Tag andre
Se o Homem não consegue enxergar como Deus age em sua vida, perde seu tempo querendo entender a criação do universo criado por ele.
palavras de pessoas que querem te ver destruido(a) :.
***VOCE PREGA DEMAIS.
*****VOCE CANTA DEMAIS.
cuidado!!! isso é veneno!!!
_______________Andre Alexandre
oque pensam que sabem da nossa história???
se sabem??! só sabem então a parte que lhes couberam saber!
porém a melhor parte de nossas histórias,está no secreto do ETERNO,e é ele é que sabe a hora de revelá-la ou não!!!
Pessoas que só valorizam grandes feitos,
só terão momentos para se recordarem,
mas as pessoas que reverberam os momentos e seus detalhes,terão histórias fantásticas !
Mosheh tinha a nuvem,a coluna,os milagres,as pessoas,o poder,a unção,o ministério,e não obstante isto,ele parou em dado momento da peregrinação,se sentou e suplicou que a PRESENÇA de ADONAI fosse com ele.
Tudo que eu mais queria era que ela ficasse aqui em casa, aqui comigo, aqui no meu quarto, aqui na minha vida… E ela tratou era de ficar longe de mim.
Baixa a cabeça, solta os ombros.
Suspira. Exausta. Pois estava cheia de amor.
E se perguntassem o que vem a ser o certo, a moça olharia com a cabeça torta como a de um cachorro quando parece não compreender o que se passa. O olhar de repente vidrado de quem tem sede de entender as coisas que acontecem ao redor. Ela não sabia amar, talvez. Então mais um amor havia chegado ao fim. E nessa imensa individualidade onde ninguém podia entristecê-la, sempre cresciam espinhos. Espinhos para machucar aqueles que a machucavam, então, assim, não a tocavam. Não a tocavam porque o medo da mágoa não deixava que lhe tocassem, ou então, havia medo porque não haviam tocado fundo o suficiente para que o medo não existisse. Que triste então estava sendo, mas parecia tão acostumada. Acostumada e fria, porque depois de tantas lágrimas, ela finalmente parecia ter secado. A maquiagem borrada em volta dos olhos tinha sido limpa na noite anterior. Quando ele, o moço, e ela se encontraram; ela parecia inteira. Inteira porque não tinha ficado nada dela para trás. Seus olhos eram de desilusão, de cansaço. Cansada de construir sonhos, planos, fantasias. E depois da desilusão, do fim, ter de destruir uma a uma, como se nada daquilo tivesse um dia existido, só para olhar para trás e não sentir nada do que sentira antes. Era tudo tão doído, tão choroso, tão arrastado. Fosse o ponto final sua última lágrima de dor, já havia, então, sido decretado. Decretado num discurso mudo, num adeus em silêncio dito através de tudo aquilo que não havia sido falado. O moço não parecia prestes a dizer nada. Ela também não diria; se pudesse escolher, teria ficado calada, mas lhe escapou: Meu coração tá ferido de amar errado. De amar demais, de querer demais, de viver demais. Amar, querer e viver tanto que tudo o mais em volta parece pouco. Seu amor, comparado ao meu, é pouco. Muito pouco. Mas você não vê. Não vê, não enxerga, não sente. Não sente porque não me faz sentir, não enxerga porque não quer. A mulher louca que sempre fui por você, e que mesmo tão cheia de defeitos, sempre foi sua. Sempre fui só sua. Sempre quis ser só sua. Sempre te quis só meu. E você, cego de orgulho bobo, surdo de estupidez, nunca notou. Nunca notou que mulheres como eu não são fáceis de se ter; são como flores difíceis de cultivar. Flores que você precisa sempre cuidar, mas que homens que gostam de praticidade não conseguem. Homens que gostam das coisas simples. Eu não sou simples, nunca fui. Mas sempre quis ser sua. Você, meu homem, é que não soube cuidar. E nessa de cuidar, vou cuidar de mim. De mim, do meu coração e dessa minha mania de amar demais, de querer demais, de esperar demais. Dessa minha mania tão boba de amar errado. Seja feliz.
Não sente porque não me faz sentir, não enxerga porque não quer. A mulher louca que sempre fui por você e que mesmo tão cheia de defeitos, sempre foi sua. Sempre fui só sua. Sempre quis ser só sua. Sempre te quis só meu.
Do conto: Gabriela, Luiza, Ana, Clara, Bruna, Carolina... de 2009, Março
Cansada de construir sonhos, planos, fantasias. E depois da desilusão, do fim, ter de destruir uma a uma, como se nada daquilo tivesse um dia existido, só para olhar para trás e não sentir nada do que sentira antes.
