Tag amor
O oceano pode até ser imenso, mas a grandeza do infinito não tem limites — assim como o amor, que não conhece fronteiras.
Deus, sendo Deus, não permaneceu apenas em Seu trono de glória a nos observar. Ele desceu, nos visitou e nos elevou com Seu amor a um novo patamar.
A cruz ✝️ não é ponto final, é reticência cheia de promessas. É o começo da esperança para quem escolhe acreditar no amor que venceu o impossível.
Na vida, com Sua humildade, mostrou ser o Senhor; na morte, com Sua entrega, revelou todo Seu amor; na ressurreição, com Sua glória, confirmou a promessa de Salvador.
Cristo ressuscitou, aleluia! E com Ele, a esperança, o amor e uma nova vida. Ele vive — e Sua redenção pulsa em nós a cada novo amanhecer.
Na vida, tudo tem um preço — inclusive a nossa própria existência. E Ele, por amor, pagou com a Sua vida. Mas a história não terminou ali: Ele ressuscitou — e vivo está.
A Páscoa não é apenas sobre um túmulo vazio, mas sobre um coração cheio de esperança — é a lembrança viva de que o amor venceu a morte e vive para sempre.
Que a nossa história não seja apenas contada, mas sentida. Que, quando partirmos, fiquemos — através do bem que fizemos, do amor que oferecemos e da fé que vivemos.
O verdadeiro amor é aquele que não precisa ser visto, mas experimentado. Nele, a vida se sustenta, e é através dele que encontramos o verdadeiro sentido de existir.
Que nossos passos edifiquem, nossas palavras inspirem e nosso amor transforme cada lugar por onde passarmos.
O melhor caminho a seguir é sempre aquele que edifica e faz crescer, que promove paz, constrói pontes e deixa marcas de amor por onde passa.
A melhor fonte de inspiração é aquela que nasce da verdade vivida, do amor praticado e da fé que resiste mesmo nos dias difíceis.
O simples pode ser extraordinário quando é feito com amor, pois o valor das coisas não está na complexidade, mas na verdade do coração que as realiza.
Particular
De uma pequena fresta surge um universo de sentidos. Como numa fenda algo pode se instalar ou invadir, e até mesmo se espaçar? É um número que só o amor pode conjeturar. De grão em grão em meio à cumplicidade são construídos alicerces sentimentais que ao final de tudo, fica o espaço criado pelo amor ou o vazio deixado por ele. Um mutuado de expectativas e esperanças desliza em nuvens de sonhos enquanto milhares de pesadelos limpam o céu de quimeras. A realidade é a carta de anuência para o efêmero cotidiano. Seria um nó do acaso improvisado por um laço em falso a busca por patentear os sentimentos a outrem. São tantas paredes testemunhas das insônias, tantos sorrisos estampados de plenitude, tantos equilibristas da razão e emoção, tanto amor surgido, “morrido”, “matado” e renascido, tanto amor, tanta dor. Que de aprofundar-se, cicatriza; que de esvaziar-se, transborda; que de dilacerar-se, sossega. E os pontos de cada nó rompido se tornam laços, e cada laço dado é um nó que se deu. Um ato que desata quanta dor que vira dó. Caberia no mesmo lugar o esmagamento e a liberdade gerada por amar, ou romperiam fitas de tanto entrelaçar a convivência e sua pluralidade? É, o amor é mesmo singular!
Não economizo amor, invisto. Não engulo amor, respiro. Não silencio amor, grito. Não guardo amor, demonstro. Não escondo amor, escandalizo. Não unifico amor, pluralizo. Não sonego amor, declaro. Não desprezo amor, abrigo. Não verbalizo amor, pratico. Não divido amor, multiplico. Não publico amor, politizo. Não prendo amor, liberto. Não julgo amor, aceito. Não torturo amor, sinto. Não desenho amor, pinto. Não soletro amor, poetizo. Não espero amor, faço. Não cobro amor, eu amo.
Tô fugindo da loucura, da guerra, da inquietude da mente, do avesso, do meio em que o ego se desconecta do amor. Tô buscando a sanidade, a paz, a quietude da mente, o sentido, o meio em que a mente se conecta com a alma. #fecheiohospicio
Alma à flor da pele
Costumo guiar meu coração para vários lugares por aí. Gosto de ser assim, livre, leve e para muitos louca. Tenho uma loucura de ser eu mesma, sou bem particular, sou dona de mim. Grito e choro a minha essência. Sou o meu início, meio e fim. Sou a liberdade das minhas palavras e nem sempre a lucidez dos meus sentimentos. Sou pés descalços e noites de luar. Sou rosa que simboliza o amor, sou o doce de um cappuccino e não a pureza amarga de um café. Sou mais amor que razão, sou toda emoção. Sou ressaca de oceano, coca cola e muita água pra refrescar. Sou muito mais picolé que um sorvete qualquer. Sou das cores fortes, intensidade, dança, terra e raiz. Sou música que arrepia a pele, toca a alma e faz a gente chorar. Amo os horizontes da vida. Sou chuva, telhado, areia, piscina, grama, céu e mar. Sou de todas as estações. Sou cartas na mesa pra quem sabe jogar. Sou riso frouxo e romance no ar. Sou para muitos, mas poucos sabem. Quase sempre escancaro meu brio e não importa o espectador. Eu soul!
Não dê corda para te enforcar, não doe coração pro umbigo, não entregue verdade para mentira, não se aproxime da distância, não esquente o que deve ficar frio, não crie expectativas para decepção. A medida da vida é proporcional à intensidade que se vive.
É preciso amar a si mesmo para entender que não precisamos "ter" alguém para amar. Escolhemos alguém para compartilhar, dividir e multiplicar o amor, jamais entregar todo amor que temos a alguém. Penso que o amor é o combustível da existência onde o tempo, as escolhas e experiências se encarregam de transformar. O amor transforma. Mas, não é por causa dos outros e sim das nossas expectativas ou aprendizado. Não podemos cobrar o que não fazemos. De que forma é o seu amor? Quando olho para dentro de mim, vejo que meu amor precisa de equilíbrio, precisa ser meio. É sempre tão intenso pra mais ou pra menos. E o seu? Quando olho pra trás, vejo que apontei muito meus dedos, fui apontada, mas o que eu fiz sobre isso? Fui exemplo do amor? A gente só recebe aquilo que está preparado para receber, quando sabemos dar sem esperar nada em troca, sem cobrar do tempo um jeito individual, porque o amor é livre. Livre de qualquer explicação, tempo ou adjetivo. O amor apenas se sente. Sinta o seu ♡
