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Mas, como muitos pensavam sempre que viam a figura graciosa pairando no ar, era preciso um grande herói e um terrível vilão para fazer tudo acontecer. E o nome dela era Malévola.
Eu acho que deveria haver uma regra para que todas as pessoas do mundo fossem aplaudidas de pé pelo menos uma vez na vida.
Eu lembro-me da história de uma bruxa má e da princesa que ela amaldiçoou, para dormir para sempre. A história se tornou uma lenda. Mas isso não é um conto de fadas.
Meu pai costumava dizer: “Faça o que fizer, que seja a cem por cento. Quando for para trabalhar, trabalhe. Quando for para rir, ria. Quando for para comer, coma como se fosse sua última refeição".
Esse sofrimento preto e branco de cinema europeu existencialista e niilista, apesar de ter um charme, é um porre, depois de um tempo. Aquele ar blasé de inteligentinho que sofre pela insolubilidade da vida e preferia estar morto, sem se matar, esconde, geralmente, uma futilidade pseudo-cult de Lana del Rey, Los Hermanos e Wikipédia do Sartre. É um saco!
A melhor forma de medir o quanto você cresceu este ano não é em centimetros ou no número de voltas que você consegue dar em torno da pista de corrida, nem sequer da média das suas notas da escolha... embora essas coisas sejam importantes, com certeza.
É o que você faz com o seu tempo, como você escolheu passar seus dias, e quem você tocou esse ano. Essa, para mim, é a grande medida do sucesso.
