Frases sobre barulho
Sou a fé dos desesperados, o barulho do silêncio, as ondas de um mar calmo. Não me prenda, pois vivo solta como os pássaros, apenas me ame, do meu jeito, do nosso jeito, e de todas as formas aparecerei para te amar!
Proseando e procurando lenha
Fumando um cigarrim de páia
Um passo ali, um galho aqui
Barulho, só das folhas secas embaixo do pé
E dos periquitos que passavam
Foi se aprumando de leve
Uma noite fresca de novembro
Simbora o sol numa toada lenta
E foi chegando os amigos
Botando mais lenha no fogão
E lenha no convesê
Acende com fósfri, pra seguir tradição
Deixa o fogo pegá, menina
Deixa o vento aparpá devagarinho
E amoitá pra dentro da madeira a brasa
Que a mode só assim o fogo se faz
Não abana, se não perde a graça
Traz panela grande, azeite a áio
Mais copo pros amigos que chegaram
E o violão encostado na beirinha da porta
Pó trazê tamém que o Chico chegou pra cantar
“Ando devagar por que já tive pressa…
levo meu sorriso por que já chorei demais…”
Cheirinho bom, abraço de amigo, lamparina
Prosa boa, cantoria, vento na rede
Pingo de chuva, gole de cachaça, cafuné de flor
Pés descalços, trago bom, sorrisos
E se eu tiver que reclamá de arguma coisa
que seja por falta do que reclamá…
Como notas executadas em um piano, as palavras podem formar uma bela música ou um mero barulho. Faça das suas palavras a melhor melodia possível.
"Dia desses, na praia, barriga para o sol, olhos fechados, barulho do mar embalando os pensamentos, lembrei da frase sábia que diz "o fruto bom dá no tempo". Como acredito no invisível, achei que foi um sinal, uma resposta da Deusa do mar para as inquietações no meu coração. Achei bonito. É bonito não é?"
Motivos
Parto do ponto que preciso então
Nem mar
Nem barulho de chuva
Nem toque
Só corpo, alma e vontades até não escolhidas
Luz existindo em meus olhos fechados
Só o caminho
Não sei do que faz ser humano
Nem do que faz ser triste
Os motivos são valores exclusivos em toda natureza
Apenas são inteiros e vão cabendo e sobrando
Até o momento que anseio... Que creio
Entre flores desabrochando e pétalas caindo
O SINO DO RECREIO.
Eram nove horas da manhã...
O sino tocava anunciando o recreio,
O barulho e a euforia da piasada eram grandes,
Era hora do lanche.
As bolsas e mochilas se abriam e lanches apareciam...
O que via me agradava e minha vontade de comer apenas um pedacinho aumentava...
Minha mochila, não era bem uma mochila, era simplesmente um saco plástico que anteriormente era embalagem de arroz, sim, um saco de arroz de cinco quilos.
Neste saquinho que eu usava como mochila, havia um pequeno caderno que dividia todas as matérias e alguns toquinhos de lápis que eu encontrava pelo caminho...
Bom...
O sino tocou hora da merenda!
Opa, hoje tem sopa de feijão (Minestrone), estava muito bom, mas não era suficiente.
Não podia repetir, mas como a ocasião faz o pidão...
Lá ia eu.
- Ei sobrou de sua canequinha?
- Não jogue fora, dê para mim, aí eu lavo sua caneca!
Assim conseguia comer mais um pouquinho...
De repente...
O sino toca.
Hora de entrar para a sala de aula, a professora já estava na porta.
Mas o que esta acontecendo?
Alguma coisa diferente...
Em vez de a piasada correr para a sala, corriam para o fundo do colégio, o que será que tem lá, pensei?!
Fui verificar...
Sabe o que acontecia?
Os meus coleguinhas de sala na hora do recreio em vez de comer seus lanches, iam brincar, correr e se divertir e não dava tempo para comer seus lanches e tudo ficava pela metade, mas quando o sino tocava eles corriam para o fundo do colégio e jogavam fora os lanches.
Eu vendo tanto pão com tanta coisa boa no meio, me escondi, e assim que todos saiam, eu ajuntava pão por pão, lanche por lanche colocava em outro saquinho que encontrei e após escondia no meio do capim.
A professora ficava muito brava comigo, por ter chegado a sala de aula atrasado e me colocava de castigo atrás da porta de joelhos.
Um dia a professora me disse: - Paulo Sérgio, se você chegar atrasado vai ficar o próximo recreio dentro da sala!
Eu fiquei muito preocupado, e procurei ser mais ágil.
Quando a aula terminava, por voltas de onze horas, eu ficava esperando que os coleguinhas fossem embora para eu ir até o fundo do colégio e pegar a comida que eu havia escondido.
Eu estudava em uma escola chamada Cristo Rei, no bairro DER em Francisco Beltrão PR. O quintal onde eu morava tinha duas frentes, a frente principal era que dava acesso à rua: Santo Antônio e a outra entrada pela rua: Sete de Setembro.
Eu sempre ia para o colégio pela Rua Santo Antonio e voltava pela Rua Sete de Setembro, pois tinha menos movimento e eu temia que fosse encontrado por alguém conhecido e fosse percebido que eu tinha ajuntado restos para levar pra casa.
Foi uma época de fome, tinha apenas sete anos, meu pai era ausente de casa e minha mãe trabalhava muito longe, em outro Estado. Ouvia falar que era um Estado chamado Mato Grosso em uma Cidade chamada Cuiabá. Achava esses nomes muito estranho e nem sabia se quer apontar o dedo mostrando qual era a direção de onde se localizava esse lugar.
* Viver não é fácil, para viver tem que ter muita coragem e às vezes o que é lixo para você pode ser o sustento do outro.
Não jogue comida fora, se estiver sobrando, ofereça para alguém que esteja precisando.
Pratique essa boa ação, pois DEUS ama o que oferta com alegria.
Eu quero por um fim neste tormento.
Quero saber qual o barulho que você mais odeia;
Quero saber qual o cheiro que você mais gosta.
Quero saber se você prefere primavera ou verão.
Se você tem mas afinidade com seu pai ou com sua mãe.
Quero saber da sua história.
Da sua infância.
Quero saber que filme já te fez chorar e qual já te fez sorrir.
Quero que você adore meu sono demorado.
E tenha desconfiança da minha insônia.
Quero participar, quero ser quem te liga com febre.
Quero ser a espera do domingo a tarde.
Quero ser sorrisos e lágrimas.
Quero acampar com você.
Quero dividir um lanche com você.
Quero a noite te cobrir e te descobrir.
Quero seu cheiro sem perfume.
Quero te ver nervosa, ansiosa, com sono.
Quero começar esta estrada mais uma vez do nada.
Se tivesse mar, diria ter ouvido o barulho das ondas; do tipo que remexe, embrulha de emoção; abana, sacode. Se tivesse chuva, diria ter sentido respingos gélidos, feito sacudidelas pela minha face; ter acordado às brutas de um sonho matinal fora da manhã! E não há nada melhor do que viver a realidade! Se tivesse sabor, diria ter sentido o paladar requintado da vida; e, de tão dopante, eu haveria de vicejar! Mas lhe falta mar, acabou-se a chuva… Não há mais sabor… Acabou-se o amor.
Então começo a entrar em colapso. Me sinto frio, trancado.
Ouço barulhos, rumores, parecem pessoas orando em um tom bem baixo.
Dizendo como deve ser, como tem que ser tudo ao meu redor.
São milhares de pensamentos, todos em minha direção.
Começo a entender a minha angústia.
Como as pessoas fazem ela ficar cada vez mais próxima de mim.
Me sinto rodeado de emoções distintas.
Escrevo mais uma frase, e então paro, e penso que alguém está digitando cada palavra do que estou vivendo. E quando percebo, entro em colapso.
Para entender as mensagens que os raios escrevem no céu, é preciso não se intimidar com o seu barulho e com o que venha a destruir, e sim em toda clareza que ele passa.
Como está diferente, o rastejar das sandálias é macio, menos barulhento e turbulento. Vejo modificações, ela está simpática e mais nova.
Não sinto somente nos meus pés a mudança, o ar é leve, trágico e dolorido. Algo mudou e fui eu, é realmente eu que deixei de passar por aqui, deixei de conviver aqui.
Existe algo melhor e não sou eu, é você que me parece mais feliz, sentir ao passar na sua calçada, a qual um dia pensei que pudesse pertencer a nós. Ô doce e dura ilusão, como esta calçada que passei, olhando para janela e tentado me ver nela.
Perdi a calçada, perdi a janela, PERDI VOCÊ.
Você sempre será muito de alguma coisa para alguém: muito grande, muito barulhento, muito flexível, muito nervoso. Mas, se você aparar suas bordas, perderá sua essência.
No meio dos barulhentos fica difícil encontrar o silêncio;
mas se encontrar a paz no coração, o barulho passa despercebido.
A CHUVA.
Esta chuva tem secreta ternura,
Num ritmo de música amável,
Humilde barulho de água mais pura...
Abala a alma, abala o sonho afável.
A Terra recebe um azul beijo,
E eu que sonhava contigo... Acordo...
Cheia de saudades e desejo!
Um mito primitivo que se renova.
Na minha paz de noites longas.
Faço poesia, esqueço a prosa.
Este amor sempre me afronta
Ao mesmo tempo alvorecer das flores
E o cheiro da terra me lembra amores...
E a vida quando me desaponta...
Sentimento fatal se inunda,
Ilusão incansável, invencível, impossível
A meu corpo todo circunda.
Uma inspiração cheirando a terra e audível.
Meu sentimento de amor...
Acorda no cinza de seu ritmo, fico intangível.
A felicidade me inspira ...
Rimar com a chuva,amor com flor, no lugar da dor.
A chuva treme no vidro,
O corpo treme de desejo,
Você sumiu no mundo...
Deixando apenas o gosto de seu beijo.
