Suportar e a Lei da minha Raca

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O QUE SOMOS?

Somos uma só raça, uma só espécie.
Somos destruidores.

Destruímos a natureza, destruímos emoções, destruímos princípios.
Em que lei vivemos nós?

Vivemos pelas leis das próprias mãos.
Direitos coletivos?
Jamais!
Regras aqui?
Faço eu, cumpro eu, puno eu!

Mundo psíquico alterado.
Grilado, fico eu.

Reclamam da vida mais ninguém quer morrer. Vai entender a raça humana.

RAÇA

O mais importante é a vida
que Deus mandou de presente
não tem pele preferida
não tem cor mais influente
toda raça é parecida
só a alma é diferente.

A amizade é algo mágico, não tem cor, não tem raça, não tem distância. Surge devagar e, quando percebemos, já faz parte de nós.

A raça humana é simplesmente uma raça,nada mais.Animais racionais?Somente no nome,por que na prática,em sua grande maioria,infelizmente não passam de seres insignificantes.Seres incontroláveis e incapazes de desfrutar da paz,harmonia,solidariedade,compaixão,respeito e amor ao próximo.Seres abominantes que não conseguem usar o diálogo para resolver pequenos e grandes problemas e que por falta do mesmo acabam gerando muita violência.O diálogo é arma mais forte que existe em todas as guerras,confrontos e desentendimentos.Basta saber usa-lo.Infelizmente,na maioria das vezes é usado como última opção.#REFLETIR

ANGOLA, A MÃE DESALOJADA

Ao longo da história da raça humana, o homem sempre esteve ligado à sua comunidade e procurou viver em paz e segurança dentro da sociedade, pelo fato de encontrar-se e viver em comunhão com o seu semelhante. Esse comportamento fez com que o homem criasse leis, princípios e regras impostas a todos os residentes da comunidade.

O mesmo aconteceu com o surgimento e a divisão de países dentro de um continente, a partir de reinos, tribos e clãs. O homem nunca se sentiu totalmente satisfeito e realizado, pelo fato de suas necessidades serem ilimitadas.

A interligação entre o homem e o seu semelhante fez com que tribos, povos, línguas e nações permutassem e cooperassem em prol de interesses comuns que ambos os lados compartilhavam ao formarem e firmarem suas diplomacias.

O mesmo aconteceu com Angola e com os angolanos, tanto no período pré-histórico quanto no colonial e pós-colonial. O povo angolano teve a graça de contar com homens e movimentos que sempre pautaram pelos interesses nacionais e patrióticos, em prol do bem-estar comum. O povo participou dessas incursões de forma indireta, pois, naquela época, lutar, protestar, revolucionar e defender a nação era considerado crime contra o regime colonial e as potências opressoras que se encontravam na África.

Por isso, muitos foram acusados, condenados e perseguidos pela PIDE. Fazer revolução, protesto ou incursão em prol de Angola, naquela época, tinha como prêmio a pena capital.

Ao longo dos tempos, muitos homens lúcidos — intelectuais, acadêmicos, autodidatas, revolucionários, nacionalistas e patriotas — já lutavam por uma Angola justa, pacífica e livre, onde todos os angolanos teriam direito à educação, saúde, habitação e, acima de tudo, à dignidade e ao respeito de seus direitos enquanto cidadãos, sem termos que olhar para a cor da pele ou para a cor partidária de um indivíduo.

Sonhavam com uma Angola onde todos nos veríamos como irmãos, filhos da mesma terra. Onde a bandeira do partido não seria mais importante do que ser angolano e filho desta terra. Esses homens — militantes, militares e líderes — não lutavam por interesses pessoais, mas sim pela pátria-mãe chamada Angola.

Durante as lutas e a guerra contra o regime colonial, muitos foram iludidos e cegados pelo orgulho, ódio, ambição e separatismo, agindo de forma parcial e xenófoba contra seus próprios irmãos angolanos.

O sacrifício foi árduo e a luta foi longa. Mas, em vez de paz, ganhamos guerra fria; em vez de união, ganhamos divisão; em vez de reconciliação, ganhamos tribalismo; em vez de imparcialidade, ganhamos parcialidade; em vez de família, ganhamos adversários; em vez de irmãos, ganhamos inimigos. Em vez de amor, promovemos o ódio contra o próximo, apenas por pertencer a um partido ou religião diferente da nossa.

Esses males foram plantados ontem, numa Angola desavinda, onde irmãos matavam-se entre si, guerreando violentamente contra o próximo e o seu semelhante.

Angola foi alvo da orfandade e viuvez causadas pela política ocidental e imperialista. Foi através dessa política que começamos a nos matar, por acreditarmos na hegemonia política e partidária, sem sequer usarmos o senso crítico.

Hoje, Angola encontra-se nômade, desalojada, vagando por terras férteis e aráveis, levando apenas consigo: trouxas, roupas, panos, panelas, chinelas e lenços. Está vestida apenas com roupas das cores das bandeiras partidárias e nacional.

Apesar das riquezas que o nosso solo oferece, ela continua a vagar pelas ruas das cidades, pedindo esmolas, comida, dinheiro e socorro àqueles que passam por ela.

Enquanto Angola passa fome, sede, vergonha e humilhação diante de seus filhos, sobrinhos, netos e bisnetos, o estrangeiro explora, rouba, saqueia e aliena seus filhos, cidadãos e povos — reduzindo-os à condição de mendigos, e transformando-os em fonte de rendimentos e enriquecimento por meio de doutrinação (alienação religiosa), cegueira e reprodução de teorias políticas alheias.

Hoje, em vez de nação, vivemos no exílio; em vez de cidadãos, tornamo-nos refugiados; em vez de patriotas, somos taxados de inimigos públicos; em vez de nacionalistas, somos chamados de terroristas; em vez de filósofos, somos considerados malucos.

É por causa desses e de outros males que transformamos o partido no poder em religião, o presidente em divindade, políticos em salvadores, revolucionários em demônios, críticos em adversários, artistas em papagaios, filósofos em malucos e ativistas em frustrados.

Essa ideologia foi promovida por aqueles que sempre quiseram se perpetuar no poder a todo custo, mesmo que para isso fosse necessário lutar e guerrear contra os ventos do progresso.

Nós, angolanos, tornamo-nos inquilinos dentro da nossa própria terra e pagamos renda a quem não é filho legítimo desta nação chamada Angola.

Nossos direitos foram consagrados na Constituição, mas, infelizmente, a realidade os nega. E o governo nos reprime quando exigimos e clamamos diante dos órgãos competentes e de direitos.

Nossa mãe já não tem voz, nem poder sobre aqueles a quem ela confiou o poder e a administração dos recursos e riquezas do país.

Nós — revolucionários, ativistas, nacionalistas, patriotas e filósofos — tentamos resgatar a dignidade, o respeito, o valor e a consideração que Angola tinha diante de outras nações, mas, até hoje, sem sucesso.

Só nos resta chorar, lamentar e morrer, porque nossas forças se esgotaram, nossas garras e nossa esperança se desfizeram diante dos obstáculos, barreiras e oposições que nossos inimigos e opositores colocaram em nosso caminho...

Foi como se estivéssemos sendo degolados, executados e fuzilados em um campo de batalha.

Cansados, esgotados e partidos, vimos nossa mãe — Angola — deambulando pelas ruas, cidades e estradas, e, acima de tudo, desalojada dentro da sua própria terra.

Foi aí que eu vi, caí em mim e disse comigo mesmo:

"Em vão foi termos lutado por uma Angola livre, pacífica, justa e independente..."




Autor: Jack Indelével Wistaffyna

Amor não tem raça!
Não compre. Adote.
Cada vira-lata é único.

“Pessoas prestativas são aquelas que param para dar valor as outras, indiferentes da sua raça, posição ou cultura.”

Linda mulher com sua exuberante e orgulhosa beleza preta
belezura de uma raça majestosa e imponente
que não se deixa afetar pelo racismo e preconceito daqueles
que tem a alma e a consciência escura.

Como os cientistas ainda não perceberam que foi a raça humana que exterminou os dinossauros? Foi a partir dai que iniciou a evolução humana.
2016

Racismo, vírus da raça que se diz humana!

Por onde passas, o que te destaca? Teus olhos? Teu rosto ou tua raça? Na verdade esta ali no canto da boca, um sorriso singelo que dor alguma disfarça.

Inserida por lannaokuma

Somos irmãos, independes da cor ou raça, independente da origem, todos viemos do mesmo lugar, apenas do ventre diferente, mas do mesmo ser.''

Inserida por RastaelShivaya

"Velho é seu preconceito
Juventude é nossa fonte.
Cor é nossa luz
Raçã é nossa força"

Dia Contra Discriminação
Racial...
21 de Março

Inserida por Waldetes

É sina de Corinthians pô
Enfrentar time inferior
E no sufoco, na raça ganhar
Contra o Corinthians querem se superar

Inserida por Juruna

Tempo para ser feliz

Todos estamos na mesma condição de ser feliz, independente de raça, religião e condições financeiras. A vida é um parque de diversões, uns adoram descer de montanha russa e outros têm pavor. O doce e o azedo são irmãos gêmeos, cada um escolheu ser de um jeito. Sorrir, cantar, ter prazer de viver é afirmativamente uma questão de escolha SIM! A infelicidade não nasce com a gente, nosso primeiro choro celebra a vida, a chegada a este mundo e significa que estamos vivos! Rever as atitudes e sentimentos negativos é vital. Se não é possível consertar os “descarrilhamentos” de humor sozinhos, devemos procurar orientação e pedir por ajuda. Não há nada de errado em estar de mau humor, o que não pode é se viver assim. Têm pessoas que a gente adora estar perto, são companheiras para todas as viagens, falam de coisas engraçadas, que fazem a gente rir descontroladamente, isso é tão bom! Anda raro encontrar estas pérolas é muito mais comum toparmos com pessoas melancólicas, depressivas, agressivas, desesperadas, mexeriqueiras, desanimadas, desmotivadas e com o botão “reclamite” ativado. Geralmente os mau humorados já foram alguém “gente boa” que levou uma lambada da vida. Mas é muito comum vermos assim pessoas estressadas, sobrecarregadas com excesso de trabalho, atribulados com compromissos diários, são os famosos: “sem tempo”. Não ter tempo virou desculpa para tudo. Enquanto isso o tempo continua passando independente do nosso humor. Desejo que passe o seu sendo feliz!

Inserida por KARINAGERA

Nenhum amor é proibido. O universo foi feito por e para o amor. Porém, quase a totalidade da raça humana mal sabe o que ele seja, atribuindo-o às suas condenáveis ambições sentimentais!

Inserida por pastoreinaldoribeiro

A fé ,o amor , a força e a raça !
Ter fé em Deus isso pra mim bastar:)

Inserida por Famale

Imagem e semelhança, não é igual. é quaro dividimos o mesmo infortúnio de sermos da mesma raça medíocre, mais somos estranhos impares com intenções, motivações e interesses distintos.

Inserida por Mrv

Saudade não é questão de pele, bandeira, etnia ou raça, é diferente disso __ é questão de alma, distância, interpretação de espírito ou matemática dos sentidos que calcula tudo em fórmulas nada convencionais e sempre estranhamente exatas.

Inserida por lukazi