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O senso de justiça, em cada um de nós, esta para além de posições sociais e econômicas, de nível educacional e injustiças sofridas ou não, é comandado através da empatia e pelo respeito por si mesmo.
A justiça a ser defendida e estabelecida como tal, para alguns, é aquela que diz respeito aos seus próprios interesses, mesmo que estiverem em detrimento dos direitos dos demais.
Quando você reconhece a primazia da sua identidade, isto é, passa a ter certeza de quem realmente você é, as opiniões alheias passam a te afetar menos. Você acaba percebendo que estas são apenas rótulos que não dizem respeito da sua embalagem, muito menos ao conteúdo interior da mesma. Por fim, você passa a aceitar o seu “eu”, deixando de lado a necessidade de adequar-se aos padrões impostos por uma sociedade que, embora tão diversa, é oprimida pela ditadura dos esteriótipos.
Inicie uma nova jornada
com muita leveza, muita luz.
Volte para si, encontre-se,
renove-se. Abra-se para o
autoconhecimento.
Não existe vida pessoal e vida profissional. Existe vida. E nela tem várias áreas que merecem atenção, dentre elas a profissional. O desequilíbrio das áreas prejudica o seu desempenho, mesmo quando o seu foco está 100% no profissional.
Sim, você pode mudar. Mudar a si, mudar o seu ambiente e colaborar para a mudança das pessoas. Mudar é possível, desde que você acredite e faça acontecer.
Revise seus ideais e a forma que acredita ser a maneira certa de viver, depois analise o ambiente e as pessoas a sua volta. então se pergunte: Ambos se conectam ?
Que nada impressa sua busca constante por desenvolvimento.
Você determina o ponto que vai chegar e só você determina também o ponto que vai parar.
O Autoconhecimento é o caminho para a felicidade, sendo assim, ganhamos o controle de nossas emoções.
O autoconhecimento é fundamental para quem busca sua felicidade e a meditação leva de forma muito objetiva ao autoconhecimento!
A forma como vemos o mundo,
diz muito sobre nós.
A forma como nos vemos
É o reflexo do mundo sob nós.
Eu encaro a noite que habita em mim, vislumbrando as nuances dos sentimentos que nem sempre são belos. As vezes, cansada de temer ser humana, me pego pensando se o medo de encarar meu abismo não é só uma face de tudo o que me faz um ser humano normal.
Eu tenho medo de assumir minha imperfeição, e por vezes me cobro com a respiração falhando. Eu tenho medo do egoísmo que as vezes fica bem abaixo da pele, da raiva que tento manter enjaulada, da revoltada que não quero decifrar. Tento somente ser uma pessoa boa em um mundo que nunca foi bom comigo.
A ansiedade me sufoca de tanto que sinto medo...medo de ser humana.
