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Valorizem os professores e dêem mais liberdade profissional que o problema da Educação não será mais nenhum problema. Não existe professor que não sabe o quê fazer.
Todo mundo cuidando do próprio lixo, racionalizando o consumo, usando menos veneno, plantando árvores e florzinhas já ajuda de montão. Nem tudo é dever dos Governos. Devemos cuidar da nossa casa.
Vamos cuidar da nossa paz interior e das nossa atitudes externas? Toda a gentileza é um ato de liberação.
O Brasil precisa refazer a amizade com a própria cultura. Cultura e oportunidades são os maiores aliados no combate ao extremismo de qualquer natureza.
O combate a violência dentro e fora das escolas começa com o cultivo da comunicação não-violenta e com a apropriação dos instrumentos que protegem a nossa liberdade de expressão.
Câmeras com banco de memória
Detectores de metais nos portões
Inspetores Escolares
Mais interação com agentes de Segurança Pública através de projetos educacionais
Modelo de Policiamento Comunitário Clássico
= Segurança nas Escolas
O Mal precisa de Marketing para sobreviver.
Não seja um marqueteiro do Mal alimentando a lama psicológica da disseminação de notícias que incutem pânico, desunião e sentimento de tristeza profunda, e nem politize tragédias.
O Marketing do Mal se nutre do comportamento social desestabilizador, frágil e desunido.
Seja uma pessoa serena e colaborativa com o seu círculo sócio-familiar e aja em parceria com as autoridades você gostando delas ou não.
Faça isso para o seu bem e para o bem de quem você ama.
Toda a comunicação deve ser feita com tranquilidade e com segurança emocional para se obter o êxito de transmitir a sua mensagem com clareza, e no mesmo sentido escutar, observar e ler assim devem ser feitos.
Escutar, observar e ler são as urgências da convivência humana nos dias de hoje.
Escutar e observar também são formas de 'leitura", e a leitura
também é uma forma de 'escuta e de observação' nesta era de audiolivros e poeticamente podemos dizer que as pessoas são livros e também músicas diferentes nesta Humanidade.
Escutar, observar e ler devem ser feitos sob a regência do nosso silêncio interior e com a disposição de fazê-los com boa vontade.
Quando não há espaço para falar pacificamente, observar com calma e ler com concentração é melhor esperar a oportunidade ou mesmo silenciar-se para a ansiedade não tomar conta e não distorcer as informações e as intenções.
Aprender a escutar para entender melhor a mensagem e até aquilo que não se diz enquanto se fala é preciso para não criar interpretações frágeis.
Enquanto um fala o outro deve escutar sem interrupção e esperar a sua vez de falar ou mesmo encontrar a oportunidade para pedir a sua vez de falar sem a necessidade de impôr o seu ponto de vista e sem precisar elevar o tom de voz.
Observar com serenidade para interpretar melhor os fatos, porque os fatos podem se perder quando não sabemos observar e a nossa narrativa pode se fragilizar.
Ler com tranquilidade e buscar conhecimento para entender o significado das palavras e observar a mensagem nas 'entrelinhas' do texto
para buscar o entendimento preciso e a interpretação fiel da mensagem.
Quem não consegue escutar, ler e observar, não consegue interpretar, se entender, se comunicar e conviver.
A falta de escuta, a falta de leitura, a falta de observação e a falta de boa comunicação também podem promover a crucificação.
Podemos apreciar a cultura do exterior sem abrir mão da nossa essência, isso não aconteceu entre nós.
Uma tragédia nos iguala na dor. Politizar uma tragédia e usar dela para derramar a sua toxicidade nas cabeças das pessoas apenas mostra o quão inútil e mesquinho você é.
A vivacidade intelectual é o mais importante, quando se cultiva isso penso que a exterioridade se torna um detalhe imperceptível. Pessoas inteligentes não envelhecem.
Do envelhecimento só tenho dois medos: medo de perder a vontade de aprender e medo de deixar de ser interessante para mim mesma.
No mais, cada segundo de vida conquistado pede gratidão e celebração mesmo de forma silenciosa.
Quem controla demais é porque nada tem a oferecer ou oferecerá nada mais do que nada menos do que o Inferno.
Falar de paz nunca é demais. Falar em paz nunca é demais. Varrer o veneno da ofensa e a ironia na fala ajuda demais.
Ninguém é obrigado a nada, mas se eu posso tentar melhorar o mundo pela via da persuasão, eu estarei sempre tentando mudar o mundo, sim!
Tudo aquilo que rompe o respeito mútuo e o afeto com a nossa Pátria não serve para nós. Pensar em paz, falar em paz, agir em paz e agir com paz.
Estou vendo um assunto "submissão feminina" em alta: o meu entendimento sobre submissão feminina num relacionamento é um conceito equivocado para pontuar o papel considerado mais correto para nós mulheres.
Se eu precisar ser submissa num relacionamento é sinal que não estou fazendo o bem meu papel como mulher e nem o meu amado.
Porque eu acredito que um casamento é a união de individualidades que constroem pactos, acordos e encantamento diário ao redor de viver a cada dia melhor um para o outro.
Um casamento é a vontade de dois estarem casados sem a vontade de um se sobressair a vontade do outro.
