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A igreja é omo um barco que flutua nas águas do mundo sem permitir, porém, que seja afundada por elas.
Não é por nada, não; mas, por tudo são poucos os que entram em seu barco para saberem que rumo tomar ou em quem confiar, quando assistirem a sua reputação, o seu caráter, a sua honestidade, o desempenho do seu trabalho e o sucesso de suas realizações.
Ponham pessoas no seu barco para remarem: se todos remarem unidos, vencendo as águas do desafio e mirando a chegada do alvo, pode ter certeza, que a dúvida dos seus objetivos e propósitos ficam para trás, colaborando fortemente para o sucesso da equipe.
Graças a Deus que há pessoas que estão no mesmo barco espiritual, onde podemos remar para fora das águas agitadas pelos ventos e pelas tempestades, em busca do refúgio, da bonança e da segurança.
Converteu-se ao Senhor e continua com um pé no mundo? Ponha os dois pés no barco santo antes que o Bicho mude a direção de seu destino e afunde os propósitos do seu coração em outras águas da vida!
O barco conjugal é construído de ataques e defesas, de mágoas e felicidade, de perdas e valores, sob os quais dois corações precisam se harmonizar.
A vida é como um barco em alto mar. Durante as tempestades o marinheiro procura equilibrar o barco. Nem sempre consegue, pois, as ondas tentam derrubá-lo. Para manter a embarcação em equilíbrio, ele dá o melhor de si mesmo cansado e esgotado de lutar, mas jamais desiste. Com a nossa vida é a mesma coisa. Temos o dever de dar o nosso melhor.
Sou um barco no mar em alvoroço (...)
Sou um Deus nos acuda!
Só me navegue se suportar o meu rebuliço.
☆Haredita Angel
O barco
Juntos somos fortes!
Somos arco, flecha, tacape, tinta e Maracá.
Navegamos em um barco;
Onde todos têm de remar;
Onde todos têm de um ao outro respeitar;
Onde todos têm de um ao outro proteger;
Onde todos têm um comando à obedecer.
Esse barco é a família!
Prato quente e apimentado;
que por vezes engolimos com lágrimas
nos olhos.
Mas, sem ela não nascemos;
Sem ela não acontecemos;
É com ela que contamos até a exaustão.
E, a ela deve os nascedouros toda a gratidão!
☆Haredita Angel
Numa manhã de um domingo ensolarado,
pensei que seria um dia comum, bonito e calmo,
Eu no meu velho barco pelo mar velejando, sossegado e sem rumo,
Após algumas horas desfrutando,
foi se despedindo minha tranquilidade,
o tempo foi fechando,
formando uma grande tempestade,
Sem compaixão alguma,
ventos fortes atacaram,
Fiz o que pude para o meu companheiro não afundar e eu não morrer afogado,
Os anos de marinheiro amador ajudaram bastante,
Depois de um esforço constante,
Consegui escapar daquela situação,
Controlei a embarcação,
a visita indesejada foi embora
e o Sol finalmente tinha voltado,
mas estava exausto, meus mantimentos tinha caído no mar,
nem um pouco de água tinha sobrado,
Com fome, sede e distante do porto,
o desespero foi se aproximando,
Entretanto, não tinha tempo para aquilo,
Precisava encontrar um jeito
para sair daquele imprevisto,
Minha esperança ainda não tinha acabado,
Graças a Deus, minha vontade de sobreviver havia prevalecido ,
Voltei a velejar, tentando encontrar
otrajeto de volta,
Depois de mais ou menos uma hora,
chegou a minha ajuda,
um bando de gaivotas sobrevoando,
Lembrei de que elas costumavam
pescar na praia,
Então, decidi acompanhá-las,
Depois de um tempo, pude avistar
minha bela cidade,
que dia inusitado, pareceu uma eternidade, mas o perigo tinha passado,
Minha fé fora testada
e felizmente compensada
Por uma grande história, um valioso Aprendizado e poder voltar pra casa.
"Eu sou feito um barco, procurando navegar rumo
as águas dos meus melhores pensamentos..."
☆Haredita Angel
Ao navegarmos no barco da vida, podemos nos deparar com aqueles que são quase sempre tempestades que causam desconfortos, inibem a felicidade, que trazem insegurança, algumas feridas no corpo e na mente, dessarte, presenças muitas vezes desagradáveis.
Encontramos também outros que normalmente são brisas, benquistos que aparecem acompanhados da preciosa tranquilidade, que instigam a vivermos felizes, a sermos gratos, admirando a riqueza da simplicidade, que nutrem fartamente o nosso entusiasmo em cada detalhe.
São marcantes e inevitáveis estes encontros e desencontros com posturas imponentes tão distintas, que causam um certo clima de instabilidade que é capaz de afetar o nosso agir e os nossos ânimos, entretanto, certamente, são necessários de vez em quando.
Pondero que é sensato lembrarmos que não somos os únicos a navegar e que todos podemos ter os dois humores, mas é possível tirarmos proveito, aproveitando o máximo da calmaria antes da tempestade e lembrando da suavidade da brisa para enfrentarmos a tempestade.
