam tua vida, que jogam tua vida num precipício, te põem de cabeça pra baixo, não têm um sinal?
Normal é algo que corresponde a uma norma, um padrão.
Mas cada indivíduo é único, não somos padrões.
Podemos ter características em comum, gostos em comum,
vivências em comum, traumas e sentimentos em comum,
mas no geral cada um de nós é um composto único,
com porções próprias de todos esses componentes
Olá, dia comum
Com você o Sol chegou... ou foi você que com o Sol chegou?
Abro a janela... tudo tão igual a ontem, a anteontem... a trasanteontem...
Esvoaça a cortina... o perfume das rosas do jardim... o canto dos pássaros... tudo tão ordinário... tão banal... tão usual.
O passante solitário...
O barulho da água do chuveiro... do café o cheiro.
A porta que se abre... o rangido do portão... a multidão. O corre-corre diário... as batidas... tum-tum... tum-tum... do coração.
Dia comum: o Sol nasce e se põe quase sempre no mesmo horário... uma rotina tão rotineira...
... diariamente, dia comum, você acontece: aparece e desaparece... sempre da mesma maneira.
Tudo tão trivial... nada de especial... só mais um dia no meio de tantos outros dias... nada fora do comum... nada incomum... nada insólito... tudo tão corriqueiro... tudo tão normal... natural.
Viver sua chegada... viver sua saída: eterna lida.
“Dia comum, deixe-me perceber o tesouro que você é. Deixe-me aprender com você, amá-lo, abençoá-lo, antes da sua partida.” (Mary Jean Iron)
Dia comum, deixe-me perceber que você é excepcional.
Não sei descrever como é revigorante estar com pessoas que me tratam como se eu fosse comum. Não me usam pelo meu título.
De algum modo já aprendera que cada dia nunca era comum, era sempre extraordinário. E que a ela cabia sofrer o dia ou ter prazer nele.
Eu só quero uma felicidade comum. Um lugar para dormir, comida para comer, uma escola pra ir, um trabalho… e estar junto da pessoa que eu amo e criar uma família juntos. A família que foi tirada de mim.
(Mirai Kakehashi)
Somos todos loucos.
Cada um só tem de perceber para que lado está inclinada a sua loucura e usa-la à favor do bem comum.
Relacionamento, em todos os seus sentidos, representa troca, escambo, permuta ou reciprocidade, como uma construção diária, que exige esforço comum.
O senso comum é como o senso de humor, mas dançando.
Enquanto os anseios politico-pessoais ocuparem o lugar do pensamento lógico, mais tortuosa e distante tornar-se-á a jornada da mudança.
Para os mais novos, tapetes são um espaço comum para as crianças. É como um ansiolítico. Como um grande ansiolítico para as crianças se sentarem.
"Pessoas comuns veem coisas comuns.
Para fazer pessoas comuns verem coisas especiais, você tem que se sentir especial"
A vida de um homem comum é muitas vezes governada pela hora, enquanto a de um homem extraordinário se concentra no presente do agora.
