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⁠Os ramos do Madroño
são misturados nas festividades
aos incensos dos altares
pela liturgia em todos os lugares.

A fertilidade, a abundância 
e a sabedoria são representadas 
por este abrigo que conta sobre
até das resistências não contadas.

Sob uma Madroño na Nicarágua 
hei de te encontrar pleno de amor
e de primavera que não passa.

Mesmo que você não tenha 
ainda próximo de mim chegado,
sei que tenho o teu peito apaixonado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Bambaquerê 
no ritmo deste Xará 
Certamente você 
vai se apaixonar
de um jeito 
que não vai negar.⁠

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Bambaquerê para lá 
e para cá no ritmo
desta Chimarrita 
o seu coração dará,
E toda a poesia 
no meu sorriso 
você vai reparar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Quero você no meu
Bambaquerê,
Nesta Ribada 
a gente vai festejar,
Porque no final 
será só eu e você,
A gente vai se ter
e não vamos nos perder.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Neste Quero-mana 
a alma vai 
neste Bambaquerê 
mesmo sem 
entrar na dança 
por nunca parar 
de pensar em você.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Waka Waka vai
Sou o teu lindo bem
Waka Waka vem

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Incas por La Paz 
Dançar bem sempre faz
No nosso ritmo

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Nada distraia 
Caia na gandaia
Ritmo de Saya

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Waca Tocoris 
Desfile bonito 
Sempre pede bis

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Ali bem no Centro da Cidade 
de Rodeio que fica 
no Médio Vale do Itajaí, 
Onde a chuva caí 
sobre o Flamboyant poético 
que protege o Presépio 
na subida do Noviciado Franciscano
e da Igreja Matriz São Francisco,
Coloco os meus pensamentos 
e as minhas orações pelo destino
do mundo nas mãos de Deus,
Porque eu sou a paz que você 
merece sempre encontrar
no aconchego do meu peito 
para de tudo sempre se poupar,
E tu és a pessoa que nunca 
permitirá que em guerra nenhuma 
nesta vida eu venha entrar,
Porque no fundo de ti cada espaço 
tenho o meu belo e cativo lugar.

(Imensidão romântica nascida 
nossa para sempre amar e festejar).

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Gira bem forte
com a Tarqueada 
toda animada

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Danço Wititis 
bailando prosa
e amorosa

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Pela rua vou feliz
com a Morenada
que sempre eu quis

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Sabe deixar bem
a Diablada 
que mora em mim

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Flores de Sacuanjoche 
enfeitam as celebrações 
das uniões amorosas 
e os cabelos encantam.

Lindas flores de Mayo 
nos cabelos na Nicarágua 
os teus olhos hão ver
e o seu coração derreter.

No fundo tu guarda 
por um amor romântico 
de Canek por Sak-Nicté.

Não há mais como esconder  
que eu também não:
somos o amor e a paixão.

 

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠É grande poder
bailar o Awatiris 
do jeito que quis

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Vem e me baile
Encante e cante:
Suri Sicuri.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Na Antahuara 
o peito dispara
és joia rara

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Suris Sicuris 
Esferas girando
Gente dançando

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Tinku bailante 
Todo radiante 
Igual brilhante

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Danço como charme 
um bom Taquirari 
Com você aqui

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Bailo Chovena 
sempre muito feliz 
És lindo poema

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Com você feliz 
Bailo Sampoñaris
Do jeito que quis

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Olhei nos seus olhos
e acreditei que eram 
o verdadeiro céu,
Neles encontrei 
o meu mais fatal engano,
Não te amar não 
estava no meu plano.

O céu de hoje confunde
se faz chuva ou sol 
do mesmo jeito que teus olhos 
me enganaram o tempo todo.

De tudo canto a expressiva
vitória de não de ter 
permitido que eu odiasse 
a minha própria existência.

(Decidi que daqui para frente
além de me avisar, eu vou me ouvir).

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Sem compromisso 
com a coerência 
falar do normal e daquilo 
que é anormal
é falar com o privilégio 
de não tirar nada do lugar,
e se preciso for todos
os alicerces vir a abalar.

É seguir apesar de tudo
sendo poesia na vida
não é para todo mundo.

Ouvir através de um 
era melhor não ter nascido 
ou até ter sido objeto 
de mercadoria ainda 
persiste em pleno século. 

(Quantos desertos 
todos nós caminhamos).

Inserida por anna_flavia_schmitt