Tag compositor

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⁠Colonizador ávido em louros, 
Gerônimo perdido em apuros. 

Inserida por michelfm

⁠Nas Planícies erigiriam condomínios, 
Ceifaram os espíritos de sua linhagem, 
No deserto levantaram um cassino, 
As Doutrinas escoaram pela margem.

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⁠Porventura não tornou-se um engano, 
A narrativa de um nativo americano. 

Inserida por michelfm

⁠Toda vastidão de uma peleja épica, 
Ocorrida nos Estados Banidos da América. 

Inserida por michelfm

⁠Ele não foi um Índio anônimo, 
Ele tinha um nome, Gerônimo ! 

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⁠Gerônimo 
(Nos Estados Banidos da América   
a Narrativa de um Nativo Americano) 

Poderia ser um índio anônimo, 
Impetuoso em seu frenesi, 
Mas consagrou-se como São Gerônimo, 
Salvador dos Apaches, protetor dos colibris. 

Cravejou bravamente tua adaga, 
Nos que violaram teu brio. 

Ele não foi um índio anônimo, 
Ele tinha um nome, Gerônimo !

Presentearam-no com usura, 
Na fúria que se sucedeu, 
Vinte anos de clausura, 
Por um crime que não cometeu. 

Colonizador ávido em louros, 
Gerônimo perdido em apuros. 

Nas Planícies erigiriam condomínios, 
Ceifaram os espíritos de sua linhagem, 
No deserto levantaram um cassino, 
As Doutrinas escoaram pela margem. 

Porventura não tornou-se um engano, 
A narrativa de um nativo americano. 

Toda vastidão de uma peleja épica, 
Ocorrida nos Estados Banidos da América. 

Ele não foi um Índio anônimo, 
Ele tinha um nome, Gerônimo ! 

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⁠Um velho marinheiro 
Em sua última viagem, 
Sem nenhum dinheiro, 
Rico em camaradagem,

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⁠Juntou as suas tralhas 
Pra desembarcar, 
No convés a residência 
Que devia abandonar. 

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⁠O mercado à direita 
E a taberna à esquerda, 
Foram sua família 
Na época das cheias. 

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⁠Encostada num barril 
Estava a jóia mais cara, 
A conquista de um pirata, 
A mulher que ele amara. 

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⁠Saindo da labuta, 
No abrigo marítimo, 
Ele ditaria serenamente seu ritmo. 

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⁠O amor é tão lindo, 
Que fez aquele velho, 
Se sentir um menino. 

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⁠O amor no farol fez aquele marinheiro se orientar melhor.

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⁠e finalmente,
Seja tudo aquilo 
que eles não esperam.

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⁠DESTATUS Quo

Questione
o que as pessoas afirmam,

Reflita
sobre o que não querem pensar,

Diga
o que não querem ouvir,

Escreva 
sobre o que não desejam ler

e finalmente,
Seja tudo aquilo 
que eles não esperam.

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⁠As pessoas sempre dizem para corrermos atrás dos nossos objetivos, provavelmente este seja o erro catastrófico, se corrêssemos na frente deles, talvez chegássemos em algum lugar.

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⁠Combatentes solitários, 
Defensores dos desolados, 
Em gestos solidários, 
Acentuam os ditados. 

Inserida por michelfm

⁠Detentores de recordes, 
Jamais reconhecidos, 
Não são premiados, 
Pelas suas façanhas. 

Inserida por michelfm

⁠Ironicamente sabem, 
Não farão bustos para eles, 
No entanto se comprazem
E nesta data lembramos deles. 

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⁠O grito se encorpa, 
Outra voz entoada, 
Alinhadas as hordas, 
Invocados para a valsa. 

São a alça pros descrentes, 
E nesta data lembramos deles. 

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⁠Velhos Heróis,  
Velhos Ídolos, 
Para nós eternos mitos. 

Inserida por michelfm

⁠De conto em conto o canto encanta 
Contando enquanto acalanta. 

Inserida por michelfm

⁠Num pedaço fantasioso da realidade, 
Em que o compasso traça 
Porções desproporcionais, 
Uma Bárbara Menina   
Confirmou ser astral, 
Totalmente celeste,   
Ser mais que espacial. 

Inserida por michelfm

⁠Um fim pra uma frase 
Num texto marginal 
A certeza de um quase 
Na catarse matinal 

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⁠A certeza de uma quase 
Catarse matinal
Quase uma catarse 
Em 10 manhãs.   

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