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Somos um pouco de cada coisa! Somos um tudo e ao mesmo tempo somos poucos! Forte e as vezes fracos! Somos seres humanos.. "as vezes fracos, as vezes lentos"
Você é tudo isso é mais um pouco! Sempre em busca de coisas melhores, sempre buscando a conclusão de seus sonhos e objetivos! Lutando contra tudo e contra todos! As vezes sai machucada e as vezes machuca para se proteger!
Fica triste, como qualquer outra pessoa, e também fica alegre! Tem seus bons e maus momentos!
Fazemos coisas que depois bate aquele arrependimento, corremos atrás de nossa felicidade! As vezes pagamos um preço alto! Mais só saberemos se é ou não ruim se arriscamos!
As vezes a vida é como se fosse uma roleta, e temos que está sempre preparados para o que pode vir!
E eu acredito que você é aquela pessoa que nasceu preparada para ganhar/ conquistar o mundo!
Pare de lamentar pela vida que você não tem, pelo casamento que você não possui, pelo emprego que você detesta e comece a mudar.
Muitas vezes somos covardes pelo medo do desconhecido, pelo medo de sermos felizes e de gostarmos disso.
Não viva com a ideia
de que nada vai servir
ou de que não há quem preste,
só pra não se iludir.
É melhor se arriscar,
tentar tudo e se jogar,
para a vida lhe aplaudir.
Arriscar
É como brincar num precipício, não sabemos quando vamos cair ou onde parar. É aventurar-se pelas coisas que acreditamos que valem a pena. É enxergar as estrelas na janela da nossa alma.
Eu não era muito de arriscar. Quase nunca. Mas quase nunca, antes de me descobrir como alguém que adora e quer aproveitar o melhor que a vida pode oferecer.
A libertação do medo te prepara para aceitar qualquer situação que pareça arriscada, que deixamos de vivenciá-la.
Pois, pra ser feliz não existem arrependimentos!
Sou feito de sonhos. De vontades. De urgências. De excessos.
Quero muito. E quero pra ontem. Quero voar. Quero explorar.
Quero tentar. Quero arriscar. Quero ver. Quero vencer. Quero ultrapassar. Quero chegar. Quero fazer. Quero acontecer.
Não estou cabendo mais dentro de mim.
Ilha de pedra
Desesperou-se em fuga e remou forte, com muito peso de bagagem em tempestade naufragou
Flutuava sobre as águas inconstantes, adormeceu, o que sonhava em paz por instantes acordou
Não sabia onde estava, era frio incessante, doía nos ossos, sua alma amedrontou
O nascer do sol levava calor, sede, fome e esperança a quem se perguntava “quem sou?”
Não cessou seu inferno solitário, era muito quente, sua intensidade rugia e se desfazia
Não se pode ficar tanto tempo exposto ao sol, garganta seca, pouco gritava, pouco dizia
Neste mar de pedra não há abrigo que resfria, que agonia
Ali adiante haviam as águas e um vasto precipício de onde saltar
O medo das pedras afiadas exaltavam o grande risco de se detonar, machucar
O quão profundo e seguro seriam aquelas águas pra se mergulhar?
Quanto tempo sobreviveria ao sol a desidratar e queimar?
O impiedoso tempo indagava e obrigava uma escolha sábia tomar
Não se sabe como partiu
No fim desta história sabe-se apenas que foi o sol ou mar
Talvez arriscar seja muito melhor do que passar o restante da vida imaginando como será que seria se eu tivesse arriscado!
