Tag amor
Vou ficar aqui, sentada às margens dos teus olhos
viajando pelas galáxias onde o seu olhar faz morada."
Quando pequeno, eu gostava muito de ver o cair da noite através das janelas de casa. Meus olhos brilhavam ao contemplar as estrelas se apoderando da imensidão do céu, enquanto que as cigarras, em algum ponto da escuridão, ensaiavam seus novos cânticos.
Naquela época era comum eu associar o fim de tarde com o início de uma estranha espera. Em quase todas as noites eu fixava o olhar em boa parte daqueles tantos pontos brilhantes que formavam aquele tapete estelar, na esperança de que a qualquer momento, um daqueles pontos de luz se mostrasse diferente dos demais e então resolvesse vagar entre os demais conformados.
Eu acreditava que tendo a oportunidade de vê-lo passear pela imensidão daquele azul-escuro-quase-preto, eu poderia fazer-lhe um pedido qualquer – olha o nível da viagem –, que ele, de algum jeito, daria seus pulos e realizaria.
Desde quando eu decidi parar com este hábito (tão bobo, diga-se de passagem), se passou muito tempo. E muita coisa aconteceu neste intervalo. E foi nesse meio tempo que eu entendi a lógica tão bem descrita na frase: “De onde muito se espera é que não surge nada. O amor prefere se aproximar dos distraídos.”
Pois é. Foi justamente num desses momentos de distração entre noites que pareciam não ter fim e dias que pareciam criar asas e conquistar a liberdade das horas que corriam, que eu percebi que a saudade é também composta por um cheiro tão gostoso, que ao menor sinal da sua presença eu já sorria olhando para o nada, mesmo que de perto eu fosse observado por olhares de espanto.
Desde então, toda vez que a saudade vem me visitar no meio da noite, eu procuro dar uma chegada na janela mais próxima, só para dar uma conferida no céu, abrir um sorriso e dizer em pensamento: Eu entendi!
Hoje eu arrisco dizer que até sinto falta das cigarras. Mas já não procuro mais o ponto de luz lá no céu. Descobri que ele, a partir de uma simples distração, passou a morar aqui dentro. Junto ás doces lembranças que vivem a sorrir para todos os lados e tempos.
“Saudade é pra quem sente amor. Sentir falta é pra quem sente vazio.” (Gabito Nunes)
O que toca as pessoas é o amor, e o que te toca? A liberdade é o desejo das pessoas, por que você não é livre? A angustia é odiada pelas pessoas, mas o que move o mundo é ela, o que te move? A raiva é um sentimento ruim por todos, mas como seria o mundo sem ela? O que move o mundo, o amor? , a liberdade? , a angústia? ou o ódio? A existência autêntica!
Cheia de defeitos, efeitos, lamentos, sem jeito
pra rimar uma canção.
Entupida de amor, pudor, calor e dor pra dar eco a
um refrão.
Que vontade de te abraçar!
Querer-te mais que antes
Pegar-te no colo
Acariciar seus cabelos
E dizer que te amo
Amor do meu querer
Venha para meus braços
Pegue-me forte
Arraste-me com vontade
Sou tua nesta liberdade
A expressão do pensamento? Sim.
Amor, paixão e amizade;
Saudade, paz e alegria;
Sinceridade, perdão e renúncia;
Hipótese, teoria e fato(lei);
Valor, princípio e moralidade;
Gosto, opinião e verdade.
Doce infância, como tudo era simples no seu tempo. Casais namoravam, se casavam, e continuavam grandes amigos... Quando existia a saudade, logo havia o desejo de um reencontro. Pois no momento do mesmo, a sensação de paz e alegria era notória. Mas tenho percebido que o avanço da tecnologia, sua maldade, bem como a da humanidade, estão matando vocês, tornando a saudade em apenas uma lembrança...
Sinceridade, perdão e renúncia, existe uma nova geração surgindo que se pergunta "o que é tudo isso?"...
Hoje a hipótese e a teoria parecem ser mais importantes que o fato(lei), pois o que predomina é a teoria do gosto e da opinião, e não a lei da verdade(que inclusive, cara amiga, você foi quem mais sofreu na História, e ainda continua sofrendo).
Pode-se ver que você foi indagada quando Pilatos falou a Jesus: "que é a verdade?". Querem a todo o custo, com grande ironia, e de maneira "absoluta", dizer que você não é absoluta, mas relativa. Estariam essas pessoas do relativismo "absolutamente" certas?
Sabe o que as atitudes de tais pessoas demonstram dos teus derivados(o valor, o princípio e a moralidade)? Que valiam, se é que valiam, apenas na sua etimologia...
Ah, doce infância, como tudo era simples no seu tempo. As definições da vida eram muito claras, tal como o dicionário. O que devo fazer para te resgatar, querida infância? Como posso sentir a sua inocência novamente?
É num momento desses, de dúvidas profundas, que a verdade surge na lembrança, e diz:
"Não se surpreenda. Alguém já disse que, por causa do aumento da maldade, o amor de quase todos minguaria. Mas confie em mim, eu nunca menti, nunca fui má, posso incentivar as pessoas a expressarem novamente o amor, pois minha essência é amorosa. Em mim você sentirá uma grande paz e alegria, e saberá que o desejo do reencontro que você busca ter com alguém é gerado porque antes você sente saudade de mim, pois você estava comigo quando ainda não existia no Mundo. Lá no fundo, o prazer que você quer sentir é o transbordamento da paz e da alegria do reencontro, e essas eu tenho muito.
Eu, a verdade, sou atemporal, e nenhuma cultura é minha dona. Sou eu que determino os limites do Homem, e não o contrário. Não dependo do que alguém acredita, ou desacredita, para que eu seja verdadeira. Quando alguém quer fazer afirmações corretas, busca algo como referência, algo que se pareça comigo. Mas eu, a verdade, não sou apenas informações, pois se isso fosse assim o meu autor poderia me modificar. Porém ele jamais poderá me modificar, pois do contrário estará modificando a si mesmo. Dele eu vim e sou a expressão do seu pensamento; sim, sou a expressão do seu pensamento.
Eu, a verdade, digo com verdade que a maior prova de amor foi que meu autor quis me compartilhar com as pessoas, a fim de que eu entrasse e seus entendimentos para guiá-las, tornando-as verdadeiras como eu sou. Pois acontecendo isso eu as salvaria da mentira, algo que faz parte daquilo que as distanciam de mim.
Eu, a verdade, sei que na verdade nem todas as pessoas querem ser verdadeiras, mas as que querem e me experimentam, jamais esquecem das minhas características. Pois eu dou sentido à vida, estabelecendo-me como seu axioma; esclareço os fatos; diferencio corretamente o certo do errado; faço justiça com minha existência; meus princípios e valores são suaves e moralmente puros.
Se alguém com sinceridade renunciar o que é errado, eu com sinceridade o guiarei, e esse alguém sentirá o meu amor e um profundo perdão dos seus erros. Entenderá perfeitamente que não sou uma hipótese e nem uma teoria, mas o fato(lei), o caminho certo para a vida, e quem em mim acreditar jamais será confundido.
Eu sou Jesus, eu sou a verdade”.
João 18.38 / Mateus 24.12 / Hebreus 6.18 / Salmos 86.15 / 1 João 4.7-21 / João 14.27; Salmos 16.11 / Eclesiastes 12.7 / Hebreus 13.8 / Salmos 103.19 / João 10.30 / João 1.1,14 / João 3.16 / João 8.31 / Isaías 59.2; Apocalipse 22.13-15 / Salmos 78.1-7 / Gênesis 1; 2; Salmos 139 / João 8.12 / 3 João 1.11 / Jeremias 23.5,6 (Tsidkenu Yaveh) / Mateus 11.30 / Salmos 119.140 / João 1.12; Romanos 8.14 / Salmos 103.3 / Romanos 10.11 / João 14.6
A confiança em Deus é uma prática diária. Assim como o amor, ela é uma planta que precisa ser regada periodicamente.
Tem gente que não entende e nem percebe
Que neste jogo de xeque-mate
Quando bem lapidado pode se fazer milagres.
Tem gente que não entende
Que para colher é preciso plantar
Ama quem sabe,perde quem dorme e não percebe.
O Tempo é Do Amor!
Não
importa
o tempo...
Que seja:
outono,
Primavera,
verão
ou inverno...
O amor
permanece nos
aquecendo sempre!
Permita-me
amor!
Que ao fechar
meus olhos...
Eu me aproxime de si!
Que ao buscar
seus lábios...
Eles estejam prontos
para beijar-me.
Permita-me!
Porque somente assim...
Mesmo distante,
eu me aproximarei de si!
Flores são sonhos perfumados que se oferece a quem nosso coração escolheu para amar! Tenho sempre uma flor em minha mão. Em instante posso me deparar com o amor!
Se os pés vivem em sintonia... É que o amor ainda valsa em nossos corações. São os pés que definem os melhores passos na dança do amor!
