Tag céu

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mas é que eu nunca fui do meio termo
tudo que me alegra, me faz vivo
tudo que me deixa triste, me quebra, me parte, me mata.

mas isso não é louco?
se nós somos a nossa essência
por que somos tão julgados pela nossa aparência?

nem todo caos é bonito
nem toda poesia faz sentido.

o jeito é aproveitar esse meu espírito caótico; na medida certa; sem me perder dentro de mim mesmo; neste meu mundo que guerreia o tempo inteiro; sempre acabo ficando perdido no meio de tanta indiferença e desafeto; em meio aos longos silêncios gritantes cravados na minha mente rígida.

eu também não fiquei

a pior dor é quando você se abandona.

eu não consigo mais

simplesmente não dá

eu to só o pó.

o meu plano era simples:
eu,
você,
uma casa
uma rede,
mil clichês
e
todo meu amor
só para você

nossa música tocou,
fazendo meu coração
relembrar
o ritmo
do nosso amor.

⁠eu não abri mão do amor
eu abri mão de você
e de toda dor que você me causava.

eu sentia que tudo estava desmoronando
(mais uma vez).

que você se perdoe ao ponto de não se culpar pelo que não deu certo.

⁠o meu silêncio
é um alvoroço,
mudo.

no fundo eu só precisava era de alguém que insistisse,
de uma pessoa que cutucasse,
que se atrevesse a entrar,
invadir.
e mostrar,
que amor,
é quando a gente
se permite
sonhar…

te desejo maturidade

para saber lidar com o silêncio das coisas.

eu choro calado
porque o mundo já mostrou
que é indiferente
a minha dor.

tenho medo da pessoa que estou me tornando.

extremamente inseguro, medroso, que questiona qualquer sentimento que as pessoas demonstram comigo.
tenho tanto medo de ficar mais velho, olhar para trás e sentir que tudo que eu fiz ao longo da minha vida foi fugir: dos sentimentos, dos amigos, das festas, da vida…
tenho muito medo de que a ansiedade e tristeza continuem me privando de tudo que eu ainda posso viver, até que um dia eu não tenha mais nada para viver.

me desculpe

por te empurrar
quando o que eu mais queria era você do meu lado.

me desculpe por preferir ficar em casa do que sair contigo.

me desculpe por “desistir” assim tão “fácil”.

me desculpe por não saber insistir.

é que você sempre foi algo bom demais
e eu nunca tive sorte de ter algo bom comigo.

já parou pra pensar que depois pode ser tarde demais?
já imaginou que o agora é tudo o que temos?
então pra quê deixar pra depois, baby?
a saudade tá demais e tá sufocando meu coração tão ingênuo e bobo
confesso que acho o amanhã longe demais, você não?
vem cá, corre.
que tenho pressa - sempre tive
quando se trata de amor eu tenho urgência, você não?

minha alma é um buraco negro.

eu sou um desastre poético .

minha alma
transborda
cansaço.

o meu silêncio
é todo seu.

Me perdi no céu das suas pintas
Me encontrei no céu da tua boca
Tu é labirinto, rua sem saída
Me rendi a tua alma nua, vem cá

Deitado no terraço, que mais parece um navio, navego entre as estrelas sem definir um caminho. O olhar é como um farol refletindo a luz celestial, que chega a mudar o brilho e nos empresta uma nova forma de olhar. Céu desconhecido, abstrato faz-nos interrogar tudo o que há no espaço. Mas a verdade é que nesse momento coloco-me a sonhar e admirar, permaneço estático e continuo a contemplar o céu de Tangará...

não se culpe pela falta de amor do outro.