Frases sobre barulho

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Eu troco uma noite na balada ou em qualquer lugar barulhento cheio de gente, por uma noite simples, com vários filmes ou um livro, chocolate e pipoca e o silêncio.

Pensamentos... O local mais barulhento.

Gritar não é ser sincero, é ser barulhento.
Falar tudo que der na telha com agressividade não é ser autêntico, é ser descontrolado emocionalmente!

O VÉU

Descobri a sabedoria do silêncio ao me deparar com o caos das multidões e com o barulho das mentes vazias; ele me revelou que, quando a palavra já cumpriu a sua finalidade, por consequência, perde seu significado, e que o inaudível é a própria linguagem de Deus.
Descobri o amor ao ver o quanto o buscava nos outros; a partir disso, entendi que, nesse sentido, a verdade é uma só: o amor está em mim, pois que é essa a minha própria substância; e que tudo que receber de fora será por reflexo daquilo que houver oferecido.
Descobri a importância de respeitar o espaço das pessoas quando o meu próprio foi posto à prova; e isso me fez dissociar qualquer antiga ideia de espaço, por ele não existir; qualquer lugar em que esteja será sempre o meu "aqui".
Descobri que não me voltar demais ao passado ou planejar demais o futuro fazia bem quando percebi que o "ontem" ontem era hoje, e o "amanhã" amanhã também será hoje; ambos convergem ao mesmo ponto, porque ele é uma dádiva, e, por isso, se chama presente.
Descobri o quanto é importante seguir o fluxo da vida e não resistir às tempestades que tentavam me abalar em meio à efemeridade de tudo que me cercava; assim, compreendi a maravilha que é ser vento, ser fluido, de não parar, de deixar ir, de não prender, de não pedir.
Descobri o quão relevante é a pureza da alma ao vê-la tocada por mãos sujas de vaidade e egoísmo; a partir daí, entendi que o sol não pode brilhar através de uma vidraça imunda, e que não se pode contar as melhores histórias senão em papéis em branco.
Descobri que a paz começa em mim e que não pode ser encontrada lá fora ao perceber que em vão a atribuía somente à quietude externa; então, passei a alimentá-la em mim mesmo, porque em mim ela já existia, só necessitando minha atenção para, como uma muda que cresce ao ser regada, ser manifestada.
Descobri que eu, somente eu, poderia me guiar quando confrontado por quem dizia saber o melhor para mim; daí, pude enxergar que a verdade não é universal; mas o que condiz com cada um; mais ainda, é aquilo em que se crê, e não aquilo que dizem ser.
Descobri que não dar atenção à crítica ou à opinião alheia tornaria mais suave a experiência da vida ao observar o quanto eu me desdobrava a fim de me ajustar a isso, mesmo que implicasse em me depreciar; hoje, a própria observação me demonstrou que o que se julga nos outros é exatamente o que se falta vencer em si; e, sendo assim, o julgamento se torna um modo de esconder as próprias fraquezas, fazendo de quem o recebe um espelho, o qual revela muito mais a respeito de quem julga do que de quem é julgado.
Descobri, ainda, que cada evento na vida possui tempo para ser e que não se pode contrariar a sua espontaneidade ao tentar apressar o que ainda não se pode receber, ou retardar o que já está no tempo de aprender; dessa maneira, tornou-se possível compreender que o que fosse para o bem sucederia no momento oportuno, sem expectativas; assim, surgiu também o respeito pelo ritmo da vida, pois que não há sincronicidade maior senão na cadência e alternância das estações do ano, no fluxo e refluxo das marés, ou no nascer do sol e no seu ocaso.

Quanta bagunça cabe em uma mente barulhenta? Quanto silêncio é necessário para conter nossa confusão?

⁠É no silêncio da noite
que nasce o barulho dos dias.
Tudo emerge.
Surgem as respostas não ditas
As promessas não cumpridas são refeitas
Tudo retoma.
Na nossa mente os planos dão certo
e o tempo não corre.
Tudo transforma.
É no silêncio da noite
que a gente se ouve melhor
Se entende melhor e se refaz.
Tudo liberta.

⁠As vezes a gente silencia porque sabe que dentro tem um barulho enorme. Silencia pra escutar o que diz o coração. Silecia pra se ouvir, pra colocar em ordem os sentimentos...e as vezes nesse silêncio descobrimos o que tem de mais bonito em nós, encontramos a ternura , o afeto e o amor dizendo:Estou pronto!

SUSPIROS (soneto)

Um pesar tão mais saudoso, assim não vejo!
Um vazio no silêncio, barulhento, sem pudor
De tão é a infelicidade, que terebrante é a dor
Que vagar algum pode ofuscar o tal lampejo

Dias rastejam, noites em romarias no andor
Da angústia, que enfileiradas num cortejo
Levam preciosos instantes, pra num despejo
Jogá-los ao luar, sem quer um pejo, amor

Ah! Que bom seria, eu ter qualquer traquejo
No dom da oração, e me ouvisse o Criador
Através do meu olhar, rogando por ensejo

Essa saudade tão mais triste, ainda é clamor!
Inda estão nos versos que no poetar eu adejo
Tentando recreio, para os suspiros transpor

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Julho de 2016
Cerrado goiano

Ao meu neto

Prefiro o barulho da tua presença do que o silêncio da tua ausência.

Não permita que o barulho da perturbação alheia fale mais alto que a sua paz interior.

...é no silêncio da noite que minha mente mais faz barulho...

"O seu silêncio me diz mais coisas q mil palavras e a sua presença faz um barulho enorme"

Você lembrou, de deixar a janela encostada? Prometo saltar sem barulho, entrar de mansinho embaixo do seu cobertor e me deitar ao teu lado sem que perceba, ficar a observar você dormir. Quero ser o primeiro olhar do teu olhar ao acordar, sentir aquele cheirinho de sono e assistir brotar o sorriso da menina mulher que me encantou. Por ainda não existir em memória fico buscando em desejos o gosto do teu beijo. Me fascina a falta de duvida em sentir ser tão bom algo que é até então desconhecido. Chego a sentir o leve toque dos teus lábios nos meus ao fechar os olhos desejando-os. Quando junto a ti estiver e em meus braços te puser, ao universo um pedido a fazer, que o tempo pare.

...no verdadeiro caos não há barulho, ecoa apenas o violento e estrondoso som do silêncio...

⁠Odeio silencio
Odeio com todas as forças da minha alma
Não sei o que fazer
Nunca soube
Sou barulhento
Sou bagunceiro
Não fico quieto
Odeio silencio
Me machuca de uma forma monstruosa
Grite
Brigue
Mas silencio não
Dói
Dói muito
Silencio não.
Leio, canto, faço, desfaço,
Escuto, falo, falo sozinho.
Brigo com o silencio 24 horas por dia.
Ele me machuca
Decida não me machucar.
O silencio não.
Dói.

⁠Postes Laranja

Avenida barulhenta
Se cala na sarjeta
Postes Laranja
Na beira da falência

Gasolina fedorenta
Poluição da grande empresa
Postes Laranja
Ignoram sua presença

Cidades isoladas
Vidas isoladas
Postes Laranja
Invadem nossa mata

Progresso é o que se diz
E escreve com um giz
Postes Laranja
Se espalham como chafariz

Está ficando estrelado
Está ficando clareado
Postes Laranja
Apagam o estrelato

Eu preciso ficar calmo
Fugir do urbano no marasmo
Postes Laranja
Me perseguem por todo lado

Postes Laranja
Postes Laranja
Postes Laranja
Postes Laranja
Por onde eu vou não tem mais vermelho
Verde, azul, amarelo
Roxo, branco, preto,
Cinza, marrom ou caramelo
Tudo o que vejo na distância
São apenas Postes Laranja

⁠Quando tiver muitos barulhos ao seu redor, coloque um fone, e ouça um som que você goste, e viaje para outra dimensão, quando você tirar o fone, você perceberá que os barulhos não te incomodam mais...

⁠Somos pensadores limitados, somos pensadores barulhentos e é muito fácil de nos superar.

⁠hoje acordei cedo com barulho do vizinho,
as 6:30 da manhã de pleno domingo,
não me aborreci como de costume,
me foi um favor,
fui cuidar das plantas,
dos bichos, e fazer minha colheita,
colhi alegrias,
e alguns devaneios furtivos de boas lembranças,
vi uma borboleta, que sempre afasto de minhas plantas,
farfalhar suas asas,
parei e fiquei observando,
ela escolhe onde por seus ovos,
que para nós,
depois se tornam pragas,
para ela, apenas um ciclo de vida.
Mas, se mesmo ela,
tem a escolha,
por que nós não ?
mesmo que depois sejamos uma praga,
seja na vida de alguém,
ou outro coisa,
também fazemos nossas escolhas,
e pousamos pensando no futuro,
talvez nos tornemos uma praga,
talvez,
estraguemos a plantação da vida de alguém,
quantas vezes fui borboleta ?
quantas vezes,
me tornei uma praga ?

Sei que sou barulhento, eu canto as coisas do coração, mas sem a música a vida seria um erro e não existiria essa canção.